Articles on Cérebro

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Capacidade do cérebro de manter a atenção e compreensão em uma conversa em meio a uma festa barulhenta tem intrigado os cientistas especializados em audição desde a década de 1950. Master1305/Shutterstock

Neurociência oferece novas perspectivas sobre como o cérebro resolve o “efeito coquetel”

Entender como o cérebro é tão bom em se concentrar em uma única conversa em meio a uma festa barulhenta tem mantido os neurocientistas especializados em audição ocupados desde a década de 1950
A dimetiltriptamina (ou DMT) é um psicodélico de ação rápida, conhecido por produzir alterações profundas da percepção, é o principal componente psicodélico da ayahuasca, cuja história antecede em muitos séculos a investigação científica moderna e é utilizada por diferentes povos originários da Amazônia em contextos cerimoniais, espirituais e terapêuticos. AP Photo/Martin Mejia

Psicodélico presente na ayahuasca pode ajudar o cérebro a produzir novos neurônios

Séries de estudos têm evidenciado que a dimetiltriptamina, ou DMT, deixa as células cerebrais mais dispostas a se multiplicar sem alterar o rumo de sua maturação, o que pode derrubar a crença de que o cérebro adulto não se regenera
Conceito de “reserva tecnológica” está alinhado com o de reserva cognitiva, segundo o qual certas experiências ajudam o cérebro a resistir melhor ao envelhecimento e aos danos a ele associados. Lucigerma/Shutterstock

Interagir com tecnologias digitais de forma moderada pode reduzir o risco de deterioração cognitiva

Assim como ocorre com atividades como a leitura ou o aprendizado de idiomas, o uso da tecnologia poderia favorecer um desempenho cognitivo melhor do que o esperado para a idade ou o estado de saúde
Com tecnologias cada vez mais complexas, a neurociência computacional busca restaurar movimentos, detectar sintomas de doenças mentais ou degenerativas e entender como pensamos. Imagem gerada por IA / Magnific

Como os computadores estão ajudando cientistas a decifrar os segredos do cérebro

Com a neurociência computacional, surgem tecnologias capazes de prever crises epilépticas e restaurar movimentos em pessoas paralisadas.
Ausência de uma memória raramente é evidência de um sistema lotado, e é mais frequentemente traço de um momento que nunca foi totalmente armazenado, ou que simplesmente nunca foi evocado. Imagem gerada por IA, via EnvatoLabs

Nosso cérebro pode ficar superlotado de memórias?

Seu cérebro não fica sem espaço – ele fica sem atenção. A ciência por trás do motivo pelo qual duas pessoas podem viver o mesmo momento e se lembrar dele de maneiras muito diferentes
Hoje, a neurociência está começando a mapear como as moléculas aromáticas presentes nos óleos essenciais podem interagir com o sistema nervoso e influenciar estados emocionais e fisiológicos. Imagem: Envato

O que a neurociência já conseguiu explicar sobre a ação dos aromas no cérebro

O sistema olfativo humano é altamente sofisticado e profundamente integrado às redes cerebrais de emoção, memória, tomada de decisão e regulação fisiológica
Em atividades como correr ao ar livre, os fractais visuais das árvores, a irregularidade do terreno e os sons da mata ativam redes de atenção involuntária, permitindo o descanso do córtex pré-frontal e favorecendo a neuroplasticidade, num fenômeno que pode ser descrito como “simbiose neural”. Imagem gerada por IA, via Envato Labs

Entenda o que é simbiose neural como terapia para desordens afetivas e o dilema evolutivo da espécie humana

Trabalhos bem consolidados mostram que os neurônios gerados no hipocampo durante a idade adulta são necessários para a expressão normal dos hormônios relacionados ao estresse.
Pensamento claro, foco, criatividade e bom senso são desenvolvidos por meio de desafios, quando o cérebro é solicitado a ir além da rotina, em vez de funcionar no piloto automático. RapidEye/E+ via Getty Images

Neurologista explica como cérebro pode se beneficiar de treinos, assim como músculos ficam mais fortes com exercícios

Desafiar o cérebro, expondo-o a novas situações, tarefas e aprender novas habilidades pode melhorar sua eficiência, como os exercícios fortalecem os músculos, mas o descanso também é fundamental
Os seres humanos têm uma relação ambivalente com os guaxinins, que parecem selvagens demais para serem domesticados, adoráveis demais para serem tratados apenas como pragas e onipresentes demais para serem considerados animais exóticos. Joshua J. Cotten/Unsplash

Caso de guaxinim que invadiu loja de bebidas mostra como estudar seus cérebros pode ajudar a esclarecer inteligência humana

O talento dos guaxinins para escapar dos laboratórios frustrou pesquisadores, mas suas habilidades para resolver problemas tornam seus cérebros uma área fascinante de pesquisa.
O mito dos 25 anos ocupou um papel cultural poderoso, especialmente entre as gerações mais jovens, mas novos estudos mostram que o cérebro continua passando por alterações que avançam até o início dos 30 anos (Getty Images/Unsplash+)

Seu cérebro para de se desenvolver aos 25 anos? A neurociência mostra que isso é um mito

