Grandes reservas não são as únicas a desempenhar um papel importante no equilíbrio ambiental das cidades. Parques urbanos menores, muitas vezes ignorados, também podem oferecer importantes serviços ecossistêmicos. O Parque Natural Municipal do Gericinó, em Nilópolis, na Baixada Fluminense, tem menos de 1 km² de extensão e é um exemplo desse potencial.
Foto de divulgação / Prefeitura de Nilópolis
Estudos da UFRJ e da Universidade Veiga de Almeida investigam desde 2010 como as áreas verdes da Região Metropolitana do Rio de Janeiro contribuem para mitigar as mudanças climáticas, melhorar a qualidade do ar e promover a saúde pública
A Terra está ultrapassando o limite de 1,5°C estabelecido no Acordo de Paris, além do qual os cientistas preveem danos catastróficos aos sistemas que sustentam a vida em nosso planeta.
As promessas do recém-empossado presidente dos EUA, Donald Trump, de retirar o país do Acordo de Paris e aumentar a extração de combustíveis fósseis vão contra as medidas necessárias para mitigar as mudanças climáticas.
Duas pessoas caminham pela água lamacenta de enchente em uma estrada na Espanha: em 2024, a Terra teve o ano mais quente já registrado pelo quarto ano consecutivo, fenômeno está mudando a forma como a água se move em nosso planeta e causando estragos generalizados.
EPA/MIGUEL ANGEL POLO
De rios secos a plantações e cidades inundadas, o aumento das temperaturas em 2024 causou estragos no ciclo da água, desafio tanto para as pessoas quanto para a natureza
O anúncio da COP30 no Brasil durante a reunião de encerramento da COP29, no Azerbaijão: desde 1972, conferências, acordos, protocolos e metas se sucedem, mas a eficiência destas iniciativas sobre os efeitos das mudanças climáticas ainda é pouco significativo.
AP Photo/Sergei Grits
Conferência de Estocolmo, Rio-92, Protocolo de Kyoto, Acordo de Paris, Objetivos do Milênio: reuniões de cúpula e documentos cheios de boas intenções se sucedem desde 1972, enquanto a humanidade segue sofrendo com os efeitos cada vez maiores das mudanças climáticas
Leito seco de um lago: mudanças climáticas, somadas ao uso excessivo de água e projetos de irrigação, estão levando ao desaparecimento de corpos d'água interior ao redor do mundo.
Vladimir Konstantinov/Shutterstock
O crescente consumo de água pela sociedade, exacerbado pelas mudanças climáticas, está esgotando lagos e mares em todo o mundo.
Viagem liderada por brasileiros será inédita porque vai tentar chegar o mais perto possível da costa da Antártica em diferentes pontos que ainda não foram estudados pela ciência.
Foto: Divulgação
Mais de 60 pesquisadores de sete países embarcam em uma expedição científica em busca de dados vitais para o futuro do planeta
Icebergs derretendo no Oceano Ártico: desaceleração da Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico (AMOC, na sigla em inglês) terá consequências para o clima e os ecossistemas de todo mundo.
Mozgova, Shutterstock
Pesquisas mostram desaceleração da Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico (AMOC, na sigla em inglês) terá consequências para o clima e os ecossistemas de todo mundo.
Manifestantes em Baku protestam por mais financiamentos e menos empréstimos para iniciativas contra o aquecimento global: Países desenvolvidos não aceitam mecanismos de transferência de renda para ajudar as nações em desenvolvimento a reduzir emissões.
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Países desenvolvidos não aceitam mecanismos de transferência de renda para ajudar os países em desenvolvimento a reduzir suas emissões e realizar a necessária transição energética para construírem economias de baixas emissões de carbono
Manifestante exibe um prato vazio com uma mensagem aos líderes do G20 sobre a fome, durante protesto numa das prévias da reunião de cúpula no Rio de Janeiro: como presidente do encontro, Brasil pode liderar ações para mitigar efeitos das mudanças climáticas sobre o funcionamento das cadeias de suprimentos ao redor do mundo, que podem afetar a economia, a saúde e a segurança alimentar globais.
