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Mudanças no estilo de vida podem melhorar em até 55% o desempenho cognitivo global de idosos com risco de desenvolver declínio cognitivo e demência. Imagem: Freepik

Os impactos das mudanças no estilo de vida na saúde cognitiva

Exercício físico, dieta adequada, treino cognitivo, monitoramento clínico e socialização melhoram em 55% o desempenho cognitivo de idosos da América Latina
O trabalho fisicamente extenuante pode não oferecer a mesma proteção cerebral que o exercício voluntário de lazer e pode até aumentar o risco de demência. Imagem: Envato

Como você se movimenta — não apenas com que frequência — pode afetar o risco de demência

O trabalho fisicamente extenuante pode não oferecer a mesma proteção cerebral que o exercício voluntário de lazer e pode até aumentar o risco de demência
Descobrir um caminho entre o ponto A e o ponto B pode fortalecer seu cérebro: envolvimento contínuo com o raciocínio espacial ajuda o cérebro a fortalecer os circuitos que a doença ataca em primeiro lugar. Imagem meramente ilustrativa gerada por IA,via Envato Labs

Taxistas raramente sofrem de Alzheimer: mapas mentais complexos e raciocínio espacial protegem o cérebro

Trabalhar e viver em ambientes espacialmente complexos pode ajudar a retardar o declínio cognitivo, embora sejam necessárias mais pesquisas para comprovar os benefícios
Conceito de “reserva tecnológica” está alinhado com o de reserva cognitiva, segundo o qual certas experiências ajudam o cérebro a resistir melhor ao envelhecimento e aos danos a ele associados. Lucigerma/Shutterstock

Interagir com tecnologias digitais de forma moderada pode reduzir o risco de deterioração cognitiva

Assim como ocorre com atividades como a leitura ou o aprendizado de idiomas, o uso da tecnologia poderia favorecer um desempenho cognitivo melhor do que o esperado para a idade ou o estado de saúde
Pesquisadores exploram a possibilidade de, ao tratar a diabetes, a semaglutida e a tirzepatida reduzam o risco de declínio cognitivo e demência. A ideia é atraente, mas os estudos ainda encontram-se inconclusivos.

Cientistas brasileiros investigam se medicamentos como Ozempic e Mounjaro podem mesmo ajudar a proteger o cérebro

Pesquisadores exploram a possibilidade de, ao tratar a diabetes, a semaglutida e a tirzepatida reduzam o risco de declínio cognitivo e demência. A ideia é atraente, mas os estudos ainda encontram-se inconclusivos
Embora o sono do idoso saudável seja mais frágil e mudanças consideradas parte natural do envelhecimento fisiológico do cérebro, certas alterações e dificuldades podem ser sinais de problemas e apontar maior risco no desenvolvimento de demência. Microgen/Shutterstock

Por que o sono fica mais superficial à medida que envelhecemos, e como isso afeta a saúde

Embora o sono noturno piore com a idade, certas alterações ou uma maior dependência de medicamentos hipnóticos podem indicar um envelhecimento cerebral não saudável
Pesquisas indicam que entre 0,5% a 10% dos casos inicialmente atribuídos à demência são, na verdade, relacionados à hidrocefalia de pressão normal (HPN). Foto: Envato

Hidrocefalia de pressão normal: mudanças no andar e na memória de idosos nem sempre indicam sinais de demência

Pesquisas indicam que entre 0,5% a 10% dos casos inicialmente atribuídos à demência são, na verdade, relacionados à hidrocefalia de pressão normal
Pensamento claro, foco, criatividade e bom senso são desenvolvidos por meio de desafios, quando o cérebro é solicitado a ir além da rotina, em vez de funcionar no piloto automático. RapidEye/E+ via Getty Images

Neurologista explica como cérebro pode se beneficiar de treinos, assim como músculos ficam mais fortes com exercícios

Desafiar o cérebro, expondo-o a novas situações, tarefas e aprender novas habilidades pode melhorar sua eficiência, como os exercícios fortalecem os músculos, mas o descanso também é fundamental
Presença de proteína na urina indica filtros renais danificados e com vazamentos e é um possível sinal de problemas na barreira hematoencefálica que permitem que toxinas e moléculas inflamatórias passem, potencialmente desencadeando alterações cerebrais que levam à demência. My Stockers/Shutterstock.com

Exame de urina pode ajudar a prever risco de demência

Filtros renais com vazamentos que levam à presença da proteína albumina na urina foram associados a maior risco de demência
Estratégias de prevenção ainda são muito focadas na meia-idade, quando muito dos comportamentos de risco já estão estabelecidos, e alterações estruturais já podem estar presentes desde os primeiros anos de vida. Krakenimages.com/Shutterstock

Raízes da demência podem vir da infância, e prevenção deve ser uma meta de toda a vida

Nunca é cedo ou tarde demais para proteger seu cérebro. Pesquisas mostram que a prevenção da demência pode começar já na infância.
Este estudo desafia a ideia de que o casamento é automaticamente bom para a saúde do cérebro. Em vez disso, ele sugere que o efeito dos relacionamentos sobre a demência é muito mais complexo. O que importa pode não ser o status do seu relacionamento, mas o quanto você se sente apoiado, conectado e realizado. Lumi Images / Alamy Stock Photo

Ser casado está associado a um maior risco de demência ‑ novo estudo

Grande estudo questiona o efeito protetor do casamento sobre a saúde do cérebro. Mas o quadro é complexo.
Há duas proteínas envolvidas na doença de Alzheimer: amiloide e tau. A maioria dos remédios estão concentrados na remoção da amiloide. A novidade é que o novo spray nasal concentra-se na segunda. BSIP SA / Alamy Stock Photo

Cientistas desenvolvem spray nasal que elimina proteína ligada à doença de Alzheimer

Há muito tempo a proteína tau é associada ao Alzheimer, mas é difícil se livrar dela, pois ela reside dentro das células cerebrais.
Para lembrarmos de algo, nosso cérebro precisa codificar, armazenar e depois ter meios de recuperar a memória desta coisa, e o esquecimento pode ocorrer em qualquer ponto desse processo Cast Of Thousands/Shutterstock

Quando esquecer algo é uma coisa normal, e quando é para se preocupar

Não se lembrar onde colocou as chaves ou estacionou o carro é um acontecimento comum e não necessariamente um sinal de alerta
Mudanças de comportamento como apatia, falta de controle dos impulsos ou comportamento socialmente inadequado podem indicar risco de demência em pessoas com mais de 50 anos. (Shutterstock)

Indicadores precoces de demência: 5 mudanças de comportamento a serem observadas após os 50 anos

A demência não se manifesta apenas como um problema de memória. As pessoas com demência também podem ter problemas de aprendizado, compreensão e julgamento, mas também podem apresentar mudanças de comportamento.

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