Articles on Energia escura

Displaying all articles

Com seu amplo campo de visão e precisão, o observatório Nancy Grace Roman poderá ajudar a responder questões relacionadas à natureza da matéria e energia escuras, além de descobrir novos exoplanetas que não podem ser detectados pelos métodos em uso atualmente. Nasa

Novo telescópio espacial da Nasa vai abordar alguns dos maiores mistérios do Universo

O telescópio Nancy Grace Roman vai investigar a natureza da matéria e da energia escura e descobrir exoplanetas que não podem ser detectados pelos métodos atuais
As nebulosas Trífida (em cima) e Laguna são nuvens de gás e poeira a milhares de anos-luz de distância da Terra e berçários de estrelas na Via Láctea: primeiras imagens do telescópio reveladas recentemente são uma amostra do potencial de descobertas que ele vai proporcionar. NSF–DOE Vera C. Rubin Observatory

Primeiras imagens do Observatório Vera Rubin mostram seu potencial de revolucionar como vemos o Universo

O novo observatório pode capturar imagens de alta resolução de objetos distantes em uma grande área do céu e vai produzir um “filme” de como o Universo evoluiu
Simulação de um conjunto de galáxias usando o PhoSim: programa permite simular como os fótons viajam pela atmosfera e instrumentos de telescópios para produzir imagens “falsas” do céu que podem ser usadas para ajudar a treinar programas que vão analisar as imagens reais dos observatórios. John Peterson/Purdue

A Astronomia tem um grande problema de dados, e simular imagens realistas do céu pode ajudar a treinar algoritmos

Para criar uma imagem “falsa” realista de uma galáxia é preciso modelar exatamente como os fótons, as partículas da luz, viajam pela atmosfera e pelo telescópio até chegar ao sensor.
No espaço, há quatro dimensões: comprimento, largura, altura e tempo; e é essa associação espaço-tempo da física que serve de base para a ideia contraintuitiva de que o nosso Universo não tem nem nunca teve um “centro” scaliger/iStock/NASA via Getty Images Plus

Por que o Universo não tem um “centro”

À medida que o Universo se expande, pode parecer que ele deve estar fazendo isso a partir de algum ponto inicial, mas um físico explica que não é bem assim que o Universo funciona
O Observatório Vera C. Rubin no topo do Cerro Pachón, no norte do Chile: equipado com uma câmera de 3,2 bilhões de pixels e amplo campo de visão, telescópio vai fazer um “filme” do que acontece no Universo ao longo de 10 anos. Rubin Observatory/NSF/AURA/A. Pizarro D

Novo observatório começa a produzir o mais completo ‘time‑lapse’ do Universo

O Observatório Vera C. Rubin captará imagens do céu noturno com detalhes suficientes equivalentes a conseguir ver uma bola de golfe a 25 km de distância.
O projeto DESI criou o maior mapa 3D do nosso Universo, em que cada ponto é uma galáxia: combinação com observações da radiação cósmica de fundo e de supernovas sugere uma energia escura que evoluiu ao longo do tempo cósmico. DESI collaboration and KPNO/NOIRLab/NSF/AURA/R. Proctor

Energia escura pode não ser constante, em descoberta que revolucionaria a Cosmologia

A expansão do Universo está acelerando, não desacelerando, e com isso nossa compreensão de como o Universo funciona pode precisar de uma atualização.
Ilustração da ‘morte’ de uma estrela maciça em uma explosão de supernova: análise de catálogo destes eventos cósmicos aponta para uma possível explicação alternativa para a observada aceleração na expansão do Universo. NASA/Goddard Space Flight Center/Dana Berry

Novo estudo sobre supernovas dispensa existência da energia escura e pode revolucionar Cosmologia

Um novo estudo sobre explosões de estrelas fornece primeira evidência de um modelo alternativo para explicar a observada expansão acelerada do Universo, denominado ‘Timescape’
Cálculos para diferentes valores da densidade de energia escura indicam que nosso Universo não está muito longe de ser o mais favorável possível para o surgimento da vida, mas também que não é o mais ideal. Image credit: NASA, ESA, CSA, STScI

Novas descobertas questionam “vocação” do Universo à evolução da vida

Os seres humanos ainda poderiam aparecer mesmo se o nosso Universo fosse muito diferente. De fato, talvez não vivamos no mais hospitaleiro dos universos possíveis.
Ilustração do Telescópio Espacial James Webb (JWST): observações de galáxias distantes revelam que algumas delas são mais brilhantes do que o esperado, com impactos em nossa compreensão de como o Universo evoluiu e sua idade. Dima Zel / Shutterstock

