Imagem composta dos meteoros da chuva das Geminídeas, capturados em 2020: este tipo de análise é capaz de revelar populações ocultas de asteroides indetectáveis pelos instrumentos disponíveis atualmente que passam perto da Terra, informação vital para a defesa planetária.
Aleksandar Merlak
Uma chuva de meteoros recém-identificada revela que o calor intenso está fragmentando um asteroide até agora ainda não detectado à medida que ele passa muito perto do Sol
A enorme câmera acoplada no telescópio do Observatório Ver C. Rubin vai produzir algo como um “time-lapse” do Universo, permitindo a identificação de objetos transientes que vão de asteroides nas proximidades da Terra a supernovas nos confins do Cosmos.
RubinObs/NSF/DOE/NOIRLab/SLAC/AURA/T. Lange
A câmera do Observatório Vera C. Rubin pode alcançar os confins do Cosmos, mas também vai observar objetos bem próximos de nós.
Descoberto em julho de 2025, o cometa de órbita e características incomuns que causou furor na mídia sensacionalista em uma de suas mais recentes imagens, registrada pelo telescópio Hubble no dia 30 de novembro de 2025.
Imagem: Divulgação/Nasa
Descoberto por um telescópio no Chile em julho de 2025, o cometa de órbita e características incomum causou furor na mídia sensacionalista
Ceres visto com cores aprimoradas com base em imagens da sonda Dawn: dados da missão da Nasa mostram que planeta anão abrigou um oceano sob sua superfície com condições favoráveis à vida semelhantes às encontradas em fontes hidrotermais na Terra
NASA/JPL-Caltech/UCLA/MPS/DLR/IDA
O planeta anão Ceres já abrigou um oceano com condições semelhantes às que encontramos em fontes termais na Terra.
Ilustração de Quíron com sua coma característica de um cometa: objeto descoberto há quase 50 anos entrou em período em que parece estar “andando para trás” no céu.
William Gonzalez Sierra / UCF
Se você é como a maioria das pessoas, nunca ouviu falar de Quíron, um híbrido de asteroides e cometa com anéis que ronda os confins do Sistema Solar.
Simulação de um conjunto de galáxias usando o PhoSim: programa permite simular como os fótons viajam pela atmosfera e instrumentos de telescópios para produzir imagens “falsas” do céu que podem ser usadas para ajudar a treinar programas que vão analisar as imagens reais dos observatórios.
John Peterson/Purdue
Para criar uma imagem “falsa” realista de uma galáxia é preciso modelar exatamente como os fótons, as partículas da luz, viajam pela atmosfera e pelo telescópio até chegar ao sensor.
O Observatório Vera Rubin no Chile: intrumentos vão monitorar o céu todas as noites e deverão permitir a descoberta de centenas de novos asteroides próximos da Terra, cujas trajetórias e chances de impacto poderão ser simuladas em nova ferramenta online.
Um novo software online permite calcular e simular impactos de asteroides, e o iminente comissionamento de vários novos observatórios nos permitirão estar mais bem preparados.
Imagem sobrepondo mais de 100 “bolas de fogo” registradas entre 2016 e 2020: fenômeno é produzido pela passagem de rochas espaciais pela atmosfera da Terra. As que sobrevivem à jornada são denominadas meteoritos e trazem informações importantes sobre as origens do Sistema Solar.
Desert Fireball Network
Meteoritos ricos em água contêm ingredientes essenciais para a vida, mas quase não aparecem nas coleções científicas. Uma pesquisa recente pode explicar o motivo.
Impressão artística de um asteroide com a Terra ao fundo: O 2024 YR4 tem cerca de uma chance em 77 de atingir a Terra em 2032… Mas não há motivo para pânico.
Buradaki / Shutterstock
O asteroide 2024 YR4 tem cerca de uma chance em 77 de atingir a Terra em 2032… Mas não há motivo para pânico
Ilustração de “‘Oumuamua”: objeto descoberto atravessando o Sistema Solar em 2017 foi o primeiro de uma nova categoria. Agora, astrônomos já encontraram dezenas deles, que podem ser chave para melhorar nossa compreensão sobre o Universo.
ESA/Hubble, NASA, ESO, M. Kornmesser
Rebecca Allen, Swinburne University of Technology; Kirsten Banks, Swinburne University of Technology, and Sara Webb, Swinburne University of Technology
Em 2017, astrônomos encontraram um objeto como nunca tinham visto antes. Agora, ele faz parte de uma categoria crescente de misteriosos “cometas escuros” - e talvez encontremos ainda mais deles em breve
Ilustração da Terra com um sistema de anéis: estudo de crateras de impacto ao redor do mundo sugere que objeto pode ter sido formado pela desintegração de um asteroide capturado pela gravidade de nosso planeta.
Kevin M. Gill
Um encontro próximo com um asteroide pode ter dado à Terra um anel como os de Saturno
Ilustração da sonda Ramses acompanhando o asteroide Apophis durante sua aproximação da Terra em 2029: dados podem ajudar a informar eventual missão para desviar ou destruir um objeto do tipo que ameace colidir com nosso planeta.
ESA-Science Office
Dois novos estudos mostram que a maioria dos meteoritos se origina de apenas algumas famílias de asteroides no cinturão entre Marte e Júpiter.
Pesquisa sugere mecanismos sob o qual este curioso objeto espacial ainda não esgotou sua reserva de materiais voláteis, apesar de periodicamente chegar a apenas cerca de 30 milhões de quilômetros de distância do Sol.
Science Photo Library/Alamy
Não se espera que os asteroides emitam gás quando se aproximam do Sol da mesma forma que os cometas, mas Phaethon não recebeu esta mensagem
Imagem do asteroide Bennu captada pela OSIRIS-REx: presença de fosfatos e outros minerais que passaram por alteração aquosa generalizada nas rochas coletadas pela sonda da Nasa evidenciam o passado oceânico do mundo de onde ele veio.
NASA/Goddard/University of Arizona