Estudo investigou formas de acompanhar os níveis de ansiedade de maneira contínua e pouco invasiva, para tentar abrir novas possibilidades para a pesquisa em saúde mental.
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Pesquisa da Universidade Federal Fluminense investigou o nível de ansiedade de alunos com auxílio de smartwatches
O DSM-6 tentará integrar a neurobiologia à forma como os médicos diagnosticam e tratam os transtornos psiquiátricos: parte do desafio de encontrar um biomarcador para doenças mentais está na influência significativa do ambiente.
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Apesar dos avanços na neurociência, a biologia subjacente às doenças mentais continua um mistério
A cor que acreditamos perceber e o efeito fisiológico da luz não são exatamente a mesma coisa: enquanto nosso cérebro decide se algo é azul, verde ou vermelho, outros circuitos tentam responder se é dia ou é noite.
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Enquanto nosso cérebro decide se algo é azul, verde ou vermelho, outros circuitos tentam responder a uma pergunta muito mais básica: é dia ou é noite?
Entre as múltiplas formas de angústia relacionadas ao tempo, aquilo a que chamamos de “cronofobia”, tem entre uma de suas manifestações mais frequentes e estudadas a ansiedade em relação ao envelhecimento.
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Embora o tempo seja uma experiência pessoal, preocupar-se demais com seus estragos, bem como com a incerteza em relação ao futuro, pode nos afetar até biologicamente
Toda cultura tem um termo para isso, e toda cultura culpa outra pessoa, mas alguns psicólogos argumentam que ato é uma estratégia de enfrentamento, preservando a energia social especialmente de pessoas que sofrem com ansiedade ou são neurodivergentes.
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Trudy Meehan, RCSI University of Medicine and Health Sciences
Sair de uma festa sem se despedir pode parecer indelicado, mas para algumas pessoas é a diferença entre manter o contato e ficar socialmente esgotado
Cérebro usa pequenos danos como dose protetora para prevenir danos maiores, como se preferisse lidar com a certeza de uma ameaça controlada e conhecida do que enfrentar um risco presumivelmente maior.
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Quando estamos nervosos, o cérebro usa pequenos danos como dose protetora para evitar danos maiores.
Estudo feito no Brasil, em Portugal e na Espanha sobre os questionários padronizados e usados no mundo inteiro para avaliar possíveis diagnósticos de ansiedade e depressão mostram que o contexto linguístico e cultural pode alterar os resultados.
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Pesquisas mostram que é preciso cautela antes de fazer comparações sobre qual país do mundo tem a população mais ansiosa. Problema tem características que podem variar de acordo com a cultura
A luta contra o celular nas salas de aula: proibição da prática é uma arma contra uma realidade que vem gerando uma epidemia de ansiedade e depressão. Para especialistas, enfrentá-la exige ações como a criação de ambientes que favoreçam o foco, o silêncio e o pensamento crítico.
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Adolescentes que passam mais de três horas diárias nas redes têm o dobro do risco de ansiedade e depressão, agravado pelo uso precoce, que expõe o cérebro vulnerável à dependência da validação social
O excesso de estímulos promovido pelas redes sociais funciona como um gatilho que pode deflagrar dependência. Nessas situações, o cérebro passa a pedir cada vez mais recompensas rápidas, o que pode atrapalhar a atenção, o sono e o equilíbrio emocional, afetando o autocontrole e aumentando a ansiedade.
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A distinção entre essas situações não pode se basear somente na quantidade de horas passadas nas redes sociais. Ela exige uma análise criteriosa de profissionais especializados em psicologia e psiquiatria
O isolamento social geralmente piora o estado emocional das pessoas. Mas estudos recentes mostram que também pode melhorar significativamente o comportamento dos mais ansiosos.
Pesquisa com cobaias mostra que o isolamento social geralmente piora o estado emocional de indivíduos comuns, mas melhora significativamente o comportamento dos mais ansiosos
Sentimento natural e importante em todo ser humano, a ansiedade passa a ser patológica quando começa a causar sofrimento, afeta relações pessoais, dificulta o convívio social e compromete o desempenho profissional.
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Sentimento natural e importante em todo ser humano, a ansiedade passa a ser patológica quando começa a causar sofrimento, afeta relações pessoais, dificulta o convívio social e compromete o desempenho profissional
A recent study tested Japanese macaque self scratching.
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Um estudo recente descobriu diferenças sutis, mas fascinantes, na conexão entre comportamento e emoção em humanos e macacos.
O jovem ator Amari Bacchus, da série Adolescência, interpreta um estudante que explica para o pai policial o papel das redes sociais e do uso de smartphones num caso de assassinato envolvendo colegas de escola: exemplo extremo da ficção que mostra como, na vida real, a hiperconectividade pode gerar ansiedade e afetar seriamente a saúde mental de pessoas com a personalidade em formação.
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As novas tecnologias digitais, especialmente os smartphones, produzem um estado de conexão e alerta permanente que está diretamente ligado ao agravamento da ansiedade e ao prejuízo da saúde mental.
“Parte essencial da crise global de saúde mental entre menores de idade”: é dessa forma que os estudos mais recentes indicam a gravidade da dependência de celulares e redes sociais apresentadas pelas novas gerações. Pela primeira vez, os registros de ansiedade entre crianças e jovens superaram os de adultos.
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Cientistas alertam que o uso descontrolado de smartphones e de redes sociais tem afetado a saúde mental dos jovens, criando uma “geração ansiosa” e um cenário cada vez mais grave e com características de epidemia
“Cogumelos mágicos” secos: apesar do potencial terapêutico de substâncias psicodélicas, como a psilocibina, evidências ainda não são claras e pesquisa enfrenta desafios como a quebra de cegamento.
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Há falhas fundamentais na pesquisa sobre psicodélicos, seu potencial ainda é intrigante
A cetamina pode ser prescrita no tratamento da depressão e da ansiedade, mas geralmente somente após o fracasso de outros medicamentos antidepressivos e ansiolíticos.
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Perry estava recebendo infusões de cetamina prescritas legalmente.
Mudanças de comportamento como apatia, falta de controle dos impulsos ou comportamento socialmente inadequado podem indicar risco de demência em pessoas com mais de 50 anos.
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A demência não se manifesta apenas como um problema de memória. As pessoas com demência também podem ter problemas de aprendizado, compreensão e julgamento, mas também podem apresentar mudanças de comportamento.
Catedrático del área de Biología Celular. Investigador asociado del Centro Andaluz de Biología del Desarrollo. Investigador en metabolismo, envejecimiento y sistemas inmunológicos y antioxidantes., Universidad Pablo de Olavide
Professor titular do Departamento de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação e coordenador do grupo de pesquisa Teoria Crítica e Educação, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
Professora do Programa de Pós-Graduação em Psiquiatria e Saúde Mental do Instituto de Psiquiatria (IPUB), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)