Com tecnologias cada vez mais complexas, a neurociência computacional busca restaurar movimentos, detectar sintomas de doenças mentais ou degenerativas e entender como pensamos.
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Com a neurociência computacional, surgem tecnologias capazes de prever crises epilépticas e restaurar movimentos em pessoas paralisadas.
Em atividades como correr ao ar livre, os fractais visuais das árvores, a irregularidade do terreno e os sons da mata ativam redes de atenção involuntária, permitindo o descanso do córtex pré-frontal e favorecendo a neuroplasticidade, num fenômeno que pode ser descrito como “simbiose neural”.
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Trabalhos bem consolidados mostram que os neurônios gerados no hipocampo durante a idade adulta são necessários para a expressão normal dos hormônios relacionados ao estresse.
Pesquisas feitas por cientistas da USP e da UFRJ mostram que uma proteína, ainda pouco estudada, tem grande potencial no tratamento de lesões do sistema nervoso periférico e dores neuropáticas.
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Débora Foguel, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB)
Proteína pouco estudada pode ser a chave para tratamentos de dores provocadas por doenças como diabetes, hanseníase ou síndromes do Túnel do Carpo ou Guillain-Barré
Ao seguir regras diferentes no processo de aprendizagem, os neurônios podem realizar várias tarefas e executar várias funções em paralelo. Essa descoberta proporciona uma compreensão mais clara de como as conexões entre os neurônios mudam durante o aprendizado.
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À medida que você experimenta ou encontra coisas novas, seu cérebro precisa codificar essas informações por meio das redes neurais certas no momento certo.
Imagem de microscópio na qual os neurônios do hipocampo (uma região essencial para a memória), conectados ao córtex, são fluorescentes.
Maxime Villet et Clara Sanchez
Em que parte do cérebro nossa memória é armazenada? Na realidade, não existe uma área única dedicada ao armazenamento de nossas memórias, mas sim redes de neurônios distribuídas por todo o cérebro.
Professora Titular do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INBEB)