Estudo da UFRJ mostra que mulheres são mais propensas do que homens a desfechos adversos induzidos como ansiedade e depressão.
Aplicativos e sites que estimulam a produção de dopamina são relativamente novos e ainda não há pesquisas específicas sobre até que ponto eles podem servir como “porta de entrada” para comportamentos mais arriscados. Mas estudos com outros tipos de sites apontam que isso é provável, como já foi observado com as apostas online.
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Mesmo quando um aplicativo é gratuito há desvantagens a serem consideradas, incluindo o fato de que suas escolhas podem ajudar os anunciantes a direcionar melhor suas campanhas para você na vida real
A promessa era facilitar encontros, mas os resultados mostraram mais rotatividade sexual, dificuldade em encontrar relacionamentos estáveis e um mercado amoroso ainda mais competitivo.
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A promessa era facilitar encontros, mas os resultados mostraram mais rotatividade sexual, dificuldade em encontrar relacionamentos estáveis e um mercado amoroso ainda mais competitivo
Dados do Banco Central mostram que 85% dos apostadores online brasileiros pertencem à metade mais pobre da estrutura de renda do país. As regulamentações atuais seguem imputando ao público a responsabilidade de evitar prejuízos com bets, ao mesmo tempo em que segue permitindo que os sites de apostas sejam desenhados para incentivar a adicção e os riscos. É necessário regular o produto, e não apenas o usuário.
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Thiago Falcão, Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
As regulações das bets transferem ao jogador a responsabilidade por conter um comportamento que as plataformas são desenhadas para incentivar
Experimentos recentes indicam que se as pessoas deixarem de acreditar no livre arbítrio elas terão comportamentos negativos , mas resultados podem estar sendo influenciados pela maneira como se manipula a crença no livre arbítrio e as circunstâncias em que eles são realizados.
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Pesquisas revelam que, quando se leva as pessoas a duvidarem do livre arbítrio, coisas ruins acontecem — incluindo trapaças e agressões. Mas será que isso se sustenta?
Estimativas apontam para cerca de 11 milhões de jovens e adultos que jogam de forma a criar para si próprios problemas emocionais, familiares, econômicos ou com o trabalho e são classificados como jogadores de risco.
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Os antigos bingos e caça-níqueis exigiam deslocamento físico. Era necessário sair de casa, entrar em um estabelecimento e permanecer naquele ambiente para jogar. As apostas online mudaram completamente essa lógica
Experimento feito com usuários de redes sociais mostra que mensagens falsas, quando compartilhadas por amigos e parentes próximos, têm altas chances de serem passadas adiante. Foto: Envato.
Experimento feito com usuários de redes sociais mostra que mensagens falsas, quando compartilhadas por amigos e parentes próximos, têm altas chances de serem passadas adiante
A universalidade histórica do suicídio sugere que os circuitos neurais que o permitem podem não ser apenas alterações patológicas da neuroquímica cerebral. Eles podem também corresponder a um comportamento evolutivo preservado na espécie e posteriormente deturpado pelos estressores modernos, mesmo contrariando os princípios da evolução.
Para a biologia evolutiva, o suicídio traz um paradoxo intrigante: se a seleção natural favorece a sobrevivência e a reprodução, conforme a teoria de Darwin (1859), por que o cérebro humano manteve mecanismos capazes de permitir que o indivíduo se autodestrua?
As mensagens que as crianças recebem sobre como expressar adequadamente seu gênero as acompanham até a idade adulta.
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As crianças aprendem desde cedo o que significa ser mulher ou homem. A forma como reagem às ameaças e o grau de conformidade com os estereótipos de gênero variam com a idade.
Mais do que um erro pontual, o viés de confirmação se manifesta como uma espécie de defeito de fábrica: não é um problema de inteligência, mas um erro profundamente humano.
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O viés de confirmação é uma tendência sistemática da cognição humana que nos leva a raciocinar de forma menos eficaz, e o primeiro passo para evitá-lo é aprender a reconhecê-lo.
