Articles on Cosmologia

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Simulação de um conjunto de galáxias usando o PhoSim: programa permite simular como os fótons viajam pela atmosfera e instrumentos de telescópios para produzir imagens “falsas” do céu que podem ser usadas para ajudar a treinar programas que vão analisar as imagens reais dos observatórios. John Peterson/Purdue

A Astronomia tem um grande problema de dados, e simular imagens realistas do céu pode ajudar a treinar algoritmos

Para criar uma imagem “falsa” realista de uma galáxia é preciso modelar exatamente como os fótons, as partículas da luz, viajam pela atmosfera e pelo telescópio até chegar ao sensor.
A radiação cósmica de fundo é um instantâneo da “luz” mais antiga do nosso Cosmos, impressa no céu quando o Universo tinha apenas 380 mil anos de idade. ESA/Planck Collaboration

“Faça‑se a luz!”: a explicação científica para a radiação cósmica de fundo em micro‑ondas

A primeira “luz” do Universo começou a se espalhar 380 mil anos após o Big Bang, quando a expansão fez com que a matéria esfriasse e se tornasse “transparente”
No espaço, há quatro dimensões: comprimento, largura, altura e tempo; e é essa associação espaço-tempo da física que serve de base para a ideia contraintuitiva de que o nosso Universo não tem nem nunca teve um “centro” scaliger/iStock/NASA via Getty Images Plus

Por que o Universo não tem um “centro”

À medida que o Universo se expande, pode parecer que ele deve estar fazendo isso a partir de algum ponto inicial, mas um físico explica que não é bem assim que o Universo funciona
O Observatório Vera C. Rubin no topo do Cerro Pachón, no norte do Chile: equipado com uma câmera de 3,2 bilhões de pixels e amplo campo de visão, telescópio vai fazer um “filme” do que acontece no Universo ao longo de 10 anos. Rubin Observatory/NSF/AURA/A. Pizarro D

Novo observatório começa a produzir o mais completo ‘time‑lapse’ do Universo

O Observatório Vera C. Rubin captará imagens do céu noturno com detalhes suficientes equivalentes a conseguir ver uma bola de golfe a 25 km de distância.
Ilustração de um buraco negro com um disco de matéria brilhante em torno dele: cálculos mostram que colapso gravitacional de uma nuvem de matéria pode atingir um estado de alta densidade sem formar uma singularidade, ricocheteando em uma nova fase de expansão. Vadim Sadovski/Shutterstock

Nosso Universo pode não ter surgido do Big Bang, mas dentro de um buraco negro em um Universo maior

Nova proposta sobre a origem de nosso Universo tem a vantagem de fazer previsões que podem ser testadas
Imagem de formação de estrelas no centro da Via Láctea: fenômenos de ionização de gases e emissão de radiação da densa região central da galáxia podem ser explicados por um tipo de matéria escura mais “leve” que a usualmente buscada pelos cientistas. Susan Stolovy (SSC/Caltech) et al., NASA SPitzer/IRAC

Novo formato para a matéria escura pode resolver mistério de décadas sobre a Via Láctea

Às vezes, olhar para dentro, para o centro dinâmico e brilhante de nossa própria galáxia, pode revelar pistas inesperadas do que está além.
O projeto DESI criou o maior mapa 3D do nosso Universo, em que cada ponto é uma galáxia: combinação com observações da radiação cósmica de fundo e de supernovas sugere uma energia escura que evoluiu ao longo do tempo cósmico. DESI collaboration and KPNO/NOIRLab/NSF/AURA/R. Proctor

Energia escura pode não ser constante, em descoberta que revolucionaria a Cosmologia

A expansão do Universo está acelerando, não desacelerando, e com isso nossa compreensão de como o Universo funciona pode precisar de uma atualização.
Ilustração da ‘morte’ de uma estrela maciça em uma explosão de supernova: análise de catálogo destes eventos cósmicos aponta para uma possível explicação alternativa para a observada aceleração na expansão do Universo. NASA/Goddard Space Flight Center/Dana Berry

Novo estudo sobre supernovas dispensa existência da energia escura e pode revolucionar Cosmologia

Um novo estudo sobre explosões de estrelas fornece primeira evidência de um modelo alternativo para explicar a observada expansão acelerada do Universo, denominado ‘Timescape’
Cálculos para diferentes valores da densidade de energia escura indicam que nosso Universo não está muito longe de ser o mais favorável possível para o surgimento da vida, mas também que não é o mais ideal. Image credit: NASA, ESA, CSA, STScI

