Articles on Zoologia

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Pesquisadores do Laboratório de Imunologia e Toxinologia da Unesp encontraram em Roraima duas novas espécies de escorpiões até então desconhecidas pela Ciência e as batizaram com os nomes de Cayooca puchus e Brotheas cernii. Imagem: arquivo pessoal

Pesquisadores relatam como foi a descoberta de duas novas espécies de escorpiões na Amazônia

Os animais foram localizados na base de uma elevação rochosa isolada na Cachoeira do Evandro, no município de em Mucajaí, em Roraima
Cientistas observaram duas baleais por várias horas após o que parecia ser um caso de cria natimorta, e embora não tenham como medir diretamente o estado emocional dos animais, comportamentos indicam que as baleias-jubarte mantêm fortes laços maternos mesmo após a morte de um filhote. Westend61/Getty

Baleias de luto: por que uma mãe jubarte permaneceu ao lado de seu filhote natimorto

Nosso estudo mais recente analisa mais detalhadamente a vida emocional das baleias-jubarte
Novo estudo aponta que desenvolvimento de sistemas digestivos mais complexos teve um papel ecológico importante na chamada explosão cambriana, em que a maioria dos principais grupos animais hoje existente surgiu, há cerca de 540 milhões de anos. Kimmig & Bicknell / Trends in Ecology & Evolution

A origem das fezes: como excrementos animais impulsionaram o maior evento evolutivo da história da Terra

Será que a evolução dos excrementos é a razão da nossa existência?
Nossos narizes realizam funções que vão muito além de simplesmente nos permitir respirar e cheirar: separação funcional entre nariz e laringe criou um sistema ideal para modular sons complexos e contrastantes, entre os quais vogais claramente diferenciadas. Umesh Jayasekara/Shutterstock

Por que os macacos nunca poderão falar como os humanos: uma questão de narizes

Nosso nariz não tem esse formato por mero capricho e permite que nossa voz seja mais clara e mais grave do que a de qualquer outro primata
Um langur-cinzento-empenachado (Semnopithecus priam) acaricia um esquilo-gigante-cinzento (Ratufa macroura) no Parque Nacional de Yala, Sri Lanka: muitas interações podem trazer benefícios semelhantes aos observados dentro da mesma espécie. Senthi Aathavan Senthilverl/Wikimedia Commons

Macacos também têm animais de estimação: o mundo da amizade entre espécies

Não são apenas os seres humanos que gostam de interagir com outras espécies animais
Ratos, camundongos e outros roedores são frequentemente considerados pragas: descoberta de que animais eram portadores da Peste Negra que se espalhou pela Europa no século XIV deu origem a uma das primeiras profissões relacionadas ao controle de pragas: o caçador de ratos. Prot Tachapanit/iStock via Getty Images Plus

Questões culturais e de conveniência determinam quais animais são considerados ‘pragas’

Chamar um animal de “praga” pode, às vezes, causar mais danos às pessoas do que o próprio animal
Cientistas investigaram pela primeira vez a distribuição e a história evolutiva da masturbação em aves e descobriram que se trata de uma característica antiga, menos comum em cativeiro do que na natureza e pode ajudar a aumentar o sucesso reprodutivo. mycteria/Shutterstock

Os pássaros se masturbam, e isso é perfeitamente normal

Alguns criadores de pássaros tentaram medicar seus animais para impedi-los de praticar o sexo solitário
O polvo gigante (Enteroctopus dofleini) vive nas águas do Pacífico: inteligentes e muito diferentes dos humanos, estudar os polvos poderia servir como um ensaio do que significaria nos depararmos com uma mente de outro mundo. Victor1153/Shutterstock

Interagir com um polvo é como encontrar uma inteligência alienígena

Os polvos são muito diferentes de nós: seu sistema nervoso é descentralizado e eles enxergam em preto e branco com os olhos, mas em cores com a pele, o que faz com que até pareçam extraterrestres
Peixes, focas e baleias vivem na água, mas suas coberturas corporais não são variações de um mesmo projeto, pois a evolução não tem projeto e simplesmente trabalha com o que já existe. liudmila_selyaninova / shutterstock

Por que os peixes não têm pelos?

Um golfinho, um salmão e uma foca: o que fez com que uns tivessem pelos, outros escamas e outros nada? A resposta é que seus caminhos evolutivos foram completamente diferentes.
Um chimpanzé no Zoológico de Leipzig, onde inúmeras pesquisas foram realizadas desde 2004: projeto reúne 262 conjuntos de dados experimentais provenientes de 150 publicações científicas para ajudar a dar uma compreensão mais ampla da cognição e comportamento destes animais. Marco Warm/Shutterstock

Grandes primatas: o que sabemos sobre sua cognição, cooperação e curiosidade após duas décadas de pesquisas

