As amostras de rocha da superfície lunar são ferramentas importantes para os cientistas que estudam a idade da Lua: nova hipótese sugere que estes “relógios geológicos” foram redefinidos por eventos de aquecimento provocados por forças de maré gravitacional da Terra
AP Photo/NASA
Um evento de aquecimento extremo pode ter interferido nas tentativas dos cientistas de descobrir a idade da Lua por meio da datação de amostras de rochas lunares.
Ilustração de “‘Oumuamua”: objeto descoberto atravessando o Sistema Solar em 2017 foi o primeiro de uma nova categoria. Agora, astrônomos já encontraram dezenas deles, que podem ser chave para melhorar nossa compreensão sobre o Universo.
ESA/Hubble, NASA, ESO, M. Kornmesser
Rebecca Allen, Swinburne University of Technology; Kirsten Banks, Swinburne University of Technology, and Sara Webb, Swinburne University of Technology
Em 2017, astrônomos encontraram um objeto como nunca tinham visto antes. Agora, ele faz parte de uma categoria crescente de misteriosos “cometas escuros” - e talvez encontremos ainda mais deles em breve
O Universo está repleto de estrelas, galáxias e planetas e está se expandindo todo dia, mas
esta expansão não é dentro de alguma coisa; o Universo se expande em si mesmo.
NASA/JPL-Caltech/University of Wisconsin via AP
O universo está em constante expansão, mas não existe algo no qual ele esteja se expandindo dentro
Ilustração da Terra com um sistema de anéis: estudo de crateras de impacto ao redor do mundo sugere que objeto pode ter sido formado pela desintegração de um asteroide capturado pela gravidade de nosso planeta.
Kevin M. Gill
Um encontro próximo com um asteroide pode ter dado à Terra um anel como os de Saturno
O trabalho de Edwin Hubble mostrou que Andrômeda (foto) era uma galáxia separada da Via Láctea, e também deu a primeira pista sobre o início do Universo no Big Bang.
Nasa/JPL-Caltech
Em 1924, o astrônomo Edwin Hubble percebeu que dois objetos estavam muito distantes para estarem dentro da nossa galáxia, constituindo galáxias separadas da Via Láctea
“Dias de meio de trimestre” entre equinócios e solstícios também se tornaram dias litúrgicos dentro da tradição cristã. Um deles é o Dia de Todos os Santos, cuja véspera acabou gerando a corruptela “Halloween” em inglês.
nijieimu/Unlimphotos
Dias no meio de trimestres entre equinócios e solstícios eram marcados por festejos e observações religiosas da mesma forma que dias próximos às datas dos equinócios e solstícios
Ilustração do Extremely Large Telescope (ELT), atualmente em construção no topo de uma montanha no Deserto do Atacama, Chile: espelho principal será o maior em operação no mundo, permitindo aos astrônomos ver mais longe e com mais nitidez do que os telescópios atuais.
ESO
A Cosmologia poderá ser transformada por uma nova leva de telescópios - tanto no solo quanto no espaço.
Pesquisa sugere mecanismos sob o qual este curioso objeto espacial ainda não esgotou sua reserva de materiais voláteis, apesar de periodicamente chegar a apenas cerca de 30 milhões de quilômetros de distância do Sol.
Science Photo Library/Alamy
Não se espera que os asteroides emitam gás quando se aproximam do Sol da mesma forma que os cometas, mas Phaethon não recebeu esta mensagem
Ilustração mostra a Parker Solar Probe se aproximando do Sol: medições da sonda da Nasa e outra da Agência Espacial Europeia (ESA) permitiram aos cientistas identificar de onde pode estar vindo a energia que acelera e aquece o vento solar depois que ele sai do Sol.
Steve Gribben/Johns Hopkins APL/NASA via AP
Há anos os cientistas se perguntam qual é a fonte de energia que permite que o vento solar - uma emissão de partículas carregadas do Sol - passe pela Terra a centenas de quilômetros por segundo
Esse grão microscópico é mais antigo que o Sistema Solar, e a análise de sua composição uma janela para entender a evolução das estrelas.
Sachiko Amari
Sachiko Amari, Arts & Sciences at Washington University in St. Louis
A maioria dos grãos pré-solares foi destruída durante a formação do Universo. Mas alguns sobreviveram em meteoritos.
