Articles on Evolução

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Espécie da ramificação mais antiga das aves que conhecemos, o “Archaeopteryx” ainda não tinha muitas das adaptações dos pássaros modernos, mas, como eles, já usava impulsos iniciais com as patas para decolar. Karen Fawcett

Como o “primeiro pássaro” levantava voo sobre os dinossauros

Um ícone da evolução, o Archaeopteryx é a ramificação mais antiga na linhagem das aves que conhecemos, mas mesmo sem as adaptações dos pássaros modernos já era eficiente na sua “decolagem”
Uma abelha-de-faixa-azul australiana: diferentes espécies destes insetos desenvolveram soluções muito distintas para o desafio de enxergar o mundo ao seu redor. Kristian Bell/Shutterstock

Espécies de abelhas veem o mundo de maneiras surpreendentemente diferentes, e compreender isso pode inspirar novas tecnologias

Alguns dos desempenhos visuais mais impressionantes medidos em um novo estudo vieram de espécies solitárias e raramente estudadas de abelhas
Pode parecer uma questão semântica abstrata, mas quando os nomes dos gêneros não refletem relações evolutivas reais, eles podem obscurecer padrões de descendência, exagerar as diferenças entre grupos e reforçar o pensamento ultrapassado de “primitivo versus avançado”. Ian Towle

Por que talvez seja hora de repensar a árvore genealógica humana

A forma como classificamos os ancestrais da Humanidade é uma bagunça, mas há uma solução simples para isso
O grande crânio de Harbin, da China, foi associado aos denisovanos por meio de análises de DNA e proteínas antigas: ossos da perna atribuídos a dois integrantes da espécie antiga de humanos indicam eles tinham de 1,8 a 1,9 metro, mas Inferir a altura como uma característica da espécie com base em apenas dois indivíduos é precipitado. Fu et al. (2025)

Os denisovanos eram altos em comparação com outros humanos antigos? Devemos ser céticos

Dois ossos da perna de denisovanos encontrados em Taiwan pertenciam a indivíduos altos, mas ainda não podemos generalizar esta inferência para toda a espécie
Novo estudo aponta que desenvolvimento de sistemas digestivos mais complexos teve um papel ecológico importante na chamada explosão cambriana, em que a maioria dos principais grupos animais hoje existente surgiu, há cerca de 540 milhões de anos. Kimmig & Bicknell / Trends in Ecology & Evolution

A origem das fezes: como excrementos animais impulsionaram o maior evento evolutivo da história da Terra

Será que a evolução dos excrementos é a razão da nossa existência?
Nossos narizes realizam funções que vão muito além de simplesmente nos permitir respirar e cheirar: separação funcional entre nariz e laringe criou um sistema ideal para modular sons complexos e contrastantes, entre os quais vogais claramente diferenciadas. Umesh Jayasekara/Shutterstock

Por que os macacos nunca poderão falar como os humanos: uma questão de narizes

Nosso nariz não tem esse formato por mero capricho e permite que nossa voz seja mais clara e mais grave do que a de qualquer outro primata
O desenvolvimento das mãos foi moldado pela evolução, pela biologia e pelo ambiente, com o comprimento e formato de cada dedo ajudando cada um deles a melhor realizar tarefas diferentes ou atuarem em conjunto. Cunaplus_M.Faba/iStock via Getty Images Plus

Por que nossos dedos têm comprimentos diferentes?

O comprimento dos seus dedos é apenas uma das muitas características que permitem que suas mãos segurem, pressionem, puxem e interajam de outras formas com o mundo
Os espinhos dos cactos cholla saltadores são um excelente exemplo de como a evolução cria ferramentas especializadas de perfuração: pedaços dos cactos devem ficar presos na pele dos animais para que a planta se espalhe no ambiente via clonagem. Tony Cyphert/Flickr

Do espinho ao ferrão: as ferramentas de perfuração da natureza

Espinhos dos cactos, ferrões de vespas, órgãos genitais de caracóis e dentes de tubarões têm muito mais em comum do que parece à primeira vista
Peixes, focas e baleias vivem na água, mas suas coberturas corporais não são variações de um mesmo projeto, pois a evolução não tem projeto e simplesmente trabalha com o que já existe. liudmila_selyaninova / shutterstock

Por que os peixes não têm pelos?

Um golfinho, um salmão e uma foca: o que fez com que uns tivessem pelos, outros escamas e outros nada? A resposta é que seus caminhos evolutivos foram completamente diferentes.
No contexto da busca por vida fora da Terra, a pergunta “o que é vida?” deixa de ser apenas um problema filosófico e passa também a ter importância para a própria investigação científica: é necessário estabelecer critérios que permitam distinguir um ser vivo de algo não vivo. Foto: Alan Fitzsimmons / ESO’s La Silla Observatory

Astrobiologia: por que a ciência considera necessário adotar mais de uma definição do que é vida

A definição de vida é fundamental para o estabelecimento da própria metodologia de pesquisa quando se investiga a origem da vida, ou se há vida fora da Terra
A universalidade histórica do suicídio sugere que os circuitos neurais que o permitem podem não ser apenas alterações patológicas da neuroquímica cerebral. Eles podem também corresponder a um comportamento evolutivo preservado na espécie e posteriormente deturpado pelos estressores modernos, mesmo contrariando os princípios da evolução.

