Articles on Insetos

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Uma das características mais marcantes das picadas de mosquito é a enorme variação na forma como as pessoas reagem, e a reação pode até mudar com o tempo. Imagem: Envato

Por que algumas pessoas reagem tão mal às picadas de mosquito? A resposta está na saliva dos insetos

Uma picada de mosquito pode parecer um incômodo menor, mas reflete uma interação complexa que ocorre no sistema imune
As libélulas têm asas com uma complexa rede de veias que lhe confere um voo poderoso: as libélulas atuais — muito menores que as da pré-história — conservam quase intacto um desenho morfológico e comportamental que transformou suas ancestrais em máquinas de caça perfeitas. Patricia Casanueva Gómez.

Libélulas, joias vivas da pré‑história ameaçadas pelo ser humano

As libélulas conseguiram sobreviver a erupções vulcânicas, glaciações e meteoritos, mas hoje sua existência está ameaçada por perigos que partem de nós mesmos, os seres humanos
Embora sejam conhecidos principalmente pelos flashes noturnos, os vagalumes representam um grupo muito mais diverso do que se pode imaginar. Eles pertencem majoritariamente à família Lampyridae, um grupo de besouros famoso pela capacidade de produzir luz, um processo químico chamado de bioluminescência. Foto: Envato / Pazham

Luzes que se apagam: o desaparecimento silencioso dos vagalumes

Estudos recentes mostram que diversas espécies vêm sofrendo declínios populacionais. Aos poucos, aquilo que fazia parte da paisagem noturna parece migrar para as lembranças
As rainhas de abelhões do gênero das mamangabas acumulam reservas de energia para se prepararem para o inverno: cada uma delas será responsável por fundar uma nova colônia quando a primavera chegar. (Lucas Borg-Darveau)

Cientistas descobrem como abelhas‑rainhas conseguem respirar debaixo d'água durante dias

A capacidade das rainhas de espécies de mamangabas de respirar e sobreviver debaixo d'água desempenha um papel importante — e até há pouco ignorado — na resiliência de populações de abelhas ameaçadas
Trajetórias de mosquitos voando ao redor de um alvo humano: estudantes de pós-graduação servidos em “sacrifício” para insetos famintos foram fundamentais em pesquisa que ajuda a desvendar o misterioso comportamento destes que são os animais mais perigosos do planeta. David L. Hu, Georgia Tech

Centenas de mosquitos famintos, um voluntário e um traje de malha ajudaram a descobrir como esses insetos mortais acham seus alvos

Análise de 20 milhões de trajetórias de voo de mosquitos registradas revelou as regras matemáticas por trás da forma como esses minúsculos predadores se movem e se aproximam de seus alvos humanos.
Mosca sarcosaprófaga: para compreender esses pequenos organismos, precisamos levar a pesquisa para regiões distantes e ainda pouco conhecidas, onde grande parte da biodiversidade permanece invisível para a ciência. Foto: Wikipedia

Moscas da Amazônia: insetos essenciais para a floresta podem desaparecer antes mesmo de serem descritos pela ciência

Estudar grupos não carismáticos é fundamental para uma visão mais realista da biodiversidade: a Amazônia não é feita apenas de espécies emblemáticas, mas de milhares de organismos que sustentam o funcionamento da floresta
Hydrophilidae, um dos insetos que faz parte do jogo de cartas Quem sou eu? Insetos aquáticos, do Laboratório de Citaxonomia e Insetos Aquáticos (LACIA), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) LACIA

Da curiosidade à preservação: o imenso papel da divulgação científica na valorização da Amazônia

No estudo dos insetos aquáticos, não basta gerar ciência dentro dos laboratórios; é preciso levá-la para quem convive diretamente com os insetos e pode de fato preservá-los
Uma Drosophila melanogaster: Cerca de 75% dos genes conhecidos por causarem doenças em humanos possuem um gene correspondente (homólogo) na drosófila. Graças a isso e à facilidade de manipulação de seu genoma com precisão e rapidez, essas moscas tornaram-se modelos inestimáveis para desvendar patologias complexas como Alzheimer, Parkinson, diversos tipos de câncer, diabetes, distúrbios cardíacos, e até infecções pelos vírus da Zika e SARS-CoV-2. Sanjay Acharya

