A tripulação do submarino nuclear Bryansk, da Marinha russa, realizando exercícios no Atlântico Norte: frota passou mais de um mês mapeando cabos e dutos submersos que transmitem dados digitais entre diversos países do Ocidente.
Foto: Serviço de Imprensa do Ministério da Defesa da Rússia
É pelos cabos submarinos de fibra ótica que transitam 95% do tráfego intercontinental de dados, e garantir sua segurança é uma tarefa difícil
Mísseis balísticos russos RS-24 Yars desfilam pela Praça Vermelha durante uma parada militar do Dia da Vitória em 2020: sem as limitações do tratados, os dois países podem dobrar seu número de armas em questão de meses, e outras nações podem buscar desenvolver ou fabricar suas próprias armas.
Alexander Zemlianichenko/AP
A expiração do tratado dará um fim definitivo e alarmante à contenção nuclear entre as duas potências.
Trump e Putin: apesar da aparente aproximação atual entre EUA e Rússia, a percepção de Moscou como uma ameaça ao Ocidente se mantém desde ao fim da Guerra Fria, mais como um reflexo das políticas dos EUA do que como uma realidade objetiva.
AP Photo/Evan Vucci)
Desde o fim da Guerra Fria, a percepção de Moscou como uma ameaça ao Ocidente existe mais como um reflexo das políticas dos EUA do que como uma realidade objetiva
Reeleita para a presidência do Novo Banco do Desenvolvimento (NDB) até 2030, Dilma terá a chance de fortalecer estratégia de aumento da autonomia financeira dos países-membros do BRICS.
Reuters/Folhapress
Reeleita para a presidência do Novo Banco do Desenvolvimento (NDB) até 2030, Dilma terá a chance de fortalecer estratégia de aumento da autonomia financeira dos países-membros do BRICS
Donald Trump, Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin: sob a lógica da segurança como ativo de negociação, busca por vantagens estratégicas superará compromissos normativos na geopolítica mundial.
AP Photo/Aurelien Morissard (Trump e Zelensky, e Pavel Bednyakov (Putin)
Sob Trump, os EUA reconfiguram a segurança como um ativo negociável, descartando alianças baseadas em valores comuns e adotando uma lógica transacional, baseada na imposição e na força
O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, presenteia o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, com um ícone religioso pintado na tampa de uma caixa de munição.
EPA-EFE/Ukranian presidential press service
Vladimir Putin agora terá que ponderar como manter uma redefinição com os EUA e, ao mesmo tempo, pressionar por mais sucesso militar no campo de batalha.
“Reagan teria odiado isso”, diz o cartaz da ativista em protesto nesta quarta-feira na frente da embaixada estadunidense em Kiev, capital da Ucrânia.
AP Photo/Efrem Lukatsky
Personagem até há pouco improvável no conflito, Donald Trump demoliu 80 anos de liderança americana do pós-guerra ao tornar-se aliado da Rússia e de países que os EUA consideravam adversários
Reunião de cúpula do BRICS em Kazan, na Rússia, no ano passado: mais em evidência do que nunca, bloco põe à prova sua capacidade de resistir às pressões externas e reconhecer as diferenças entre seus membros não mais como obstáculos, mas como valores fundamentais para a construção de uma nova ordem mundial marcada pela multipolaridade. Próximo encontro do grupo é em julho, no Brasil.
Alexander Nemenov, AP Photo
Mais em evidência do que nunca, grupo põe à prova sua capacidade de resistir às pressões externas e reconhecer as diferenças entre seus membros como valores fundamentais para a construção de uma nova ordem mundial
Um míssil balístico intercontinental Yars é testado na plataforma de lançamento de Plesetsk, no noroeste da Rússia. Embora Suécia e Noruega tenham distribuído panfletos instruindo a população a estar preparada para a guerra, é improvável que a Rússia queira expandir a guerra que trava na Ucrânia.
AP
Por hora, não parece haver um motivo real que justifique o interesse russo por iniciar uma invasão à Europa. Com a grande mobilização das tropas na Ucrânia, a abertura de uma frente contra a OTAN não parece ser a melhor estratégia.
O legado de Alexei Navalny continuará vivo.
Ian Langsdon/AFP via Getty Images
Alexei Navalny, um persistente espinho no lado do presidente russo Vladimir Putin, morreu em 16 de fevereiro de 2024, na prisão, informaram as autoridades.
Doutorando do Programa Interinstitucional (UNESP/Unicamp/PUC-SP) em Relações Internacionais San tiago Dantas e do Grupo de Estudos de Defesa e Segurança Internacional, Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Professor Titular em Segurança Internacional e Resolução de Conflitos e vice-coordenador do Instituto de Políticas Públicas e Relações internacionais (IPPRI), Universidade Estadual Paulista (Unesp)
PhD by the Intelligent Systems Research Centre of the School of Computing and Digital Media of London Metropolitan University e servidor público, Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer