A informação, antes tratada como uma ferramenta abstrata usada para rastrear estados ou probabilidades, tem sido cada vez mais reconhecida como uma quantidade física por si só, assim como a matéria ou a radiação, e isso muda totalmente nossa compreensão do Universo.
Pack-Shot/Shutterstock
Até recentemente os físicos em geral acreditavam que o tempo era uma característica básica do Universo, mas ele pode simplesmente emergir da informação cósmica.
Enigma que Einstein e Rosen abordaram no início do século 20 nunca foi sobre viagens espaciais, mas sobre como campos quânticos se comportam no espaço-tempo curvo, com o tempo podendo se mover em dois sentidos.
remotevfx.com/Shutterstock
A ficção científica imagina os buracos de minhoca como atalhos através do espaço-tempo. Mas a ideia original sugere que eles podem ser algo muito mais estranho
As pesquisas de Albert Einstein continuam sendo de grande valor no desenvolvimento de ferramentas e tecnologias que usamos em nossa vida cotidiana, desde celulares até energia solar ou na medicina nuclear.
Collab Media / Unsplash.
Sempre que alguém recebe um diagnóstico por imagem ou um tratamento baseado em física nuclear, consulta uma rota no GPS ou carrega o celular com energia solar, está aproveitando de alguma forma uma das ideias de Einstein
Desde o início do século XX temos duas teorias com as quais os físicos são capazes de explicar o funcionamento do Universo, tanto em grande escala (Relatividade Geral) quanto na escala atômica (Mecânica Quântica), mas ambas são incompatíveis entre si.
agsandrew/Shutterstock
Uma nova teoria unindo a Relatividade e a Mecânica Quântica é o Santo Graal da Física, e talvez estejamos mais perto de encontrar esta “Teoria de Tudo”.
O santo graal da física tem sido encontrar uma teoria de tudo, unindo a mecânica quântica com a teoria da relatividade geral de Einstein. Mas ainda não temos uma teoria testada e comprovada de tudo. O medo do fracasso é uma grande parte do problema.
Darren Whittingham/Shutterstock
Ao tentar resolver o problema definitivo, podemos ter criado inadvertidamente um monstro.
Sabemos que a energia escura ocupa quase 70% do universo observável e que sua principal função é impulsionar a expansão do universo. Agora, os resultados de uma década de estudos do projeto Dark Energy Survey (DES) podem nos trazer novas respostas.
NASA/JPL-Caltech/ESA/Harvard-Smithsonian CfA