Imagem do telescópio espacial Hubble mostra a abundância de estrelas no aglomerado globular NGC 6544: telescópio Roman tem um campo de visão 100 vezes mais amplo, o que deve permitir a descobertas de dezenas a até centenas milhares de novos mundos além do Sistema Solar.
ESA/Hubble y NASA, W. Lewin, FR Ferraro
O telescópio espacial Nancy Grace Roman vasculhará milhares de mundos para descobrir até que ponto nosso Sistema Solar é excepcional
Ilustração do exoplaneta LHS 1140 b com sua atmosfera rica em hélio: avanços na tecnologia de smartphones têm ajudado a acelerar a miniaturização de câmeras e sensores com baixo peso e consumo de energia, enquanto velas espaciais impulsionadas pela luz começam a sair da campo da ficção científica.
Melissa Weiss/CfA
A miniaturização dos sensores e o desenvolvimento das velas solares para propulsão significa que poderíamos chegar a outras estrelas no período de vida de uma pessoa
Com seu amplo campo de visão e precisão, o observatório Nancy Grace Roman poderá ajudar a responder questões relacionadas à natureza da matéria e energia escuras, além de descobrir novos exoplanetas que não podem ser detectados pelos métodos em uso atualmente.
Nasa
O telescópio Nancy Grace Roman vai investigar a natureza da matéria e da energia escura e descobrir exoplanetas que não podem ser detectados pelos métodos atuais
O Kepler-138d despertou grande interesse porque, apesar de ter um tamanho semelhante ao da Terra, parece ter uma densidade muito menor, sugerindo que poderia conter enormes quantidades de água e materiais leves a ponto de ter sido identificado como um potencial “mundo oceânico”.
Zoteva/Shutterstock
Cada vez mais se descobrem exoplanetas com condições muito diferentes das da Terra; o Kepler-138d é um exemplo que nos leva a pensar em mundos nos quais seria até possível voar
Protagonista do estudo é um exoplaneta de um tipo conhecido como “Júpiter quente” onde ventos supersônicos carregam partículas condensadas do hemisfério noturno para zonas progressivamente mais quentes da atmosfera.
sdecoret/Shutterstock
Pela primeira vez pudemos observar como o clima muda em planetas situados a centenas de anos-luz de distância, revelando fenômenos meteorológicos familiares na Terra
Representación artística Kepler-22b, una supertierra que se encuentra dentro la zona de habitabilidad de su estrella.
NASA.
A receita química para a vida em um planeta é preparada lentamente em seus estágios iniciais de formação e está diretamente relacionada à proporção de elementos em seu núcleo e crosta
Novo equipamento recém-lançado para a órbita da Terra vai complementar observações do Telescópio Espacial James Webb ao permitir analisar interferência de variações no brilho e comportamento das estrelas hospedeiras nas medições sobre exoplanetas.
European Space Agency
As descobertas do Pandora complementarão os dados do Telescópio Espacial James Webb, proporcionando aos astrônomos mais informações sobre estrelas e planetas fora do nosso Sistema Solar.
Alguns exoplanetas, como o mostrado nesta ilustração, podem ter atmosferas que os tornam potencialmente adequados para a vida mesmo que estejam fora da chamada “zona habitável” de suas estrelas
NASA/JPL-Caltech via AP
A busca por vida em outros planetas requer mais do que medir as distâncias em relação às suas estrelas. Um futuro telescópio da Nasa pode ajudar na busca por mundos potencialmente habitáveis.
Estrelas anãs brancas, como esta envolta por uma nebulosa planetária, são os remanescentes muito menores de estrelas como o nosso Sol, mas ainda assim podem aquecer planetas que sobrevivam na sua órbita.
NASA/R. Ciardullo (PSU)/H. Bond (STScI)
Será que estrelas minúsculas, com uma fração do tamanho do Sol, têm planetas habitáveis nas suas órbitas? Um novo estudo afirma que isso é possível.
Ilustração dos quatro planetas: encontrar estes pequenos mundos rochosos foi um desafio que demandou trabalho de anos de duas equipes independentes de astrônomos usando dois dos maiores telescópios da Terra.
International Gemini Observatory/NOIRLab/NSF/AURA/P. Marenfeld
Estrela é uma das mais próximas de nosso Sistema Solar, mas encontrar estes pequenos mundos foi um desafio para os cientistas
Ilustração do exoplaneta WASP-69b orbitando bem de perto sua estrela: perda de atmosfera dá pistas sobre por que os planetas extrassolares já encontrados tendem a ter tamanhos específicos - super-Terras ou sub-Netunos - e uma lacuna entre eles.
W. M. Keck Observatory/Adam Makarenko
Dakotah Tyler, University of California, Los Angeles
Estudos sobre um exoplaneta que está perdendo rapidamente sua atmosfera sugere aos cientistas por que os exoplanetas encontrados tendem a ter determinados tamanhos
O ELT deve ficar pronto em 2028. Seu poder de coleta de luz excederá o de todos os outros grandes telescópios combinados, permitindo que ele detecte objetos milhões de vezes mais fracos do que o olho humano pode ver.
ESO/wikipedia
Desde melhorar nossa compreensão da matéria escura até revelar a localização da Terra 2.0, o Extremely Large Telescope promete respostas para algumas das maiores questões científicas de nosso tempo.