A enorme câmera acoplada no telescópio do Observatório Ver C. Rubin vai produzir algo como um “time-lapse” do Universo, permitindo a identificação de objetos transientes que vão de asteroides nas proximidades da Terra a supernovas nos confins do Cosmos.
RubinObs/NSF/DOE/NOIRLab/SLAC/AURA/T. Lange
A câmera do Observatório Vera C. Rubin pode alcançar os confins do Cosmos, mas também vai observar objetos bem próximos de nós.
Enigma que Einstein e Rosen abordaram no início do século 20 nunca foi sobre viagens espaciais, mas sobre como campos quânticos se comportam no espaço-tempo curvo, com o tempo podendo se mover em dois sentidos.
remotevfx.com/Shutterstock
A ficção científica imagina os buracos de minhoca como atalhos através do espaço-tempo. Mas a ideia original sugere que eles podem ser algo muito mais estranho
O Universo está repleto de estrelas, galáxias e planetas e está se expandindo todo dia, mas
esta expansão não é dentro de alguma coisa; o Universo se expande em si mesmo.
NASA/JPL-Caltech/University of Wisconsin via AP
O universo está em constante expansão, mas não existe algo no qual ele esteja se expandindo dentro
O limite do Universo: em primeiro plano, as galáxias do aglomerado Abell 274 como eram há 3,5 bilhões de anos. No contorno, 3 mil galáxias distantes, como eram há mais de 12 bilhões de anos, pouco após o Big Bang.
NASA, ESA, Jennifer Lotz (STScI), Matt Mountain (STScI), Anton M. Koekemoer (STScI), HFF Team (STScI)
Um estudo de estrelas azuis dobra a idade que pensamos ter o Universo e resolve o problema da imagem do telescópio James Webb que mostra galáxias primitivas que não deveriam estar lá.
Nenhuma intervenção direta de Deus é necessária para explicar o mundo ao nosso redor. Mas isso não implica que a crença em um deus seja irracional ou incompatível com a ciência.