Articles on Oceanos

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Modelo computacional simula o que acontece com grandes pedaços de plástico flutuante depois que entram no oceano, se degradam, fragmentam e interagem com partículas suspensas que ajudam a transportar esta matéria para o fundo do mar. Dotted Yeti/Shutterstock

Cientistas revelam como a poluição por plásticos circula nos oceanos à medida que se degrada

Parte da poluição por plásticos permanece na superfície do oceano por mais de um século.
As mulheres pescadoras têm muitos e diferentes papéis na pesca, embora ainda pouco visibilizadas e reconhecidas. Ilustração: Carol Gaessler.

Vozes do mar: por que reconhecer as mulheres pescadoras é vital para adaptar nosso litoral à crise climática

A pesca artesanal no Brasil conta com a presença pouco visível porém fundamental das mulheres. Entenda por quê no segundo artigo da parceria do TCB com o Pulitzer Center
Recife de coral esbranquiçado no litoral da cidade de Tamandaré, em Pernambuco: Foto: Reef Check Foundation

Não é só na Austrália: como o estresse térmico do passado ameaça o futuro dos recifes de coral no Atlântico Sul

Nova pesquisa revela que os recifes do Atlântico Sul vêm enfrentando episódios de estresse térmico há mais de 40 anos – e o cenário tende a agravar com as mudanças climáticas
A maioria das notícias sobre microplásticos está associada aos oceanos — tartarugas presas em plásticos ou praias contaminadas. Mas pensar que o problema se limita ao mar é um equívoco. Foto: Molenira / Envato

Microplásticos: Minúsculos no nome, gigantescos no problema

Como a poluição plástica se fragmenta em micro e nanoplásticos, e o que isso significa para o planeta
A maioria das interações registradas entre humanos e tubarões é inspiradora e não aterrorizante. Os tubarões realmente não se importam com as pessoas - no máximo, podem ser curiosos, mas não têm fome de carne humana. Quer os fãs de “Tubarão” tenham ou não superado o medo dos tubarões monstros do cinema, precisaremos de um esforço maior de conservação para continuar a proteger esses importantes guardiões do oceano. Universal Pictures via Getty Images

50 anos depois de “Tubarão”, os pesquisadores põem fim ao mito do peixe devorador de pessoas

Um especialista em tubarões, cuja curiosidade sobre esses peixes fascinantes foi despertada pelo filme, explica algumas de suas características exclusivas. Muitas descobertas foram feitas nas décadas seguintes a “Tubarão”.
Com aproximadamente 7,5 mil km de linha de costa, o Brasil tem 54% de sua população residindo em faixa litorânea, e recebendo influências culturais (recreação, lazer, espiritualidade), de provisão (alimentos, minerais e energia, de suporte (produção de oxigênio e a ciclagem de nutrientes), e de regulação (do clima terrestre, ao absorver o calor excedente da atmosfera). Imagem: Shaith / Envato

Vocação litorânea precisa conduzir Brasil a liderar governança oceânica global

Letramento e a ampliação da cultura oceânica são essenciais para levar conhecimento aos que não têm contato direto com o mar
Um pirata contemporâneo posa ao lado de um navio recém-saqueado, na costa da Somália: prática milenar considerada uma das mais antigas profissões e registrada como o primeiro crime internacional tipificado da humanidade, a pirataria persiste até hoje, altamente relacionada ao agravamento das desigualdades sociais. AP Photo/Farah Abdi Warsameh

Piratas do século XXI: um desafio antigo que persiste nos mares

Prática milenar considerada uma das mais antigas profissões e registrada como o primeiro crime internacional tipificado da humanidade, a pirataria persiste até hoje, altamente relacionada ao agravamento das desigualdades sociais
Na imagem premiada de uma tartaruga presa numa rede de pesca industrial, o resumo de vários temas que serão novamente debatidos na UNOC 2025: combate à poluição por plásticos e nutrientes, combate à acidificação dos oceanos, regulagem da pesca e restauração dos estoques pesqueiros. Imagem: World Press Photo via AP / Francis Pérez

Conferência UNOC 2025 será novo chamado global pela saúde dos oceanos, e Brasil terá papel estratégico

A UNOC 2025 será uma conferência decisiva na encruzilhada entre a continuidade da degradação marinha e uma virada histórica rumo à regeneração dos oceanos
Uma água-viva no fundo do mar na Zona Clarion-Clipperton: processos de mineração propostos são invasivos, e além de destruir o leito marinho vão lançar grandes quantidades de material em regiões de média profundidade da coluna d'água. Diva Amon and Craig Smith, University of Hawaii at Mānoa

