Articles on Psicologia

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Casos como da “visão cega”, provocada por danos no cérebro, e da “cegueira por desatenção” servem de argumento de uma candidata a teoria da consciência conhecida como “teoria do espaço de trabalho neuronal global”. Kitreel/Shutterstock

Visão: o que vemos e o que não conseguimos ver nos diz muito sobre a consciência humana

A informação que os seus olhos captam é apenas parte da história, e fenômeno está na base de uma das hipóteses para uma “teoria da consciência”
Ver duas pessoas bocejando ao mesmo tempo aumenta a probabilidade de você ser contagiado pelos bocejos delas (e ler a palavra “bocejo” também causa contágio). Então, você pode contar quantas vezes bocejou enquanto lia este texto… Quantas serão? (Andrey Sayfutdinov/Shutterstock)

Por que quando alguém boceja acabamos bocejando também?

A capacidade contagiosa do bocejo é quase universal entre os seres humanos, e sua existência parece responder a sinais ancestrais desenvolvidos para aumentar a sobrevivência dos grupos.
O macaquinho Punch abraça seu orangotango de pelúcia: situação de abandono e cativeiro apela a um senso universal de justiça que o ambiente digital transforma em um produto de consumo estético seguro. Sana Muhy Ud Din/Shutterstock

Por que o caso do macaquinho Punch nos parte o coração?

Punch se apresenta como o veículo ideal para o que a ciência denomina de “contágio moral”, em que sua situação de abandono e cativeiro apela a um senso universal de justiça
Num mundo muitas vezes descrito como “líquido”, de laços mais frágeis, trajetórias de vida menos lineares, referências filosóficas e religiosas mais diluídas e uma sensação de incerteza que se tornou quase estrutural, uma tatuagem pode funcionar como uma resposta a uma crise de significado. Rawpixel.com/Shutterstock

Por que nos tatuamos?

Em uma era marcada pela instantaneidade e modismos passageiros, optamos por fixar algo “para sempre” em nossa pele: razões históricas, sociológicas e psicológicas explicam esse comportamento
Saiba por que em ambientes altamente formais, como igrejas, tribunais, funerais, o riso pode se tornar incontrolável quanto mais você tenta reprimi-lo, e quase impossível de conter quando outras pessoas percebem e se juntam. michaelheim/Shutterstock.com

A neurociência do riso incontrolável e em situações inadequadas

Reprimir o riso em ambientes solenes pode sair pela culatra. Veja o que a ciência do cérebro diz sobre por que as “risadas na igreja” parecem incontroláveis
Categoria descreveria pessoas autistas com mais de 8 anos que têm pouca ou nenhuma linguagem (falada, escrita, por sinais ou por meio de um dispositivo de comunicação), QI inferior a 50 e que precisam de supervisão e apoio 24 horas por dia. Pollyanna Ventura/Getty Images

Novo diagnóstico de “autismo profundo” pode mudar políticas de apoio

Cada criança autista tem pontos fortes e necessidades individuais. Uma nova pesquisa investiga como a categoria “autismo profundo” pode afetar o diagnóstico e o apoio a essas crianças.
Trabalhos recentes estão oferecendo um vislumbre de um futuro mais otimista para a redução do comportamento agressivo e antissocial associado à psicopatia. Raw Pixel/Shutterstock

Psicopatas podem mudar?

Avanços nas pesquisas estão mostrando que uma compreensão mais profunda da psicopatia pode ajudar a criar intervenções mais eficazes
O impacto do bullying na vida de adolescentes não se limita ao momento da agressão nem ao espaço escolar. Trata-se de uma experiência que pode deixar marcas profundas e duradouras, influenciando trajetórias emocionais, sociais e até profissionais. Imagem: Freepik

Educação: pesquisa avalia níveis de bem‑estar, bullying e vitimização em escolas brasileiras

A influência combinada de assédio psicológico, agressões físicas e apelidos ofensivos alterou a percepção de bem-estar de parcela significativa dos 1.766 estudantes avaliados no estudo, feito por meio de autorrelatos
Pesquisa revela que não existe uma regra única que sirva para todos, como “pare de pensar demais” ou “pense com mais cuidado”, quando se trata de tomada de decisões. pexels/karola g

Refletir sobre decisões pode aumentar ou diminuir confiança

Está questionando suas decisões? Veja como isso pode prejudicar (e, às vezes, ajudar) sua confiança.
Costumamos pensar que a memória funciona como uma espécie de arquivo, mas ela não reproduz o passado: ela o reconstrói, com cada lembrança sendo uma versão atualizada do que vivemos, filtrada pelo que somos hoje. jon tyson /unsplash

Recordar para seguir em frente: por que idealizamos o passado?

