As nebulosas Trífida (em cima) e Laguna são nuvens de gás e poeira a milhares de anos-luz de distância da Terra e berçários de estrelas na Via Láctea: primeiras imagens do telescópio reveladas recentemente são uma amostra do potencial de descobertas que ele vai proporcionar.
NSF–DOE Vera C. Rubin Observatory
O novo observatório pode capturar imagens de alta resolução de objetos distantes em uma grande área do céu e vai produzir um “filme” de como o Universo evoluiu
Mercúrio visto pela sonda Messenger (à esquerda) e uma aproximação de como seria visto pelo olho humano (à direita): descoberta pode ser uma janela para entender a composição e evolução do planeta mais próximo do Sol.
NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington
Os meteoritos podem ser a única maneira prática de estudar diretamente a superfície de Mercúrio.
Simulação de um conjunto de galáxias usando o PhoSim: programa permite simular como os fótons viajam pela atmosfera e instrumentos de telescópios para produzir imagens “falsas” do céu que podem ser usadas para ajudar a treinar programas que vão analisar as imagens reais dos observatórios.
John Peterson/Purdue
Para criar uma imagem “falsa” realista de uma galáxia é preciso modelar exatamente como os fótons, as partículas da luz, viajam pela atmosfera e pelo telescópio até chegar ao sensor.
A radiação cósmica de fundo é um instantâneo da “luz” mais antiga do nosso Cosmos, impressa no céu quando o Universo tinha apenas 380 mil anos de idade.
ESA/Planck Collaboration
A primeira “luz” do Universo começou a se espalhar 380 mil anos após o Big Bang, quando a expansão fez com que a matéria esfriasse e se tornasse “transparente”
O Observatório Vera Rubin no Chile: intrumentos vão monitorar o céu todas as noites e deverão permitir a descoberta de centenas de novos asteroides próximos da Terra, cujas trajetórias e chances de impacto poderão ser simuladas em nova ferramenta online.
Um novo software online permite calcular e simular impactos de asteroides, e o iminente comissionamento de vários novos observatórios nos permitirão estar mais bem preparados.
No espaço, há quatro dimensões: comprimento, largura, altura e tempo; e é essa associação espaço-tempo da física que serve de base para a ideia contraintuitiva de que o nosso Universo não tem nem nunca teve um “centro”
scaliger/iStock/NASA via Getty Images Plus
À medida que o Universo se expande, pode parecer que ele deve estar fazendo isso a partir de algum ponto inicial, mas um físico explica que não é bem assim que o Universo funciona
O Observatório Vera C. Rubin no topo do Cerro Pachón, no norte do Chile: equipado com uma câmera de 3,2 bilhões de pixels e amplo campo de visão, telescópio vai fazer um “filme” do que acontece no Universo ao longo de 10 anos.
Rubin Observatory/NSF/AURA/A. Pizarro D
O Observatório Vera C. Rubin captará imagens do céu noturno com detalhes suficientes equivalentes a conseguir ver uma bola de golfe a 25 km de distância.
A luz, seja de uma estrela ou de sua lanterna, viaja a cerca de 300.000 quilômetros por segundo no vácuo, velocidade em que experimenta efeitos relativísticos como a dilatação temporal e a compressão do espaço.
Artur Debat/Moment via Getty Images
A velocidade da luz é a mais rápida que qualquer coisa pode viajar. O que acontece com um fóton de uma galáxia a 25 milhões de anos-luz de distância em sua jornada em direção à Terra?
Ilustração do planeta K2-18b: recente anúncio da detecção de um gás na atmosfera do planeta que é ligado à vida na Terra alimentou especulações sobre a existência de vida lá e o debate sobre o que pode ser considerado uma bioassinatura.
NASA, ESA, CSA, Joseph Olmsted (STScI)
A recente detecção de um gás associado a formas de vida em um planeta distante provocou debate entre cientistas.
Imagem de formação de estrelas no centro da Via Láctea: fenômenos de ionização de gases e emissão de radiação da densa região central da galáxia podem ser explicados por um tipo de matéria escura mais “leve” que a usualmente buscada pelos cientistas.
Susan Stolovy (SSC/Caltech) et al., NASA SPitzer/IRAC
Às vezes, olhar para dentro, para o centro dinâmico e brilhante de nossa própria galáxia, pode revelar pistas inesperadas do que está além.
