Atalhos e vieses cognitivos influenciam a forma como pensamos e prevemos resultados de partidas para além da preferência por um ou outro time ou seleção, em um exemplo da chamada “economia comportamental”.
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Atalhos mentais e vieses cognitivos nos levam a errar ao tentar prever o resultado de uma partida e são um bom exemplo da chamada “economia comportamental”
Embora os pesquisadores tenham descoberto que a interação com um animal de estimação estava associada a uma melhora de humor a curto prazo, sem importar a espécie, enquanto os cães simplesmente não pareciam ajudar no estresse, os gatos pareciam piorar a situação.
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Tanto os cães quanto os gatos proporcionam uma breve melhora no humor, mas parece que apenas um deles também pode aumentar seus níveis de estresse
O norueguês Erling Haaland comemora ao marcar o primeiro gol de sua equipe durante partida da fase de grupos da Copa do Mundo contra o Iraque, em 16 de junho de 2026: psicólogo do esporte analisa características que ajudam no sucesso no futebol moderno.
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Um psicólogo do esporte analisa as perturbações, a criatividade tática e a divagação mental controlada que ajudam no sucesso no futebol moderno
Entre as múltiplas formas de angústia relacionadas ao tempo, aquilo a que chamamos de “cronofobia”, tem entre uma de suas manifestações mais frequentes e estudadas a ansiedade em relação ao envelhecimento.
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Embora o tempo seja uma experiência pessoal, preocupar-se demais com seus estragos, bem como com a incerteza em relação ao futuro, pode nos afetar até biologicamente
Expressão emocional dos homens no futebol se organiza dentro de uma estrutura de adesão ao grupo, oposição ao rival, afirmação territorial e demonstração de resistência, numa masculinidade patriarcal que continua a valorizar o controle, a dureza, a superioridade e a capacidade de se impor.
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A Copa do Mundo de 2026 não vai apenas despertar emoções: ela também vai trazer à tona as formas de masculinidade que o futebol ajuda a moldar, que vai da misoginia ao igualitarismo
A principal característica destas experiências é uma forte sensação de pertencimento ou de estar “de volta ao lar”, que muitas vezes se traduz em uma profunda sensação de fusão com tudo: profissionais de saúde devem validar e explorar essas experiências com abertura e sem julgamentos.
(Andrea Proaño-Muñoz)
O que cinco décadas de pesquisa nos ensinaram sobre o que experimentam pessoas que conseguiram “sobreviver” à morte e como lidar com pacientes que passam por isso
insatisfação corporal também está presente na população masculina e estudos recentes indicam que ela está associada à percepção do próprio corpo, à comparação social e ao bem-estar psicológico, bem como a comportamentos relacionados à alimentação ou à musculatura.
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Estudos mostram que a insatisfação com o corpo não é exclusiva das mulheres; ela também está presente nos homens e influencia sua alimentação, musculatura e bem-estar emocional
Escritório de uma empresa contemporânea de tecnologia: quanto mais liberdade e flexibilidade um grupo social tolera, maior tende a ser seu potencial de inovação.
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Sociedades mais flexíveis tendem a ser mais criativas, mas pagam o preço da desorganização
Experimento feito com usuários de redes sociais mostra que mensagens falsas, quando compartilhadas por amigos e parentes próximos, têm altas chances de serem passadas adiante. Foto: Envato.
Experimento feito com usuários de redes sociais mostra que mensagens falsas, quando compartilhadas por amigos e parentes próximos, têm altas chances de serem passadas adiante
Numa época em que recorremos à IA para conversar ou buscar apoio, o benefício também é humano, com as plantas oferecendo uma vantagem insuperável em relação aos algoritmos: um gerânio nunca lhe dará um conselho errado.
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Ao interagir com suas plantas, você pode acabar dando a elas a atenção de que precisam para crescerem melhor e mais saudáveis
Toda cultura tem um termo para isso, e toda cultura culpa outra pessoa, mas alguns psicólogos argumentam que ato é uma estratégia de enfrentamento, preservando a energia social especialmente de pessoas que sofrem com ansiedade ou são neurodivergentes.