A cultura acumula camadas. Cada época deixa marcas — escolhas linguísticas, padrões de nomeação, formas de organização social. Elas revelam suas características, sua configuração, o modo como seus membros pensavam. O que antes parecia uma foto, agora parece um filme que mostra as mudanças ao longo do tempo.
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Descrever mudanças culturais é fácil, o difícil é explicá-las. É aqui que entra a psicologia social
Pesquisa da PUC-Rio com jovens mulheres mostra como a ausência paterna pode afetar autoestima, vínculos afetivos e a forma de lidar com rejeições ao longo da vida - mas também aponta caminhos de elaboração e transformação.
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Levantamento da PUC-Rio com jovens mulheres mostra como a ausência paterna pode afetar autoestima e vínculos afetivos - mas também aponta caminhos de elaboração e transformação
A maioria dos casamentos polígamos são “poligínicos”, uma união entre um marido e várias esposas.
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Histórias simplistas sobre os perigos da poligamia podem ser convincentes e intuitivas, mas novas pesquisas sugerem que alguns argumentos sobre seus malefícios não se sustentam.
Este estudo desafia a ideia de que o casamento é automaticamente bom para a saúde do cérebro. Em vez disso, ele sugere que o efeito dos relacionamentos sobre a demência é muito mais complexo. O que importa pode não ser o status do seu relacionamento, mas o quanto você se sente apoiado, conectado e realizado.
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Estudo mapeia principais motivações para padrões de consumo heterodoxos e abre caminho para identificar intervenções psicoeducativas ou clínicas mais efetivas frente ao problema, sem recorrer a julgamentos morais
“Parte essencial da crise global de saúde mental entre menores de idade”: é dessa forma que os estudos mais recentes indicam a gravidade da dependência de celulares e redes sociais apresentadas pelas novas gerações. Pela primeira vez, os registros de ansiedade entre crianças e jovens superaram os de adultos.
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Cientistas alertam que o uso descontrolado de smartphones e de redes sociais tem afetado a saúde mental dos jovens, criando uma “geração ansiosa” e um cenário cada vez mais grave e com características de epidemia
Muitos turistas prestes a viajar sentem que sua aventura começa no aeroporto, o que os faz chegar lá com um estado de espírito diferente, ansiosos para começar dias de hedonismo e relaxamento. Outras pessoas sentem ansiedade ao voar, o que pode levá-las a agir de forma agressiva.
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As fronteiras nacionais, o tempo e o lugar se dissolvem nos aeroportos, deixando algumas pessoas muito ansiosas, enquanto outras se sentem liberadas.
As queixas diárias estão correlacionadas com sintomas de ansiedade e depressão. Especificamente, com pensamentos intrusivos, ruminação, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental. Portanto, indivíduos que não param de reclamar de tudo tendem a ser mais pessimistas e menos resilientes diante das adversidades.
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Quando se torna constante, a reclamação pode prejudicar nossa saúde mental, mas há estratégias para mudar nossa atitude.
A cantora Pablo Vittar se apresenta na Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo, em junho passado: a essência da discussão sobre identidade de gênero está na constatação de que a função dos papéis de gênero pode não ser apenas procriativa, e que o exercício da sexualidade possa subverter e transcender a lógica da dimensão biológica do ser.
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Assim como não é possível afirmar que o sexo biológico determina a identidade de gênero, também ainda não é possível afirmar que ambos sejam fenômenos dissociados.
Helen Mirren, no papel de Caesonia no controvertido filme Caligula, do diretor italiano Tinto Brass, lançado em 1979.
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Em nossa imaginação, as orgias e a antiguidade greco-romana estão intimamente ligadas, graças aos filmes de vários graus de erotismo que apresentam imperadores excêntricos. Mas qual é a realidade?
Profesora de la Facultad de Ciencias de la Salud de la Universidad Internacional de Valencia - Codirectora de la Cátedra VIU-NED de Neurociencia global y cambio social - Miembro del Grupo de Investigación Psicología y Calidad de vida (PsiCal), Universidad Internacional de Valencia