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Ilustração de um dos “pequenos pontos vermelhos” no Universo primitivo, mostrando uma fonte central brilhante e compacta inserida em uma galáxia hospedeira pouco luminosa: objetos podem ser as evidências dos primeiros buracos negros supermaciços de nosso Universo. Ruiyuan Guo & Xuheng Ding

O Universo está cheio de estranhos “pequenos pontos vermelhos”, e um novo estudo lança luz sobre sua possível natureza

Acontece que esses pequenos pontos vermelhos podem, na verdade, ser indícios da existência de alguns dos primeiros buracos negros supermaciços de nosso Universo
Física quântica ajuda a explicar como a inflação cósmica, fase que o Universo passou por uma expansão exponencial extremamente rápida, ampliou flutuações que as tirou do mundo do microscópico e transformou em variações de densidade em grande escala que vemos hoje como galáxias e outras estruturas. Retoka/Telos

Como era o Universo antes do Universo: do vácuo quântico às galáxias

Antes do Big Bang quente, o Universo passou por uma fase de expansão rápida chamada inflação, que a física quântica pode explicar
O Telescópio Lovell no Observatório Jodrell Bank: versão anterior das diretrizes foi adotada em 2010, mas de lá para cá o campo da busca por civilizações extraterrestres explodiu e não estamos mais apenas à escuta de sinais de rádio de algumas estrelas selecionadas. Anthony Holloway

Dia D: como um possível primeiro contato com alienígenas na vida real difere da ficção científica

Entre as diretrizes está a de que astrônomos não devem tentar enviar mensagens para eventuais os ETs antes que haja uma consulta internacional
Em espaços-tempos relativísticos, todas as grandezas podem ser medidas por relógios e expressas em segundos-luz. Imagem gerada por IA.

Quantas constantes tem o Universo? A resposta pode ser: ‘apenas uma’

Com o advento da Relatividade, percebemos que espaço e tempo estão ligados em um uno chamado de espaço-tempo, e com isso podemos abrir mão das réguas e medir distâncias apenas com relógios
A enorme câmera acoplada no telescópio do Observatório Ver C. Rubin vai produzir algo como um “time-lapse” do Universo, permitindo a identificação de objetos transientes que vão de asteroides nas proximidades da Terra a supernovas nos confins do Cosmos. RubinObs/NSF/DOE/NOIRLab/SLAC/AURA/T. Lange

Maior câmera astronômica do mundo começa a responder a algumas das perguntas mais importantes sobre o Universo

A câmera do Observatório Vera C. Rubin pode alcançar os confins do Cosmos, mas também vai observar objetos bem próximos de nós.
Enigma que Einstein e Rosen abordaram no início do século 20 nunca foi sobre viagens espaciais, mas sobre como campos quânticos se comportam no espaço-tempo curvo, com o tempo podendo se mover em dois sentidos. remotevfx.com/Shutterstock

“Buracos de minhoca” cósmicos podem não existir, mas ideia ajuda a revelar importantes noções sobre o tempo e o Universo

A ficção científica imagina os buracos de minhoca como atalhos através do espaço-tempo. Mas a ideia original sugere que eles podem ser algo muito mais estranho
O Universo não é apenas um lugar onde as galáxias existem: ele é um palco dinâmico, onde o ambiente transforma essas gigantes ao longo do tempo. Uma galáxia isolada num campo — região de baixa densidade de matéria — tem uma evolução mais lenta. Já uma que existe em um grupo, mais denso que o campo, tende a perder gás e reduzir ou cessar a formação de estrelas, até mudar de forma. Ficando cada vez mais parecida com as galáxias mais velhas que compõem os aglomerados, onde a densidade é muito maior. Imagem: CTIO/NOIRLab/DOE/NSF/AURA

No palco dinâmico do universo, o ‘ambiente’ influencia no comportamento de cada galáxia

Em regiões mais vazias, predominam galáxias azuis, ricas em gás e com intensa formação estelar. Nas regiões mais densas do Universo, são mais comuns as galáxias vermelhas, mais velhas e com pouca ou nenhuma formação de novas estrelas
O proporção áurea está relacionada com a sequência de Fibonacci (1,1,2,3,5,8,13,21…), que está presente em relações de razão de todo o tipo, desde a arte, na natureza em geral até as estrelas e o Universo. Roberta Conti / Wikimedia Commons.