Estudos investigam se comportamento suicida pode ter raízes evolutivas

Para a biologia evolutiva, o suicídio traz um paradoxo intrigante: se a seleção natural favorece a sobrevivência e a reprodução, conforme a teoria de Darwin (1859), por que o cérebro humano manteve mecanismos capazes de permitir que o indivíduo se autodestrua?
Nas pedras de Siccar Point, no litoral da Escócia (foto), o pai da geologia James Hutton reconheceu, em 1788, a importância geológica das discordâncias angulares observadas nas rochas desse afloramento. Essa descoberta ofereceu uma nova dimensão à geologia moderna, e a Charles Darwin a magnitude temporal que A Origem das Espécies exigia. Foto: John Van Hoesen

História da Ciência: como a Geologia moderna deu a Darwin a magnitude que a Teoria da Evolução exigia

Todos os seres vivos estão conectados em uma cadeia de ancestralidade e descendência que somente o tempo geológico é capaz de conceber.
Nossos corpos são um arquivo vivo da evolução, com adaptações que vão da coluna aos olhos, dentes e pelve, e podem explicar muitos dos problemas de saúde que comumente enfrentamos. ZCOOL HelloRF/ Shutterstock

O corpo humano não é uma obra‑prima do design, mas uma colcha de retalhos de concessões evolutivas

Muitos aspectos da anatomia humana são apenas soluções “suficientemente boas” – funcionais, mas longe de serem perfeitas
Ancestral comum de vertebrados e invertebrados inicialmente perdeu os olhos emparelhados ao adotar um estilo de vida estático, mas depois teve que desenvolver novamente dois olhos ao mudar novamente para uma vida mais dinâmica. LuckyStep/Shutterstock

Visão moderna dos vertebrados evoluiu de ancestral parecido com um verme de um olho

Esse animal semelhante a um verme, hoje extinto, perdeu inicialmente os olhos em pares e, posteriormente, voltou a desenvolvê-los.
A maioria das pessoas só toma conhecimento do apêndice quando ele está inflamado e prestes a romper, mas estrutura é fundamental na evolução dos mamíferos, tendo se desenvolvido de maneira independente 32 vezes em 361 espécies diferentes. Sebastian Kaulitzki/Science Photo Library via Getty Images

Para que serve o apêndice? Biólogos explicam a complicada evolução do órgão

O apêndice evoluiu independentemente pelo menos 32 vezes em 361 espécies de mamíferos. Mas o queridinho de ontem da evolução é hoje mais um risco médico
Estátua do Hermafrodita adormecido, cópia romana do século II a.C. de um original helenístico do século II a.C. no Louvre: mais que uma obsessão estética, formato - e função - dos nossos traseiros foram moldados pela evolução. Pierre-Yves Beaudouin/Wikipedia

O poder das nádegas: como a anatomia da bunda nos fez humanos

Saiba por que o traseiro do “Homo sapiens” é consideravelmente maior, mais arredondado, musculoso e protuberante do que o de nossos parentes primatas
Dentes de tubarões jovens são mais finos, com projeções para agarrar presas pequenas e escorregadias, como peixes e lulas, mas depois projeções desaparecem e eles se tornam mais largos, grossos e serrilhados para cortar ossos e carne de mamíferos marinhos, como focas e baleias. Ken Bondy/iNaturalist

Tubarões‑brancos mudam formato de dentes à medida que crescem e envelhecem

Os dentes dos tubarões-brancos não são armas estáticas, mas registros vivos da mudança no estilo de vida e dieta dos animais.
O ornitorrinco evoluiu para se adaptar ao seu nicho ecológico específico: é um erro pensar que a evolução tem uma meta ou objetivo final, e que a Humanidade ocupa o ápice deste processo. Joao Inacio/Moment via Getty Images

Nenhum animal existente hoje pode ser considerado e rotulado como “primitivo”

Todas espécies vivas hoje, desde chimpanzés até bactérias, são primas que têm linhagens igualmente longas, em vez de ancestrais ou descendentes umas das outras.
Formações rochosas fálicas no Love Valley, Capadócia, Turquia: estudo indica que tamanho do pênis humanos serve tanto para atrair parceiras quanto para sinalizar ameaça física para rivais. Nevit Dilmen/Wikimedia Commons

Novo estudo evolucionário revela duas razões para que o pênis humano seja relativamente grande

Pênis humanos são misteriosamente grandes em comparação com outros grandes primatas, sugerindo que atuam como um sinal para parceiros e rivais

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