Articles on neurociência

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O amor começa no cérebro. Estudos com neuroimagem mostram que o amor romântico ativa intensamente o sistema de recompensa, em especial a via mesolímbica dopaminérgica, associada à motivação, energia e busca. A fase inicial, do flerte ao encantamento, é uma tormenta organizada de estímulos cerebrais. Imagem gerada por IA, via EnvatoLabs

As sinapses também amam, meu amor: como a neurociência explica o que acontece no cérebro e no coração dos apaixonados

Pesquisas em neuroimagem funcional indicam que o amor romântico reduz a atividade do córtex pré-frontal dorsolateral, área associada ao julgamento crítico e ao controle cognitivo. Por isso, na paixão, tendemos a perceber mais os aspectos positivos do parceiro
Para as pessoas com misofonia, a condição pode atrapalhar seriamente a vida cotidiana. Uma exploração mais profunda da diversidade das experiências auditivas será fundamental para entender como as pessoas processam o som e qual a melhor forma de aliviar o desconforto causado por ele. Bana Balleh/Shutterstock.com

Misofonia: ter fortes reações negativas a determinados sons está ligado à inflexibilidade mental

A misofonia está relacionada ao pensamento inflexível?
Mistério da consciência intriga cientistas há tempos, e experimentos feitos nas últimas décadas indicam que mesmo as partes mais antigas do cérebro do ponto de vista evolutivo, como o subcórtex e o cerebelo, podem dar origem a algum tipo de experiência consciente sun ok/Shutterstock

Principais teorias sobre a consciência podem estar investigando a parte errada do cérebro

Experimentos indicam que precisamos mudar a forma como pensamos sobre a origem da consciência
Uma maneira de se lembrar melhor de seus sonhos: Anote-os no momento em que acordar. Andriy Onufriyenko/Moment via Getty Images

As pessoas sonham em cores ou em preto e branco?

Os pesquisadores descobriram que é mais provável que os sonhos ocorram durante o estágio do sono conhecido como movimento rápido dos olhos, ou REM.
Pesquisa é a primeira a fazer uma comparação qualitativa profunda e sutil entre viagens com DMT e experiências de quase morte, sugerindo que processos cerebrais semelhantes entram em ação, mas são influenciados por experiências pessoais, expectativas culturais e memórias. BLACKDAY/Shutterstock

Estudo revela conexão e diferenças entre viagens com a droga psicodélica DMT e experiências de quase morte

O que o psicodélico DMT pode nos dizer sobre experiências de quase morte.
A maneira como você processa a linguagem é influenciada pela forma como cada lado do seu cérebro se desenvolveu na infância. Peter Dazeley/The Image Bank via Getty Images

Neurocientista explica como os lados direito e esquerdo do cérebro entendem a linguagem de forma diferente

Os cérebros esquerdo e direito ouvem a fala de forma diferente, mas como essa divisão se forma não estava claro - até que estudos com ratos mostraram que cada hemisfério funciona com seu próprio relógio de desenvolvimento.
A luta contra o celular nas salas de aula: proibição da prática é uma arma contra uma realidade que vem gerando uma epidemia de ansiedade e depressão. Para especialistas, enfrentá-la exige ações como a criação de ambientes que favoreçam o foco, o silêncio e o pensamento crítico. Foto: Rivaldo Gomes/Folhapress

Estratégias para promover o foco ajudam a enfrentar a crise de atenção dos jovens

Adolescentes que passam mais de três horas diárias nas redes têm o dobro do risco de ansiedade e depressão, agravado pelo uso precoce, que expõe o cérebro vulnerável à dependência da validação social
Ao seguir regras diferentes no processo de aprendizagem, os neurônios podem realizar várias tarefas e executar várias funções em paralelo. Essa descoberta proporciona uma compreensão mais clara de como as conexões entre os neurônios mudam durante o aprendizado. PASIEKA/Science Photo Library via Getty Images

Como seu cérebro cria novas memórias? Neurocientistas descobrem “regras” de como os neurônios codificam novas informações

À medida que você experimenta ou encontra coisas novas, seu cérebro precisa codificar essas informações por meio das redes neurais certas no momento certo.
O que chamamos de IA hoje não é mais do que uma máquina estatística, um papagaio digital que não tem compreensão, não tem consciência e nenhum conhecimento em qualquer sentido real, e apresentá-la como se fosse humana é perigoso, porque nada é mais perigoso do que uma ilusão convincente. Kundra/Shutterstock

Precisamos parar de achar que a IA é mesmo inteligente

A IA pode parecer humana, mas é uma ilusão que precisamos combater
Os ratos optarão por seguir uma rota mais longa se isso significar que eles poderão aproveitar a viagem até o destino. Kelly Lambert

Depoimento: “O que ensinar ratos a dirigir me ensinou sobre a relação entre estímulos ambientais e inteligência”

Equipados com uma versão roedora de um Cybertruck, esses ratos motoristas revelam que as experiências positivas podem esculpir o cérebro de forma tão poderosa quanto as estressantes
O eletroencefalograma permitiu que os cientistas registrassem e lessem a atividade elétrica do cérebro, abrindo caminho para diagnosticar e tratar doenças como a epilepsia e para estudos sobre a memória e a cognição. Kateryna Kon/Science Photo Library via Getty Images

Eletroencefalografia, o exame que revolucionou a neurociência, completa 100 anos

Decifrar como os neurônios “conversam” entre si por meio da leitura da atividade elétrica do cérebro proporcionou aos cientistas insights sobre a memória e doenças como epilepsia e Alzheimer
Para lembrarmos de algo, nosso cérebro precisa codificar, armazenar e depois ter meios de recuperar a memória desta coisa, e o esquecimento pode ocorrer em qualquer ponto desse processo Cast Of Thousands/Shutterstock

Quando esquecer algo é uma coisa normal, e quando é para se preocupar

Não se lembrar onde colocou as chaves ou estacionou o carro é um acontecimento comum e não necessariamente um sinal de alerta
Neurocientista demonstra que a musicoterapia ajuda pessoas que sofrem de câncer, dor crônica e depressão. Pesquisador está testando quais partes do cérebro são afetadas por diferentes tipos de música Sangoiri/Shutterstock

Neurociência: Como a música nos cura, mesmo quando a canção é triste

Neurocientista demonstra que a musicoterapia ajuda pessoas que sofrem de câncer, dor crônica e depressão. Pesquisador está testando quais partes do cérebro são afetadas por diferentes tipos de música

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