Articles on Sistema solar

Displaying all articles

Ilustração de uma estrela gigante vermelha engolindo um planeta: Terra deverá ser destruída neste processo, mas planetas gigantes gasosos mais afastados, como Júpiter e Saturno, podem sobreviver e até “migrar” para regiões mais interiores do Sistema Solar. James Gitlin/STScI AVL

A morte de uma estrela não é o fim de um sistema planetário

Nova descoberta revela o que pode acontecer com o Sistema Solar depois que o Sol esgotar seu combustível nuclear e “morrer”
Imagem do cometa 3I/ATLAS capturada pelo Telescópio Espacial Hubble em 30 de novembro de 2025: cada um dos três visitantes interestelares que vimos até agora tem se mostrado único. NASA/ESA/STScI/D. Jewitt (UCLA)/M.-T. Hui (Shanghai Astronomical Observatory)/J. DePasquale (STScI)

Com 12 bilhões de anos, cometa interestelar é mais antigo que o Sistema Solar

Um processo chamado “combustão de fundo quente”, que converte carbono-12 (o isótopo mais comum do elemento) em carbono-13 ajudou os cientistas a determinar a idade do 3I/ATLAS
A enorme câmera acoplada no telescópio do Observatório Ver C. Rubin vai produzir algo como um “time-lapse” do Universo, permitindo a identificação de objetos transientes que vão de asteroides nas proximidades da Terra a supernovas nos confins do Cosmos. RubinObs/NSF/DOE/NOIRLab/SLAC/AURA/T. Lange

Maior câmera astronômica do mundo começa a responder a algumas das perguntas mais importantes sobre o Universo

A câmera do Observatório Vera C. Rubin pode alcançar os confins do Cosmos, mas também vai observar objetos bem próximos de nós.
Descoberto em julho de 2025, o cometa de órbita e características incomuns que causou furor na mídia sensacionalista em uma de suas mais recentes imagens, registrada pelo telescópio Hubble no dia 30 de novembro de 2025. Imagem: Divulgação/Nasa

Interestelar, sem rumo e sem risco: cometa 3I/ATLAS chega à sua menor distância da Terra e diz adeus

Descoberto por um telescópio no Chile em julho de 2025, o cometa de órbita e características incomum causou furor na mídia sensacionalista
Ilustração de Quíron com sua coma característica de um cometa: objeto descoberto há quase 50 anos entrou em período em que parece estar “andando para trás” no céu. William Gonzalez Sierra / UCF

Sai pra lá Mercúrio: Quíron está retrógrado. Mas o que é Quíron?

Se você é como a maioria das pessoas, nunca ouviu falar de Quíron, um híbrido de asteroides e cometa com anéis que ronda os confins do Sistema Solar.
Trajetórias inesperadas de objetos descobertos além da órbita de Netuno são apontadas como indícios da possível existência de um planeta maciço ainda não detectado nos confins do Sistema Solar, mas outras observações contradizem esta hipótese. Vadim Petrakov

A busca pelo “planeta nove”: por que ainda achamos que pode haver algo enorme escondido nos confins do Sistema Solar?

O debate sobre a existência de um “Planeta X” ou “planeta 9” ainda não descoberto já dura mais de 100 anos.
Mercúrio visto pela sonda Messenger (à esquerda) e uma aproximação de como seria visto pelo olho humano (à direita): descoberta pode ser uma janela para entender a composição e evolução do planeta mais próximo do Sol. NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington

O mistério dos meteoritos de Mercúrio: como finalmente podemos ter identificado os primeiros deles

Os meteoritos podem ser a única maneira prática de estudar diretamente a superfície de Mercúrio.
Simulação de um conjunto de galáxias usando o PhoSim: programa permite simular como os fótons viajam pela atmosfera e instrumentos de telescópios para produzir imagens “falsas” do céu que podem ser usadas para ajudar a treinar programas que vão analisar as imagens reais dos observatórios. John Peterson/Purdue

A Astronomia tem um grande problema de dados, e simular imagens realistas do céu pode ajudar a treinar algoritmos

Para criar uma imagem “falsa” realista de uma galáxia é preciso modelar exatamente como os fótons, as partículas da luz, viajam pela atmosfera e pelo telescópio até chegar ao sensor.
Imagem sobrepondo mais de 100 “bolas de fogo” registradas entre 2016 e 2020: fenômeno é produzido pela passagem de rochas espaciais pela atmosfera da Terra. As que sobrevivem à jornada são denominadas meteoritos e trazem informações importantes sobre as origens do Sistema Solar. Desert Fireball Network

Por que os meteoritos que caem na Terra têm menos água que as amostras de asteroides trazidas por sondas espaciais

Meteoritos ricos em água contêm ingredientes essenciais para a vida, mas quase não aparecem nas coleções científicas. Uma pesquisa recente pode explicar o motivo.
Dione, uma das agora 274 luas de Saturno, vista com Saturno e seus anéis ao fundo: novas descobertas consolidam o lugar de Saturno como o vencedor da competição de número luas no Sistema Solar, com mais luas confirmadas do que todos os outros planetas juntos. NASA / JPL / Space Science Institute

Saturno agora tem 274 luas, mas o que exatamente faz de algo uma “lua” ainda não está bem claro

O número de luas conhecidas em nosso Sistema Solar vem aumentando há séculos, mas os astrônomos dizem que provavelmente chegou ao máximo, pelo menos por enquanto.
Ilustração do Sistema Solar: como todos planetas estão no mesmo plano, a região do céu onde eles podem ser vistos é limitada, com todos parecendo estar na mesma ‘linha’. Fenômeno raro já pode ser visto e terá seu auge no dia 28 de fevereiro - sexta-feira véspera de carnaval. NASA/Jenny Mottar

Alinhamento planetário no Sistema Solar: não é como desfile de carnaval, mas ainda assim é um espetáculo

Agora nos últimos dias de fevereiro e começo de março, teremos cinco planetas do Sistema Solar visíveis a olho nu ao mesmo tempo no céu
As amostras de rocha da superfície lunar são ferramentas importantes para os cientistas que estudam a idade da Lua: nova hipótese sugere que estes “relógios geológicos” foram redefinidos por eventos de aquecimento provocados por forças de maré gravitacional da Terra AP Photo/NASA

A Lua pode ser mais antiga que pensávamos, e um novo estudo joga luz sobre sua história

Um evento de aquecimento extremo pode ter interferido nas tentativas dos cientistas de descobrir a idade da Lua por meio da datação de amostras de rochas lunares.
Ilustração do Sistema Solar: influência da gravidade e do magnetismo do Sol vai muito além das órbitas dos planetas, marcando as fronteiras com que os cientistas trabalham. NASA

Como os astrônomos medem o tamanho do Sistema Solar

O magnetismo e a gravidade moldam os limites de nossa vizinhança cósmica.
Posts nas redes sociais querem que você pense que os anéis de Saturno desaparecerão em apenas 18 meses. Aqui está o que isso realmente significa e por que você não precisa se preocupar. NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute

Os anéis de Saturno realmente “desaparecerão” até 2025? Um astrônomo explica

Posts nas redes sociais querem que você pense que os anéis de Saturno desaparecerão em apenas 18 meses. Aqui está o que isso realmente significa e por que você não precisa se preocupar.

Top contributors

More