A alegação de que o cérebro, e particularmente o lobo frontal, termina seu desenvolvimento aos 25 anos é muito menos sólida do que as redes sociais querem fazer crer.
O amor começa no cérebro. Estudos com neuroimagem mostram que o amor romântico ativa intensamente o sistema de recompensa, em especial a via mesolímbica dopaminérgica, associada à motivação, energia e busca. A fase inicial, do flerte ao encantamento, é uma tormenta organizada de estímulos cerebrais. Imagem gerada por IA, via EnvatoLabs

As sinapses também amam, meu amor: como a neurociência explica o que acontece no cérebro e no coração dos apaixonados

Pesquisas em neuroimagem funcional indicam que o amor romântico reduz a atividade do córtex pré-frontal dorsolateral, área associada ao julgamento crítico e ao controle cognitivo. Por isso, na paixão, tendemos a perceber mais os aspectos positivos do parceiro
Células de glioblastoma onde observamos a presença da proteína prion marcada em vermelho, e de um de seus parceiros em verde. O núcleo das células é corado em azul. Apesar de estar vinculada à formação de diversas doenças neurológicas agressivas, as proteínas príons também têm seu lado protetor e essencial para a saúde neural. Imagem: Rodrigo Nunes e Mariana Prado

Biologia celular: A surpreendente jornada da proteína prion no cérebro

Apesar de estar vinculada à formação de diversas doenças neurológicas agressivas, as proteínas príons também têm seu lado protetor e essencial para a saúde neural
Vivemos uma cultura de imediatismo, dominada pela emoção sem compreensão, pela expressão sem reflexão. Os alunos, e cada vez mais todos nós, corremos o risco de nos tornarmos editores do que já foi dito, onde o futuro é construído apenas a partir de fragmentos reciclados dos dados de ontem. Maya Labs/Shutterstock

Como a IA generativa pode mudar a forma como pensamos e falamos

O excesso de confiança nos chatbots pode estar corroendo nossas habilidades de linguagem e pensamento crítico.
O envelhecimento do cérebro não pode ser evitado, mas nossas escolhas de comportamento e estilo de vida podem moldar a forma como ele se desenvolve. As implicações de nossa pesquisa são claras: para manter o cérebro mais saudável por mais tempo, é importante fazer do sono uma prioridade. Ekaterina Karpacheva/Shutterstock.com

Dormir mal pode fazer seu cérebro envelhecer mais rápido ‑ novo estudo

Quando o sono é interrompido, o cérebro sente as consequências, às vezes de forma sutil, que se acumulam ao longo dos anos.
A acalculia pode ter um enorme impacto na vida cotidiana, já que os números estão à nossa volta toda hora, do alarme do relógio ao transporte público, nas orientações para tomar remédios e nas transações financeiras mais simples como pagar uma conta. Lightspring/ Shutterstock

Acalculia: por que muitos sobreviventes de derrames têm dificuldades em lidar com números

A acalculia afeta a maneira como uma pessoa processa e compreende os números
Pesquisas feitas por cientistas da USP e da UFRJ mostram que uma proteína, ainda pouco estudada, tem grande potencial no tratamento de lesões do sistema nervoso periférico e dores neuropáticas. Foto gerada por IA via Freepik

Pesquisa brasileira investiga proteína do cérebro que pode ajudar a regenerar nervos

Proteína pouco estudada pode ser a chave para tratamentos de dores provocadas por doenças como diabetes, hanseníase ou síndromes do Túnel do Carpo ou Guillain-Barré
O Juba de Leão como ele se apresenta na natureza: usado há milênios na medicina oriental, ele agora começa a ser valorizado no ocidente, graças a estudos que mostram que ele possui compostos bioativos capazes de estimular a produção de proteínas essenciais para o crescimento e a manutenção dos neurônios. Imagem: Envato Photos

Juba de leão: conheça as evidências científicas sobre o fungo que pode estimular o cérebro e reduzir o stress

A ciência caminha para validar no mundo ocidental uma tradição antiga da medicina da China e do Japão que tem grande potencial terapêutico
A maneira como você processa a linguagem é influenciada pela forma como cada lado do seu cérebro se desenvolveu na infância. Peter Dazeley/The Image Bank via Getty Images

Neurocientista explica como os lados direito e esquerdo do cérebro entendem a linguagem de forma diferente

Os cérebros esquerdo e direito ouvem a fala de forma diferente, mas como essa divisão se forma não estava claro - até que estudos com ratos mostraram que cada hemisfério funciona com seu próprio relógio de desenvolvimento.
Ao seguir regras diferentes no processo de aprendizagem, os neurônios podem realizar várias tarefas e executar várias funções em paralelo. Essa descoberta proporciona uma compreensão mais clara de como as conexões entre os neurônios mudam durante o aprendizado. PASIEKA/Science Photo Library via Getty Images

Como seu cérebro cria novas memórias? Neurocientistas descobrem “regras” de como os neurônios codificam novas informações

À medida que você experimenta ou encontra coisas novas, seu cérebro precisa codificar essas informações por meio das redes neurais certas no momento certo.

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