Física quântica ajuda a explicar como a inflação cósmica, fase que o Universo passou por uma expansão exponencial extremamente rápida, ampliou flutuações que as tirou do mundo do microscópico e transformou em variações de densidade em grande escala que vemos hoje como galáxias e outras estruturas.
Retoka/Telos
Ruth Lazkoz, Universidad del País Vasco / Euskal Herriko Unibertsitatea
Antes do Big Bang quente, o Universo passou por uma fase de expansão rápida chamada inflação, que a física quântica pode explicar
Simulação da “teia cósmica”, a vasta rede de fios e filamentos de matéria que se estende por todo o Universo: a densidade da matéria escura é representada pelas cores azul-púrpura (à esquerda), enquanto a densidade do gás é representada pelas cores laranja-vermelho (à direita).
ESA
Alguns buracos negros podem ser relíquias de uma época anterior ao Big Bang
O Universo está repleto de estrelas, galáxias e planetas e está se expandindo todo dia, mas
esta expansão não é dentro de alguma coisa; o Universo se expande em si mesmo.
NASA/JPL-Caltech/University of Wisconsin via AP
O universo está em constante expansão, mas não existe algo no qual ele esteja se expandindo dentro
Visualização do Big Bang: nossas teorias nos permitem retroceder no tempo até frações de segundo após o início do Universo como conhecemos, mas talvez nunca saibamos a história completa.
NASA's Goddard Space Flight Center/CI Lab
Podemos realmente entender o que aconteceu no início do Universo?
O modelo do “Universo espelho”, com o Big Bang no centro: atualmente, a abordagem teórica dominante na Cosmologia combina a Teoria das Cordas e a “inflação cósmica”, prevendo um Cosmos incrivelmente complexo em escalas minúsculas, e completamente caótico em escalas muito grandes.
Neil Turok
Um “universo espelho” pode ser uma explicação mais realista que o multiverso para as características que observamos no nosso Universo
A Nebulosa da Tarântula vista pelo Telescópio Espacial James Webb: buracos negros primordiais leves poderiam ter feito campo de Higgs “borbulhar” no ambiente extremo logo após o Big Bang, o que não aconteceu por razões desconhecidas.
Nasa, ESA, CSA, STScI, Webb ERO Production Team
Pesquisa lança dúvidas sobre modelos que preveem que buracos negros leves se formaram imediatamente após o Big Bang.
O limite do Universo: em primeiro plano, as galáxias do aglomerado Abell 274 como eram há 3,5 bilhões de anos. No contorno, 3 mil galáxias distantes, como eram há mais de 12 bilhões de anos, pouco após o Big Bang.
NASA, ESA, Jennifer Lotz (STScI), Matt Mountain (STScI), Anton M. Koekemoer (STScI), HFF Team (STScI)
Um estudo de estrelas azuis dobra a idade que pensamos ter o Universo e resolve o problema da imagem do telescópio James Webb que mostra galáxias primitivas que não deveriam estar lá.
O santo graal da física tem sido encontrar uma teoria de tudo, unindo a mecânica quântica com a teoria da relatividade geral de Einstein. Mas ainda não temos uma teoria testada e comprovada de tudo. O medo do fracasso é uma grande parte do problema.
Darren Whittingham/Shutterstock