Gigante em miniatura: como impulsionar pesquisa biomédica brasileira através do uso da drosófila

75% dos genes associados a doenças humanas tem um homólogo em drosófila. Isso indica que processos biológicos importantes são conservados e controlados pelos mesmos mecanismos genético-moleculares.
Dois mosquitos se acasalando em uma folha: na técnica do ‘macho tóxico’, insetos machos geneticamente modificados implantam sêmen contendo veneno nos insetos fêmeas durante o acasalamento, levando a sua morte precoce. Madugrero/Wikimedia Commons

Tornar sexo mortal para os insetos pode ajudar a controlar pragas

Os mosquitos causam cerca de um milhão de mortes por ano. Por isso, os cientistas estão desenvolvendo técnicas de engenharia genética que podem reduzir seu número.
“Chapulines asados”: O grilo doméstico é um dos quatro insetos aprovados para consumo na União Europeia. wk1003mike/Shutterstock

Comer insetos: uma promissora inovação alimentar que exige os mais rigorosos controles de qualidade

Esse tipo de alimento é uma alternativa saudável, sustentável e segura, desde que haja controles para evitar riscos como a bioacumulação de contaminantes
A capacidade da larva-da-farinha queniana de consumir poliestireno sugere que esta poderia desempenhar um papel na redução natural de resíduos, especialmente para tipos de plástico que são resistentes aos métodos convencionais de reciclagem. Photo courtesy Fathiya Khamis

Inseto comedor de plástico descoberto no Quênia

Os “comedores de plástico” naturais podem ajudar na luta contra a poluição na África.
Um fungo de cigarra zumbi, Massospora cicadina, consumiu a extremidade traseira dessa cigarra periódica, substituindo-a por um “tampão” de esporos calcários. Matt Kasson

Os fungos podem realmente causar um apocalipse zumbi?

Nem todos os fungos são assustadores e, mesmo os mais alarmantes, não vão te transformar em um morto-vivo. O mais próximo que você pode chegar de um fungo zumbificador é assistindo a filmes de terror ou jogando videogame
Bioindicadoras de condições ambientais, predadoras de vetores de doenças e lindas: as libélulas atraem a atenção de públicos de todas as idades e podem ajudar a desenvolver o ecoturismo na região amazônica. Foto disponibilizada pelos autores

Libélula: uma nova embaixadora para um novo ecoturismo na Amazônia

Inseto de grande beleza e importância para os ecossistemas aquáticos, as libélulas podem ajudar a desenvolver o ecoturismo. Mas, para isso, é preciso que políticas públicas deem apoio às iniciativas de comunidades locais.
Projetadas para facilitar a polinização e a produção, as caixas atuais têm pouco em comum com os ninhos selvagens que foram importantes na evolução das abelhas. Na verdade, essas colmeias artificiais aumentam substancialmente as perdas de calor. Jag_cz/Shutterstock

As abelhas votam para decidir sobre os locais de nidificação ‑ por que devemos ouvi‑las

Um novo estudo mostra que as colmeias construídas pelo homem liberam muito mais calor do que as cavidades das árvores das abelhas selvagens, o que é prejudicial para elas.
As libélulas desenvolveram pênis elaborados, com ganchos e chicotes, para desalojar o esperma de machos rivais e embalar o esperma do próprio macho nos cantos mais distantes do trato reprodutivo feminino. Stanislav Judas/Shutterstock

A fascinante vida sexual dos insetos

Você nunca mais verá aranhas e outros insetos da mesma forma.
Perda maciça de vida de insetos demonstra que podemos estar nos aproximando cada vez mais da sexta extinção em massa na Terra. Leo Quintero / Shutterstock

Cada vez menos insetos estão atingindo o para‑brisa do seu carro. Entenda por quê

As contagens de insetos que atingem veículos em diferentes partes do mundo mostram uma redução de pelo menos 64% nas últimas décadas. Estamos indo mais rápido ou simplesmente há muito menos deles?

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