Uma seleção de objetos registrados pelo Telescópio Espacial Hubble nos últimos 35 anos: telescópio espacial revolucionou nossa compreensão do Universo.
NASA, ESA/Hubble y Hubble Heritage Team
O Telescópio Espacial Hubble iniciou sua missão em 1990. Em seus 35 anos de história, ele mudou nossa compreensão do Universo com imagens espetaculares.
Imagem sobrepondo mais de 100 “bolas de fogo” registradas entre 2016 e 2020: fenômeno é produzido pela passagem de rochas espaciais pela atmosfera da Terra. As que sobrevivem à jornada são denominadas meteoritos e trazem informações importantes sobre as origens do Sistema Solar.
Desert Fireball Network
Meteoritos ricos em água contêm ingredientes essenciais para a vida, mas quase não aparecem nas coleções científicas. Uma pesquisa recente pode explicar o motivo.
A base da astronomia babilônica foi mantida em um livro chamado MUL.APIN, que significa “A Estrela do Arado”, o nome de uma constelação. Ele registrava as posições das estrelas, quando no ano elas seriam visíveis pela primeira vez, os caminhos do Sol e da Lua, os períodos em que os planetas estariam visíveis no céu noturno e outros conhecimentos astronômicos fundamentais.
mikroman6/Moment via Getty Images
A ciência usa observações e testes cuidadosos e organizados para criar teorias que são registradas, transmitidas a outras pessoas e desenvolvidas.
Dione, uma das agora 274 luas de Saturno, vista com Saturno e seus anéis ao fundo: novas descobertas consolidam o lugar de Saturno como o vencedor da competição de número luas no Sistema Solar, com mais luas confirmadas do que todos os outros planetas juntos.
NASA / JPL / Space Science Institute
O número de luas conhecidas em nosso Sistema Solar vem aumentando há séculos, mas os astrônomos dizem que provavelmente chegou ao máximo, pelo menos por enquanto.
Ilustração dos quatro planetas: encontrar estes pequenos mundos rochosos foi um desafio que demandou trabalho de anos de duas equipes independentes de astrônomos usando dois dos maiores telescópios da Terra.
International Gemini Observatory/NOIRLab/NSF/AURA/P. Marenfeld
Estrela é uma das mais próximas de nosso Sistema Solar, mas encontrar estes pequenos mundos foi um desafio para os cientistas
Uma vista da região de Utopia Planitia em Marte, que se acredita ser o local de um antigo oceano que cobriu grande parte do hemisfério norte do planeta, e onde estaria a ‘praia’ encontrada pelo veículo-robô chinês Zhurong.
ESA/DLR/FU Berlin
Descoberta indica que a água pode ter permanecido estável em Marte por muito mais tempo do que se pensava.
Ilustração do Sistema Solar: como todos planetas estão no mesmo plano, a região do céu onde eles podem ser vistos é limitada, com todos parecendo estar na mesma ‘linha’. Fenômeno raro já pode ser visto e terá seu auge no dia 28 de fevereiro - sexta-feira véspera de carnaval.
NASA/Jenny Mottar
Agora nos últimos dias de fevereiro e começo de março, teremos cinco planetas do Sistema Solar visíveis a olho nu ao mesmo tempo no céu
Impressão artística de um asteroide com a Terra ao fundo: O 2024 YR4 tem cerca de uma chance em 77 de atingir a Terra em 2032… Mas não há motivo para pânico.
Buradaki / Shutterstock
O asteroide 2024 YR4 tem cerca de uma chance em 77 de atingir a Terra em 2032… Mas não há motivo para pânico
Pesquisa com astrobiólogos e cientistas de outras áreas mostra que a maioria concorda com a vida simples se desenvolveu em outros lugares no Universo. Crença em vida inteligente, no entanto, é bem menor.
PeopleImages.com - Yuri A/Shutterstock
Pesquisa com astrobiólogos e cientistas de outras áreas relevantes revela que a maioria concorda com a possibilidade de a vida ter se desenvolvido em outros lugares no Universo
Imagem de simulação do aparente alinhamento de seis planetas do Sistema Solar previsto para acontecer por volta de 23 de janeiro
Dois alinhamentos planetários poderão ser vistos com um mês de diferença, em 21 de janeiro e 28 de fevereiro. Neles, seis e sete planetas do Sistema Solar vão estar “olho no olho”