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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, em visita a Pequim em junho de 2026: principal destino dos investimentos da China no mundo, Brasil agora começará a emitir títulos de sua dívida pública no mercado financeiro chinês. Divulgação / Ministério da Fazenda

Parceria econômica Brasil‑China entra em nova fase

Em 2025, o Brasil se tornou o principal destino dos investimentos chineses no mundo, com aumento de 45% em comparação ao ano anterior
Um visitante chinês observa preservativos na Exposição Internacional de Produtos Sexuais de Pequim: políticas destinadas a aumentar a taxa de natalidade enfrentam agora ventos contrários na sociedade. Zhang Peng/LightRocket via Getty Images

Novo imposto sobre camisinhas da China não será eficaz para conter queda na taxa de fertilidade

O gigante asiático está enfrentando um dramático declínio populacional, com uma taxa de fertilidade de 1,0, bem abaixo da taxa de reposição de 2,1.
O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, discursa na última Assembleia Geral da ONU, quando a China anunciou sua nova postura diante das regras da OMC, abrindo mão de benefícios destinados a países emergentes: recado claro de que o país quer posição de liderança no comércio mundial. AP Photo/Richard Drew

Mudança de status da China na OMC pode marcar início de nova fase na governança do comércio global

Com a decisão de abrir mão dos benefícios disponíveis para países em desenvolvimento, a China assume novas obrigações, o que pode pressionar outros países emergentes do BRICS, como o Brasil, a reavaliar suas reivindicações de status especial
Lula e Xi Jinping, durante última visita do presidente brasileiro à Pequim: China não é apenas um dos principais destinos das exportações brasileiras, mas também um ator relevante nos investimentos produtivos no país. Entre 2007 e 2022, eles totalizaram US$ 71,6 bilhões, distribuídos em cerca de 235 projetos em setores variados. Foto: Roberto Stuckert Filho / Presidência da República

Em tempos de reconfiguração do comércio global, parceria entre Brasil e China se estreita e ganha cada vez mais tração

Nas últimas décadas, o Brasil atraiu cerca de 48% dos investimentos chineses na América do Sul
Bandeiras da China e dos EUA num mercado público em Pequim: pacto mantem tarifas de 55% dos EUA sobre produtos chineses e de apenas 10% por parte da China sobre bens americanos. Mas o ponto mais relevante do anúncio é o compromisso chinês de garantir o fornecimento antecipado de terras raras e ímãs industriais para a fabricação de veículos elétricos, turbinas eólicas, chips e equipamentos de defesa. AP Photo/Andy Wong

EUA e China chegam a acordo tarifário que pode reduzir tensões e reorganizar fornecimento de minerais críticos

Efeitos desse pacto podem reduzir competitividade das exportações agrícolas brasileiras, e aumentar incertezas quanto ao acesso do Brasil aos minerais mais importantes para o desenvolvimento de novas tecnologias
Foto oficial da reunião do Fórum China-SELAC ocorrida em maio de 2025: encontro marca a celebração de acordos de cooperação e investimento em setores como transporte, comércio, indústria, ciência, tecnologia e infraestrutura, envolvendo centenas de bilhões de dólares. Divulgação: Ricardo Stuckert / Presidência da República

Entenda o que é o Fórum China‑CELAC 2025 e quais os benefícios para a América Latina

Encontro representa a celebração de acordos de cooperação e investimento em setores chave d economia, envolvendo centenas de bilhões de dólares
Reeleita para a presidência do Novo Banco do Desenvolvimento (NDB) até 2030, Dilma terá a chance de fortalecer estratégia de aumento da autonomia financeira dos países-membros do BRICS. Reuters/Folhapress

Recondução de Dilma no Banco do BRICS impulsiona busca por multilateralismo financeiro internacional

Reeleita para a presidência do Novo Banco do Desenvolvimento (NDB) até 2030, Dilma terá a chance de fortalecer estratégia de aumento da autonomia financeira dos países-membros do BRICS
De modo geral, a velocidade econômica da China está diminuindo para um ritmo mais estável. E essa desaceleração do modelo econômico que impulsionou a ascensão da nação apresenta grandes desafios para o governo. B.Zhou/Shutterstock

Vivendo no “tempo de lixo”: quando 500 milhões de chineses mudam seus hábitos de consumo, o mundo sente as consequências

A vasta classe média da China está agora mudando seus valores, aspirações e hábitos de consumo em uma era de crescimento econômico muito mais lento - apelidada de “tempo de lixo”
Reunião de cúpula do BRICS em Kazan, na Rússia, no ano passado: mais em evidência do que nunca, bloco põe à prova sua capacidade de resistir às pressões externas e reconhecer as diferenças entre seus membros não mais como obstáculos, mas como valores fundamentais para a construção de uma nova ordem mundial marcada pela multipolaridade. Próximo encontro do grupo é em julho, no Brasil. Alexander Nemenov, AP Photo

Mudança na política externa dos EUA é chance para BRICS protagonizar alternativa de nova ordem mundial

Mais em evidência do que nunca, grupo põe à prova sua capacidade de resistir às pressões externas e reconhecer as diferenças entre seus membros como valores fundamentais para a construção de uma nova ordem mundial
Recém-lançada, a Inteligência Articial chinesa DeepSeek consegue funcionar exatamente como o ChatGPT - ou até melhor - com muito menos complexidade de hardware, menos custos e oferecendo seus serviços de graça e com código aberto.

DeepSeek: tudo sobre a bomba chinesa que está derrubando o ChatGPT, a NVIDIA e as grandes empresas de tecnologia dos EUA

Como a IA chinesa recém-lançada consegue funcionar exatamente como o ChatGPT - e até melhor - com muito menos complexidade de hardware, menos custos, oferecendo seus serviços de graça e com código aberto?
O presidente da China, Xi Jinping, à esquerda, e o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, posam para fotos com seus acordos bilaterais no palácio da Alvorada em Brasília, Brasil, em novembro de 2024. AP photo/Eraldo Peres

Parcerias Brasil‑China: navegando no tabuleiro geoeconômico internacional

Estratégias, desafios e oportunidades na construção de laços econômicos e diplomáticos no cenário global.
Soldados dos EUA durante exercício no Centro de Treinamento de Prontidão Conjunta, em Fort Johnson, Louisiana: Planos do Project 2025 para o governo Trump perpetuam visão expansionista e de altos gastos militares que podem ser incompatíveis com a atual conjuntura geoplítica inrternacional. Army Spc. Isaiah Mount / Departamento da Defesa dos EUA

Project 2025: em meio a tensões geopolíticas, como os EUA pensam em conter o fantasma da ameaça militar chinesa

Identificando o declínio dos investimentos militares norte-americanos dos últimos anos, projeto de governo conservador dos EUA propõe aumento acentuado de investimentos em Defesa.

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