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Como detentor da presidência do G20, o Brasil tem uma oportunidade de assumir um papel de liderança na construção de resiliência e na mitigação de riscos no comércio global
A “Zona Verde”, área da COP29 onde organizações internacionais compartilham ideias sobre redução das emissões de carbono: Pesquisa recente revela que muitas empresas praticam a chamada “lavagem verde” comprando créditos de carbono baratos de projetos de compensação de baixa qualidade. Regulamentação do mercado anunciada esta semana no Azerbaijão pode mudar este quadro.
AP Photo/Sergei Grits
Na semana em que a COP29 anuncia a proposta de regulamentação de um mercado mundial de carbono, um mergulho nas práticas de 866 empresas de capital aberto e 1.413 projetos de créditos de carbono revela quais dependem de compensações baratas e quais realmente optam por reduzir suas próprias emissões
Permafrost sob a tundra, mostrando o solo congelado sob as plantas: região estoca um quantidade fenomenal de carbono, mais de 1 trilhão de toneladas, ou o dobro de todas as florestas e solos tropicais.
Margo Photography, Shutterstock
Queríamos descobrir a quantidade de carbono e nitrogênio que está sendo liberada pelo permafrost do norte e fizemos o primeiro balanço completo de gases de efeito estufa da região
Bombeiro combatendo um incêndio florestal na Califórnia: dos 35 “sinais vitais” da Terra, como extensão do gelo marinho e situação das florestas, 25 estão em níveis preocupantes.
Noah Berger/AP
Toda a civilização humana surgiu durante condições climáticas excepcionalmente benignas. À medida que as mudanças climáticas se intensificam, estamos começando a ver o que pode acontecer
Pessoas fugindo da passagem do furacão Milton perto de Naples, Flórida: quase todos os caminhos modelados para limitar o aquecimento global a 1,5°C envolvem a transgressão temporária dessa meta do Acordo de Paris, confiando em tecnologias de remoção de carbono que não existem.
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A superação de 1,5°C de aquecimento global não pode ficar para ser desfeita depois, confiando em tecnologia, terra e recursos que não existem.
Pescadores em Mayotte, onde o idioma local Maore não tem palavras que traduzam facilmente “mudança climática”. As palavras que usamos para discutir esses efeitos podem fazer uma grande diferença na forma como as pessoas entendem os riscos e a necessidade de escolhas mais sustentáveis.
Mwanasimba via Wikimedia
Em uma ilha africana, onde um dos idiomas locais não tem palavras consagradas para mudança climática, um pesquisador descobre lições para todos ao discutir a mudança climática
Porto Alegre inundada pelas chuvas de maio de 2024: Estudos mostram que a percepção de riscos ambientais por parte das populações varia de acordo com fatores socioeconômicos, e é preciso encontrar caminhos para comunicar o perigo de desastres de forma mais integrada e eficiente.
AP Photo/Carlos Macedo
Estudos de percepção de risco deveriam ser sistemáticos a fim de encontrar caminhos estratégicos para melhor comunicar a população sobre prevenção em um contexto de eminente crise climática
Os Jogos Olímpicos de Paris são um exemplo do que os grandes eventos esportivos podem fazer para reduzir seu impacto sobre o meio ambiente e promover soluções de sustentabilidade para um público global.
AP Photo/Michel Euler
Os Jogos Olímpicos de 2024 estão apostando tudo em energia renovável, materiais reciclados e muito mais para reduzir sua pegada de carbono. Eles são um teste de como os grandes eventos podem ser melhores para o meio ambiente.
Invisíveis: não se sabe exatamente quantos brasileiros estão se mudando neste momento devido às mudanças climáticas atuais, porque não existem sistemas centralizados de registro para monitorá-los.
AP Photo/Carlos Macedo
Nas últimas duas décadas, pelo menos 8 milhões de brasileiros migraram devido a tempestades, inundações, incêndios florestais, secas ou aumento do nível do mar.
Se a Austrália quiser manter o status de patrimônio mundial da Grande Barreira de Corais - na verdade, se quiser preservar o recife - devemos agir agora para evitar mais mortes de corais.
O Znamia-2, implantado em 1993, é o único refletor solar que já foi lançado ao espaço: para limitar o fluxo de radiação solar, precisaríamos cobrir uma área muito maior do céu do que esse satélite foi capaz.
RSC Energia/Wikimedia Commons
A tecnologia nos permitirá influenciar o clima em escala global? Vamos dar uma olhada em duas ideias: guarda-sóis espaciais e lançamento de aerossóis na atmosfera