Fotos que comparam 2016 e 2026 que tomaram as redes sociais mostram como a memória reconstrói o passado e o torna mais agradável para enfrentar o presente
Vários estudos têm constatado um crescimento significativo dos riscos da internet para os menores de idade, com uma queda constante na idade em que jovens e crianças têm um celular, se conectam, consomem pornografia ou se cadastram em uma rede social. Wirestock Creators/Shutterstock

Proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos realmente os protege?

A discussão sobre limitar a idade de acesso às redes sociais na Espanha trouxe de volta ao centro do debate uma questão incômoda: quem realmente protege crianças e adolescentes na internet?
Nos símbolos universais do autismo, a evolução sobre a compreensão do transtorno: o mais antigo, um quebra-cabeça, sinaliza a dificuldade da sociedade de compreender as pessoas do espectro. Depois, a fita da conscientização, criado em 1999, que representa a diversidade e a inclusão dos autistas na sociedade. Por fim, o símbolo do infinito, elaborado pela própria comunidade autista, que expressa a esperança e o potencial de crescimento das pessoas com TEA. Reprodução / Internet

Neurociência e estudos de biologia evolutiva indicam: autismo pode ser o próximo passo da evolução humana

Pesquisas apontam que o aumento do percentual de indivíduos com capacidades excepcionais de sistematização e reconhecimento de padrões sugere que o futuro da organização social humana poderá ser profundamente influenciado pela neurodivergência
Entender o que é e como funciona o “rage bait”, escolhido a Palavra do Ano pelo Dicionário Oxford, pode ajudar a evitar que a raiva influencie e molde seu comportamento e o que você vê nas redes sociais. Jack_the_sparow/Shutterstock

“Rage bait”: a psicologia por trás das postagens mais enfurecedoras das redes sociais

Entender o que é e como funciona o “rage bait” (“isca de raiva”, em tradução literal) pode ajudar a evitar ser manipulado pelo conteúdo das redes sociais
Estudo envolvendo conceito de propriedade corporal mostra que a consciência parece ter acesso contínuo e privilegiado às informações relevantes sobre o que acontece com nosso corpo, contrariando noção de que este é um processo inconsciente. Inna_Kandybka/Shutterstock

Por que nossos corpos físicos podem ser parte essencial da experiência de consciência

A sensação do cérebro de que “este é o meu corpo” está intimamente ligada à consciência – muito mais do que muitas teorias supõem.
Fantasmas podem ser uma forma de explicar uma experiência estranha durante o sono: mais que imunes a evidências contrárias, antropólogo sugere que experiências podem levar pessoas a pensar que suas crenças extraordinárias são verdadeiras. 'The Nightmare' by Johann Heinrich Füssli/Wikimedia Commons

Terraplanismo, espíritos e teorias da conspiração: como a experiência pode moldar mesmo crenças extraordinárias

Pensamento conspiratório, crenças sobrenaturais e pseudociências podem parecer imunes às evidências, mas um antropólogo sugere que crenças extraordinárias podem ser sustentadas pela experiência individual.
Escrever é uma maneira tanto de pensar como de agir: estado de presença que a escrita pode provocar não é apenas um sentimento abstrato e reflete uma atividade complexa no sistema nervoso. AscentXmedia/iStock via Getty Images Plus

Escrever desenvolve a resiliência ao alterar o cérebro, ajudando a enfrentar os desafios do dia a dia

A resiliência é frequentemente apresentada como um ato de coragem e resistência. Mas práticas cotidianas, como escrever um diário, redigir um texto ou mesmo fazer uma simples lista de tarefas, são manifestações da capacidade de adaptação.
O tempo não é uma ilusão, ao contrário das ilusões de ótica que enganam os seus olhos: não há nada para “enganar”, porque não tem base física. BSIP/UIG Via Getty Image

O que é o tempo? Em vez de algo que “flui”, filósofo sugere que é uma projeção psicológica

O tempo é real ou uma ilusão? A melhor resposta pode “ser nem um, nem outra”: tanto a física quanto a filosofia sugerem que o tempo é uma projeção da mente sobre uma realidade atemporal.

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