Galáxias mais antigas se formaram rápido após o Big Bang, colocando em xeque modelos sobre evolução e idade do Universo

Algumas das galáxias mais antigas encontradas pelo JWST são também as mais brilhantes. Isso é um problema para nossas ideias sobre a formação e idade do Universo.
O aglomerado de galáxias Abell 370: na imagem, um mapa da matéria escura (em azul) que se acumula no centro do aglomerado. NASA, ESA, D. Harvey (École Polytechnique Fédérale de Lausanne, Suiza), R. Massey (Universidade de Durham, Reino Unido), e equipe Hubble SM4 ERO e ST-ECF

A importância de distinguir entre matéria escura, energia escura e expansão do Universo

Para entender como é o Universo, é essencial distinguir entre matéria escura, energia escura e expansão
Simulação da vista da Terra da futura fusão da Via Láctea com a galáxia de Andrômeda: sem matéria escura, este processo seria muito mais lento, mas ainda assim aconteceria. NASA, ESA, Z. Levay and R. van der Marel (STScI), T. Hallas, and A. Mellinger

O que aconteceria com o Universo se a matéria escura sumisse?

Se não houvesse mais matéria escura no Universo, a Via Láctea perderia estrelas e sua futura fusão com a galáxia de Andrômeda seria mais lenta, mas isso provavelmente não afetaria o Sistema Solar
Trilhas de estrelas em torno da cúpula do telescópio Mayall, que abriga o instrumento da Colaboração DESI: dados indicam que energia escura está se “diluindo” no Universo jovem, mas ganhou força no Universo antigo. P. Marenfeld y NO

Colaboração DESI: Maior experimento da história da investigação do Universo revela que a energia escura evolui

Os dados do experimento DESI indicam que a energia escura evoluiu desde o começo do Universo
Um viajante coloca sua cabeça sobre a borda do firmamento na impressão original (1888) de uma xilogravura do astrônomo francês Camille Flammarion (1842-1925): com sua nitidez e campo de visão, o telescópio espacial Euclid vai permitir mapear a evolução da distribuição de matéria no Universo. Reprodução

Telescópio espacial Euclid: cientista conta a saga para entender a natureza da matéria e da energia escura

Na época em que Henk Hoekstra iniciou seu doutorado, a turbulência da atmosfera e imperfeições óticas impediam observar com precisão a matéria escura. O Euclid é um divisor de águas nisso
Uma imagem de campo profundo do Dark Energy Survey (DES): quase todos os objetos vistos são galáxias distantes. Crédito de la imagen: DES Collaboration/NOIRLab/NSF/AURA/M. Zamani

O destino do Universo está nas mãos da energia escura

Há uma força exótica que empurra as galáxias para longe cada vez mais rápido: é a energia escura, e o futuro do Universo depende dela
Sabemos que a energia escura ocupa quase 70% do universo observável e que sua principal função é impulsionar a expansão do universo. Agora, os resultados de uma década de estudos do projeto Dark Energy Survey (DES) podem nos trazer novas respostas. NASA/JPL-Caltech/ESA/Harvard-Smithsonian CfA

Energia escura: estamos cada vez mais perto de entender um dos maiores enigmas da ciência

Quase 70% do universo observável é formado por essa misteriosa energia, cujo principal efeito é impulsionar a expansão do universo.
O ELT deve ficar pronto em 2028. Seu poder de coleta de luz excederá o de todos os outros grandes telescópios combinados, permitindo que ele detecte objetos milhões de vezes mais fracos do que o olho humano pode ver. ESO/wikipedia

Em 2028, maior telescópio óptico do mundo ajudará a decifrar alguns dos maiores enigmas da Ciência

Desde melhorar nossa compreensão da matéria escura até revelar a localização da Terra 2.0, o Extremely Large Telescope promete respostas para algumas das maiores questões científicas de nosso tempo.
Imagem de campo profundo do telescópio espacial Hubble: J-PAS vai coletar dados de centenas de milhões de galáxias para tentar responder algumas das questões mais profundas da astrofísica e da cosmologia, como o que está acelerando a expansão do Universo. NASA/ESA/S. Beckwith (STScI)/HUDF Team

Com participação do Brasil, novo mapa 3D do Universo poderá responder questões fundamentais da cosmologia

Projeto usando telescópio espanhol e câmera brasileira vai cobrir um quarto do céu da Terra em dez anos, coletando dados detalhados de centenas de milhões de galáxias

Top contributors

More