O “número de Deus” ou o corpo como mapa do Universo

A proporção áurea tem estreita relação com a sequência de Fibonacci e aparece em vários campos: desde a arte e a biologia até a própria estrutura do Universo.
O projeto DESI criou o maior mapa 3D do nosso Universo, em que cada ponto é uma galáxia: combinação com observações da radiação cósmica de fundo e de supernovas sugere uma energia escura que evoluiu ao longo do tempo cósmico. DESI collaboration and KPNO/NOIRLab/NSF/AURA/R. Proctor

Energia escura pode não ser constante, em descoberta que revolucionaria a Cosmologia

A expansão do Universo está acelerando, não desacelerando, e com isso nossa compreensão de como o Universo funciona pode precisar de uma atualização.
O limite do Universo: em primeiro plano, as galáxias do aglomerado Abell 274 como eram há 3,5 bilhões de anos. No contorno, 3 mil galáxias distantes, como eram há mais de 12 bilhões de anos, pouco após o Big Bang. NASA, ESA, Jennifer Lotz (STScI), Matt Mountain (STScI), Anton M. Koekemoer (STScI), HFF Team (STScI)

Novas evidências de que o Universo pode ter o dobro da idade que pensávamos

Um estudo de estrelas azuis dobra a idade que pensamos ter o Universo e resolve o problema da imagem do telescópio James Webb que mostra galáxias primitivas que não deveriam estar lá.
Trilhas de estrelas em torno da cúpula do telescópio Mayall, que abriga o instrumento da Colaboração DESI: dados indicam que energia escura está se “diluindo” no Universo jovem, mas ganhou força no Universo antigo. P. Marenfeld y NO

Colaboração DESI: Maior experimento da história da investigação do Universo revela que a energia escura evolui

Os dados do experimento DESI indicam que a energia escura evoluiu desde o começo do Universo
Um viajante coloca sua cabeça sobre a borda do firmamento na impressão original (1888) de uma xilogravura do astrônomo francês Camille Flammarion (1842-1925): com sua nitidez e campo de visão, o telescópio espacial Euclid vai permitir mapear a evolução da distribuição de matéria no Universo. Reprodução

Telescópio espacial Euclid: cientista conta a saga para entender a natureza da matéria e da energia escura

Na época em que Henk Hoekstra iniciou seu doutorado, a turbulência da atmosfera e imperfeições óticas impediam observar com precisão a matéria escura. O Euclid é um divisor de águas nisso
Uma imagem de campo profundo do Dark Energy Survey (DES): quase todos os objetos vistos são galáxias distantes. Crédito de la imagen: DES Collaboration/NOIRLab/NSF/AURA/M. Zamani

O destino do Universo está nas mãos da energia escura

Há uma força exótica que empurra as galáxias para longe cada vez mais rápido: é a energia escura, e o futuro do Universo depende dela
Sabemos que a energia escura ocupa quase 70% do universo observável e que sua principal função é impulsionar a expansão do universo. Agora, os resultados de uma década de estudos do projeto Dark Energy Survey (DES) podem nos trazer novas respostas. NASA/JPL-Caltech/ESA/Harvard-Smithsonian CfA

Energia escura: estamos cada vez mais perto de entender um dos maiores enigmas da ciência

Quase 70% do universo observável é formado por essa misteriosa energia, cujo principal efeito é impulsionar a expansão do universo.
Imagem de campo profundo do telescópio espacial Hubble: J-PAS vai coletar dados de centenas de milhões de galáxias para tentar responder algumas das questões mais profundas da astrofísica e da cosmologia, como o que está acelerando a expansão do Universo. NASA/ESA/S. Beckwith (STScI)/HUDF Team

Com participação do Brasil, novo mapa 3D do Universo poderá responder questões fundamentais da cosmologia

Projeto usando telescópio espanhol e câmera brasileira vai cobrir um quarto do céu da Terra em dez anos, coletando dados detalhados de centenas de milhões de galáxias

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