Novas descobertas questionam “vocação” do Universo à evolução da vida

Os seres humanos ainda poderiam aparecer mesmo se o nosso Universo fosse muito diferente. De fato, talvez não vivamos no mais hospitaleiro dos universos possíveis.
O modelo do “Universo espelho”, com o Big Bang no centro: atualmente, a abordagem teórica dominante na Cosmologia combina a Teoria das Cordas e a “inflação cósmica”, prevendo um Cosmos incrivelmente complexo em escalas minúsculas, e completamente caótico em escalas muito grandes. Neil Turok

Um “Universo espelho” retrocedendo no tempo pode ser a explicação mais simples para nosso Universo ser como parece

Um “universo espelho” pode ser uma explicação mais realista que o multiverso para as características que observamos no nosso Universo
Ilustração do Telescópio Espacial James Webb (JWST): observações de galáxias distantes revelam que algumas delas são mais brilhantes do que o esperado, com impactos em nossa compreensão de como o Universo evoluiu e sua idade. Dima Zel / Shutterstock

Galáxias mais antigas se formaram rápido após o Big Bang, colocando em xeque modelos sobre evolução e idade do Universo

Algumas das galáxias mais antigas encontradas pelo JWST são também as mais brilhantes. Isso é um problema para nossas ideias sobre a formação e idade do Universo.
Ilustração do Extremely Large Telescope (ELT), atualmente em construção no topo de uma montanha no Deserto do Atacama, Chile: espelho principal será o maior em operação no mundo, permitindo aos astrônomos ver mais longe e com mais nitidez do que os telescópios atuais. ESO

Nova geração de telescópios pode revolucionar nossa compreensão do Universo

A Cosmologia poderá ser transformada por uma nova leva de telescópios - tanto no solo quanto no espaço.
Imagem de galáxias distantes captada pelo telescópio espacial Hubble: diferentes métodos para medição da velocidade de expansão do Universo estão apresentando resultados discrepantes e provocando discussão entre os cientistas. ESA/Hubble & Nasa, F. Pacaud, D. Coe

Nova abordagem busca resolver impasse sobre a velocidade da expansão do Universo

A “tensão Hubble” foi descrita como uma “crise” para a Cosmologia. Ela pode ser resolvida?
A Nebulosa da Tarântula vista pelo Telescópio Espacial James Webb: buracos negros primordiais leves poderiam ter feito campo de Higgs “borbulhar” no ambiente extremo logo após o Big Bang, o que não aconteceu por razões desconhecidas. Nasa, ESA, CSA, STScI, Webb ERO Production Team

O bóson de Higgs já podia ter acabado com o Universo

Pesquisa lança dúvidas sobre modelos que preveem que buracos negros leves se formaram imediatamente após o Big Bang.
O limite do Universo: em primeiro plano, as galáxias do aglomerado Abell 274 como eram há 3,5 bilhões de anos. No contorno, 3 mil galáxias distantes, como eram há mais de 12 bilhões de anos, pouco após o Big Bang. NASA, ESA, Jennifer Lotz (STScI), Matt Mountain (STScI), Anton M. Koekemoer (STScI), HFF Team (STScI)

Novas evidências de que o Universo pode ter o dobro da idade que pensávamos

Um estudo de estrelas azuis dobra a idade que pensamos ter o Universo e resolve o problema da imagem do telescópio James Webb que mostra galáxias primitivas que não deveriam estar lá.
Ilustração do Sistema Solar: influência da gravidade e do magnetismo do Sol vai muito além das órbitas dos planetas, marcando as fronteiras com que os cientistas trabalham. NASA

Como os astrônomos medem o tamanho do Sistema Solar

O magnetismo e a gravidade moldam os limites de nossa vizinhança cósmica.
Ilustração de uma explosão de raios gama, com jatos de material e radiação sendo ejetados pelo colapso de uma estrela maciça: estudo indica que fenômenos não podem ser responsáveis pela síntese de átomos pesados que vemos no Universo. Nasa/Swift/Cruz deWilde

As maiores explosões do Universo não são suficientes para explicar todos átomos pesados que vemos

A análise de duas grandes explosões cósmicas aprofunda o mistério da origem dos elementos “pesados” do Universo

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