Uma banco de dados sobre pesquisas com grandes primatas promete proporcionar uma compreensão mais profunda de sua cognição, inteligência e comportamento social
Reprodução assexuada torna populações mais vulneráveis à extinção, mas fenômenos como conversão gênica e cromossomos “extras” permitem que algumas sobrevivam há muito tempo. LifeonWhite/sketchify/EllesRijsdijk/MikhailRudenko/rockptarmigan/Nigel Marsh/KenGriffiths(Canva); GriffinGillespie x2 (Shutterstock)

Lagartos assexuados, nascimentos virginais e clones: as espécies exclusivamente femininas do reino animal

Proporção de mulheres na população humana é de aproximadamente 50%, mas com muitas espécies de animais, de peixes a répteis e pássaros, ela chega a 100%
Embora sejam conhecidos principalmente pelos flashes noturnos, os vagalumes representam um grupo muito mais diverso do que se pode imaginar. Eles pertencem majoritariamente à família Lampyridae, um grupo de besouros famoso pela capacidade de produzir luz, um processo químico chamado de bioluminescência. Foto: Envato / Pazham

Luzes que se apagam: o desaparecimento silencioso dos vagalumes

Estudos recentes mostram que diversas espécies vêm sofrendo declínios populacionais. Aos poucos, aquilo que fazia parte da paisagem noturna parece migrar para as lembranças
As rainhas de abelhões do gênero das mamangabas acumulam reservas de energia para se prepararem para o inverno: cada uma delas será responsável por fundar uma nova colônia quando a primavera chegar. (Lucas Borg-Darveau)

Cientistas descobrem como abelhas‑rainhas conseguem respirar debaixo d'água durante dias

A capacidade das rainhas de espécies de mamangabas de respirar e sobreviver debaixo d'água desempenha um papel importante — e até há pouco ignorado — na resiliência de populações de abelhas ameaçadas
Ancestral comum de vertebrados e invertebrados inicialmente perdeu os olhos emparelhados ao adotar um estilo de vida estático, mas depois teve que desenvolver novamente dois olhos ao mudar novamente para uma vida mais dinâmica. LuckyStep/Shutterstock

Visão moderna dos vertebrados evoluiu de ancestral parecido com um verme de um olho

Esse animal semelhante a um verme, hoje extinto, perdeu inicialmente os olhos em pares e, posteriormente, voltou a desenvolvê-los.
‘Mahseer’ nadam no Rio Ramganga, um importante afluente do Ganges, no sul da Ásia: barragens, fragmentação de habitats, poluição, sobrepesca e mudanças climáticas estão rompendo conexões fluviais e ecológicas que os peixes precisam para sobreviver. Imagem: Zeb Hogan

Maiores migrações de peixes do mundo estão entrando em colapso, e isso é um problema para milhões de pessoas

Um novo relatório revela que 325 espécies de peixes migratórios precisam urgentemente de ajuda, incluindo alguns dos gigantes de água doce mais emblemáticos do mundo
Os golfinhos-nariz-de-garrafa são animais sociáveis que usam assobios e cliques para se comunicarem: pesquisa descobriu assobios que servem como assinatura individuais, além de sons compartilhados. Foto: Vallarta Adventures

Estudo de longo prazo nos EUA traz novas revelações sobre a comunicação dos golfinhos

Um banco de dados de sons de uma comunidade de golfinhos selvagens está se revelando um excelente recurso para os pesquisadores que estudam a comunicação dos golfinhos
Trajetórias de mosquitos voando ao redor de um alvo humano: estudantes de pós-graduação servidos em “sacrifício” para insetos famintos foram fundamentais em pesquisa que ajuda a desvendar o misterioso comportamento destes que são os animais mais perigosos do planeta. David L. Hu, Georgia Tech

Centenas de mosquitos famintos, um voluntário e um traje de malha ajudaram a descobrir como esses insetos mortais acham seus alvos

Análise de 20 milhões de trajetórias de voo de mosquitos registradas revelou as regras matemáticas por trás da forma como esses minúsculos predadores se movem e se aproximam de seus alvos humanos.
Dentes de tubarões jovens são mais finos, com projeções para agarrar presas pequenas e escorregadias, como peixes e lulas, mas depois projeções desaparecem e eles se tornam mais largos, grossos e serrilhados para cortar ossos e carne de mamíferos marinhos, como focas e baleias. Ken Bondy/iNaturalist

Tubarões‑brancos mudam formato de dentes à medida que crescem e envelhecem

Os dentes dos tubarões-brancos não são armas estáticas, mas registros vivos da mudança no estilo de vida e dieta dos animais.
O ornitorrinco evoluiu para se adaptar ao seu nicho ecológico específico: é um erro pensar que a evolução tem uma meta ou objetivo final, e que a Humanidade ocupa o ápice deste processo. Joao Inacio/Moment via Getty Images

Nenhum animal existente hoje pode ser considerado e rotulado como “primitivo”

Todas espécies vivas hoje, desde chimpanzés até bactérias, são primas que têm linhagens igualmente longas, em vez de ancestrais ou descendentes umas das outras.

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