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Trudy Meehan, RCSI University of Medicine and Health Sciences
Sair de uma festa sem se despedir pode parecer indelicado, mas para algumas pessoas é a diferença entre manter o contato e ficar socialmente esgotado
Grupo de pesquisadores Uerj, Unicamp, Universidade Federal da Fronteira do Sul e da Universidade de Groningen, da Holanda, desenvolveu um curso baseado em música para discutir emoções em Medicina. A proposta foi simples e, ao mesmo tempo, inovadora. A ideia foi utilizar uma atividade pedagógica baseada em música para promover reconhecimento, expressão e regulação das emoções.
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Embora o currículo dos cursos de medicina inclua disciplinas como ética e psicologia, tradicionalmente o espaço para reconhecer e manejar as próprias emoções permanece limitado entre os profissionais de saúde. Pesquisadores brasileiros trabalham para quebrar esse perigoso paradigma
Estudos de neurociência, psicologia social e comunicação comprovam que o uso do nome próprio faz com que nosso cérebro reaja de forma única, com efeitos que podem transformar radicalmente a interação interpessoal.
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Ouvir alguém pronunciar o nosso próprio nome desencadeia reações neurológicas e psicológicas comprovadas pela Ciência
Busca não é só um exercício de observação, mas também de previsão: cérebro tenta adivinhar constantemente onde algo provavelmente está e direciona a atenção de acordo com isso.
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Seu cérebro não está apenas olhando – ele está prevendo. É por isso que você pode ficar olhando fixamente para um objeto e, mesmo assim, não vê-lo
Pesquisa da PUC-Rio com jovens mulheres mostra como a ausência paterna pode afetar autoestima, vínculos afetivos e a forma de lidar com rejeições ao longo da vida - mas também aponta caminhos de elaboração e transformação.
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Levantamento da PUC-Rio com jovens mulheres mostra como a ausência paterna pode afetar autoestima e vínculos afetivos - mas também aponta caminhos de elaboração e transformação
Ainda que os cortes sejam feitos pelo adolescente em outros ambientes, como em casa, é na escola que eles com frequência são vistos pela primeira vez. Estudiosos indicam que os profissionais de ensino em geral são os primeiros adultos a perceberem as lesões.
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Diante do sentimento de despreparo dos educadores em lidar com o comportamento autodestrutivo de adolescentes, alguns profissionais apostam na relação afetiva como uma estratégia de acolhimento
Julgamento é umj ponto de inflexão no debate global sobre a responsabilidade das gigantes da tecnologia, apontando que o próprio design das plataformas sociais pode dar origem à responsabilidade pelo produto, não pelo que os usuários publicam nelas, mas por como foram construídas.
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Ação judicial contra Meta e Google se desviou da questão da responsabilidade pelo conteúdo e se concentrou nas alegações de que as próprias plataformas de mídia social são prejudiciais por natureza
Situação piora em ambientes barulhentos, onde esforço para entender falas ocupa capacidade cognitiva normalmente usada para sustentar poderes de previsão que funcionam como compensação à perda auditiva, o que pode levar a isolamento social e afetar saúde mental, física e cognitiva .
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Costumamos pensar que a conversação é algo fácil, mas na verdade é uma dança bem sincronizada entre ouvir e falar
Expressão pseudocientífica é usada para promover uma retórica misógina, preconceituosa e violenta baseada em um conceito equivocado de masculinidade, que seria necessariamente hierárquica e agressiva.
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Alcançar um status de “alto valor” não é visto apenas como a chave para o sucesso na vida, mas também para atrair mulheres de “alto valor”.
Casos como da “visão cega”, provocada por danos no cérebro, e da “cegueira por desatenção” servem de argumento de uma candidata a teoria da consciência conhecida como “teoria do espaço de trabalho neuronal global”.
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Profesora de la Facultad de Ciencias de la Salud de la Universidad Internacional de Valencia - Codirectora de la Cátedra VIU-NED de Neurociencia global y cambio social - Miembro del Grupo de Investigación Psicología y Calidad de vida (PsiCal), Universidad Internacional de Valencia
Professora Associada no Departamento de Cognição e Desenvolvimento, no Instituto de Psicologia e no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social (mestrado e doutorado), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)