Articles on Ansiedade

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Estudo investigou formas de acompanhar os níveis de ansiedade de maneira contínua e pouco invasiva, para tentar abrir novas possibilidades para a pesquisa em saúde mental. Imagem: Ketut Subiyanto/Pexels

O que os movimentos do corpo podem revelar sobre os níveis de ansiedade?

Pesquisa da Universidade Federal Fluminense investigou o nível de ansiedade de alunos com auxílio de smartwatches
O DSM-6 tentará integrar a neurobiologia à forma como os médicos diagnosticam e tratam os transtornos psiquiátricos: parte do desafio de encontrar um biomarcador para doenças mentais está na influência significativa do ambiente. rudall30/iStock via Getty Images Plus

Próxima edição da ‘Bíblia’ da psiquiatria vai usar pela primeira vez a biologia para entender transtornos mentais

Apesar dos avanços na neurociência, a biologia subjacente às doenças mentais continua um mistério
A cor que acreditamos perceber e o efeito fisiológico da luz não são exatamente a mesma coisa: enquanto nosso cérebro decide se algo é azul, verde ou vermelho, outros circuitos tentam responder se é dia ou é noite. PsychoBeard/Shutterstock

Que efeito as cores têm no nosso cérebro?

Enquanto nosso cérebro decide se algo é azul, verde ou vermelho, outros circuitos tentam responder a uma pergunta muito mais básica: é dia ou é noite?
Entre as múltiplas formas de angústia relacionadas ao tempo, aquilo a que chamamos de “cronofobia”, tem entre uma de suas manifestações mais frequentes e estudadas a ansiedade em relação ao envelhecimento. Studio Romantic/Shutterstock

O paradoxo da cronofobia: como o medo da passagem do tempo nos faz envelhecer mais rápido

Embora o tempo seja uma experiência pessoal, preocupar-se demais com seus estragos, bem como com a incerteza em relação ao futuro, pode nos afetar até biologicamente
Toda cultura tem um termo para isso, e toda cultura culpa outra pessoa, mas alguns psicólogos argumentam que ato é uma estratégia de enfrentamento, preservando a energia social especialmente de pessoas que sofrem com ansiedade ou são neurodivergentes. Rawpixel.com

“Sair à francesa”: por que você pode estar certo em deixar uma festa sem se despedir

Sair de uma festa sem se despedir pode parecer indelicado, mas para algumas pessoas é a diferença entre manter o contato e ficar socialmente esgotado
Estudo feito no Brasil, em Portugal e na Espanha sobre os questionários padronizados e usados no mundo inteiro para avaliar possíveis diagnósticos de ansiedade e depressão mostram que o contexto linguístico e cultural pode alterar os resultados. Foto: Freepik

Ansiedade e depressão podem ser diagnosticados de formas diferentes, dependendo do país e da cultura

Pesquisas mostram que é preciso cautela antes de fazer comparações sobre qual país do mundo tem a população mais ansiosa. Problema tem características que podem variar de acordo com a cultura
A luta contra o celular nas salas de aula: proibição da prática é uma arma contra uma realidade que vem gerando uma epidemia de ansiedade e depressão. Para especialistas, enfrentá-la exige ações como a criação de ambientes que favoreçam o foco, o silêncio e o pensamento crítico. Foto: Rivaldo Gomes/Folhapress

Estratégias para promover o foco ajudam a enfrentar a crise de atenção dos jovens

Adolescentes que passam mais de três horas diárias nas redes têm o dobro do risco de ansiedade e depressão, agravado pelo uso precoce, que expõe o cérebro vulnerável à dependência da validação social
O excesso de estímulos promovido pelas redes sociais funciona como um gatilho que pode deflagrar dependência. Nessas situações, o cérebro passa a pedir cada vez mais recompensas rápidas, o que pode atrapalhar a atenção, o sono e o equilíbrio emocional, afetando o autocontrole e aumentando a ansiedade. AP Photo/Ahn Young-joon, Arquivo

Hiperconectados: a frágil fronteira entre o uso excessivo e a dependência digital patológica

A distinção entre essas situações não pode se basear somente na quantidade de horas passadas nas redes sociais. Ela exige uma análise criteriosa de profissionais especializados em psicologia e psiquiatria
O isolamento social geralmente piora o estado emocional das pessoas. Mas estudos recentes mostram que também pode melhorar significativamente o comportamento dos mais ansiosos.

Saúde mental: estudo mostra que isolamento social também pode aliviar sintomas de ansiedade e depressão

Pesquisa com cobaias mostra que o isolamento social geralmente piora o estado emocional de indivíduos comuns, mas melhora significativamente o comportamento dos mais ansiosos
Sentimento natural e importante em todo ser humano, a ansiedade passa a ser patológica quando começa a causar sofrimento, afeta relações pessoais, dificulta o convívio social e compromete o desempenho profissional. Shutterstock

As mil faces da ansiedade, transtorno cada vez mais epidêmico que já virou questão de saúde pública

Sentimento natural e importante em todo ser humano, a ansiedade passa a ser patológica quando começa a causar sofrimento, afeta relações pessoais, dificulta o convívio social e compromete o desempenho profissional
O jovem ator Amari Bacchus, da série Adolescência, interpreta um estudante que explica para o pai policial o papel das redes sociais e do uso de smartphones num caso de assassinato envolvendo colegas de escola: exemplo extremo da ficção que mostra como, na vida real, a hiperconectividade pode gerar ansiedade e afetar seriamente a saúde mental de pessoas com a personalidade em formação. Foto: Divulgação Netflix

Distraídos e ansiosos: porque a luta para manter o foco tornou‑se ato de resistência nas escolas e na sociedade

As novas tecnologias digitais, especialmente os smartphones, produzem um estado de conexão e alerta permanente que está diretamente ligado ao agravamento da ansiedade e ao prejuízo da saúde mental.
“Parte essencial da crise global de saúde mental entre menores de idade”: é dessa forma que os estudos mais recentes indicam a gravidade da dependência de celulares e redes sociais apresentadas pelas novas gerações. Pela primeira vez, os registros de ansiedade entre crianças e jovens superaram os de adultos. Foto: Freepik

Uso descontrolado de smartphones e redes sociais está transformando ansiedade em epidemia entre os jovens

Cientistas alertam que o uso descontrolado de smartphones e de redes sociais tem afetado a saúde mental dos jovens, criando uma “geração ansiosa” e um cenário cada vez mais grave e com características de epidemia
“Cogumelos mágicos” secos: apesar do potencial terapêutico de substâncias psicodélicas, como a psilocibina, evidências ainda não são claras e pesquisa enfrenta desafios como a quebra de cegamento. codzha/Shutterstock

Duas razões pelas quais sou cético quanto à ciência psicodélica

Há falhas fundamentais na pesquisa sobre psicodélicos, seu potencial ainda é intrigante
Mudanças de comportamento como apatia, falta de controle dos impulsos ou comportamento socialmente inadequado podem indicar risco de demência em pessoas com mais de 50 anos. (Shutterstock)

Indicadores precoces de demência: 5 mudanças de comportamento a serem observadas após os 50 anos

A demência não se manifesta apenas como um problema de memória. As pessoas com demência também podem ter problemas de aprendizado, compreensão e julgamento, mas também podem apresentar mudanças de comportamento.

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