Mineração do leito oceânico pode ameaçar vida marinha de formas não previstas, como espalhar detritos nas ricas zonas pelágicas

Os métodos de mineração desenvolvidos para coletar minerais essenciais do fundo do mar criam plumas de sedimentos mais acima na coluna d'água, onde vivem muitas criaturas.
Avião despeja água em um dos incêndios na área de Los Angeles em janeiro de 2025. A água salgada corrói os equipamentos de combate a incêndios e pode prejudicar os ecossistemas. Brian van der Brug / Los Angeles Times via Getty Images

Aviões estão despejando água do oceano nos incêndios de Los Angeles ‑ por que a água salgada é normalmente o último recurso

Em casos de emergência, despejar água do mar em incêndios pode ser a melhor opção. Mas a água do mar pode ter efeitos de longo prazo sobre equipamentos e ecossistemas, como mostra um novo experimento costeiro.
Continente mais remoto, inóspito e intocado do mundo não está livre da poluição marinha, e junto com os plásticos vêm colônias de bactérias que podem afetar a vida no oceano e fora dele, permitindo que patógenos potencialmente prejudiciais se espalhem. Oleksandr Matsibura/Shutterstock

A “plastisfera” da Antártica, um novo ecossistema potencialmente perigoso

Os detritos plásticos no mar abrigam a plastisfera, um ecossistema microbiano totalmente novo.
Famosas pelos espetáculos que oferecem aos turistas no litoral do sul da Bahia, este ano as baleias-jubarte começaram a ser avistadas com frequência no Rio de Janeiro. Pesquisadores tentam entender as razões do fenômeno enquanto trabalham para evitar que o crescente turismo de observação prejudique o processo migratório destes mamíferos marinhos. Foto de Liliane Lodi

De Abrolhos para a Guanabara: baleias‑jubarte viraram atração no litoral do Rio. Saiba por que elas aparecem por lá

Rota migratória das baleias, que passa pelo litoral do Brasil em direção a Abrolhos, tornou-se este ano uma atração de turismo de observação em frente às praias da capital
Corrente humana abraça o mar da praia de São Conrado no Dia Mundial dos Oceanos, em 2023: A despeito de todo o regramento, nível de contaminação e a ameaça que os compostos orgânicos sintéticos despejados no mar exercem sobre a saúde humana e ambiental não para de crescer. AP Photo/Bruna Prado

A poluição química se agrava muito nos oceanos. Saiba o que o Brasil pode fazer para atacar este problema

Ambientes aquáticos, e não apenas mares e oceanos, estão cada dia mais vulneráveis à poluição química com compostos que podem provocar doenças
O sistema de codificação das cachalotes consiste não apenas em sons, mas também em sequências e combinações de ambos. Isso leva a uma consideração revolucionária: a linguagem, conforme desenvolvida pelo Homo sapiens, não é mais um fenômeno evolutivo exclusivo da natureza. Martin Prochazkacz / Shutterstock

As baleias cachalotes ‘falam’?

As baleias cachalotes emitem sons de clique de alta frequência que usam para localizar obstáculos e presas, mas, de acordo com uma nova pesquisa, eles também são os fonemas de uma linguagem de comunicação sofisticada.
Coral branqueado nas Ilhas Keppel, no sul da Grande Barreira de Corais, em março de 2024. © AIMS | Eoghan Aston

O branqueamento dos corais causado pelo aquecimento dos oceanos exige uma resposta global

O primeiro evento de branqueamento global ocorreu em 1998 e o quarto está em andamento. Até que reduzamos as emissões que provocam o aquecimento global, a pressão sobre os recifes de coral só vai aumentar
A cabeça em forma característica dos tubarões-martelo está apenas se tornando visível nesta imagem de um tubarão-de-pala embrionário. A barra de escala corresponde a 1cm. Steven Byrum and Gareth Fraser, Department of Biology, University of Florida

Raro acesso a embriões de tubarões‑martelo revela os segredos do desenvolvimento único de suas cabeças

Como os tubarões-martelo dão à luz filhotes vivos, estudar seu desenvolvimento embrionário é muito mais complicado do que colher alguns ovos e observá-los se desenvolver em tempo real
Aves marinhas, como a pardela, podem se afogar quando ficam emaranhadas em redes de deriva e outros equipamentos de pesca: novo estudo estima risco adicional a grandes predadores marinhos representado por atividade de barcos “fantasma” Roy Lowe, USFWS/Flickr

Tubarões, tartarugas e outras criaturas marinhas enfrentam um risco maior da pesca industrial do que se pensava

Estudo estima a pressão adicional dos navios de pesca “fantasma” e mostra que impacto da sobrepesca e emaranhamento em equipamentos é subestimado

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