O limite do Universo: em primeiro plano, as galáxias do aglomerado Abell 274 como eram há 3,5 bilhões de anos. No contorno, 3 mil galáxias distantes, como eram há mais de 12 bilhões de anos, pouco após o Big Bang.
NASA, ESA, Jennifer Lotz (STScI), Matt Mountain (STScI), Anton M. Koekemoer (STScI), HFF Team (STScI)
Um estudo de estrelas azuis dobra a idade que pensamos ter o Universo e resolve o problema da imagem do telescópio James Webb que mostra galáxias primitivas que não deveriam estar lá.
Um meteorito marciano dominado pelo mineral olivina observado sob luz polarizada cruzada, com cada grão tendo cerca de meio milímetro de diâmetro: estudo de sua composição dá aos geólogos informações sobre o passado vulcânico de Marte e dar pistas de sua potencial habitabilidade passada e futura.
James Day
Essas rochas raras provenientes de Marte existem em alguns tipos diferentes, que podem informar aos geólogos sobre o passado vulcânico do planeta e dar pistas de sua potencial habitabilidade.
Ilustração de um buraco negro de tamanho intermediário e seu disco de acreção: localizado no aglomerado globular Omega Centauri, objeto é um dos poucos do tipo já encontrados pelos astrônomos no Universo.
NASA's Goddard Space Flight Cente
Uma “dança” de estrelas sinalizou a presença de um buraco negro de massa intermediária na Via Láctea, um objeto importante para a compreensão da evolução dos buracos negros.
Imagem do asteroide Bennu captada pela OSIRIS-REx: presença de fosfatos e outros minerais que passaram por alteração aquosa generalizada nas rochas coletadas pela sonda da Nasa evidenciam o passado oceânico do mundo de onde ele veio.
NASA/Goddard/University of Arizona
A superfície do asteroide Bennu contém minerais que denotam o passado aquoso do mundo de onde ele veio.
Ilustração do Sistema Solar: influência da gravidade e do magnetismo do Sol vai muito além das órbitas dos planetas, marcando as fronteiras com que os cientistas trabalham.
NASA
O magnetismo e a gravidade moldam os limites de nossa vizinhança cósmica.
Emissões de períodos longos e polarizadas que variam entre três estados, ou “modos”, não se encaixam em nenhuma das teorias atuais sobre as fontes cosmológicas destes sinais.
Shutterstock
A fonte de ondas de rádio que oscila lentamente e muda com o tempo pode ser uma estrela de nêutrons ou uma anã branca, mas seu comportamento não se encaixa em nenhuma de nossas teorias atuais
Ilustração de uma explosão de raios gama, com jatos de material e radiação sendo ejetados pelo colapso de uma estrela maciça: estudo indica que fenômenos não podem ser responsáveis pela síntese de átomos pesados que vemos no Universo.
Nasa/Swift/Cruz deWilde
A análise de duas grandes explosões cósmicas aprofunda o mistério da origem dos elementos “pesados” do Universo
O aglomerado de galáxias Abell 370: na imagem, um mapa da matéria escura (em azul) que se acumula no centro do aglomerado.
NASA, ESA, D. Harvey (École Polytechnique Fédérale de Lausanne, Suiza), R. Massey (Universidade de Durham, Reino Unido), e equipe Hubble SM4 ERO e ST-ECF
Para entender como é o Universo, é essencial distinguir entre matéria escura, energia escura e expansão
Nube aparece como uma mancha difusa no centro da imagem: galáxia anã não se encaixa no atual modelo da natureza matéria escura, e uma explicação alternativa é que esta estranha substância pode ser formada por partículas quânticas ultraleves.
GTC, M. Montes
Nube, uma galáxia extremamente difusa, é um cenário bizarro que exige novas explicações sobre a natureza da matéria escura, que pode ser formada por partículas quânticas ultraleves
O superbólido de 19 de maio, designado SPMN180524F, visto de Estepa, Sevilha: estudos indicam que rocha era um pedaço de um cometa que se desintegrou ao se aproximar do Sol e tinha uma órbita muito excêntrica.
Antonio J. Robles/Red SPMN
O estudo científico do superbólido de 19 de maio mostra que tanto seu tamanho quanto sua órbita eram incomuns, e que se tratava de um pedaço de rocha resultante do colapso de um cometa