Resultado da combinação com imunoterapia é uma espécie de duplo golpe: a vacina coloca o sistema imune em estado de alerta, enquanto a imunoterapia impede que o tumor o iniba novamente, aumentando significativamente a sobrevida dos pacientes, mostra estudo.
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Estudo mostrou que os pacientes com câncer que receberam uma vacina de mRNA contra a COVID-19 apresentaram uma sobrevida significativamente maior
Manifestação antivacina em Manchester (Inglaterra) em dezembro de 2020: desigualdade econômica e dificuldades para pagar as contas são o terreno fértil onde discurso populista funciona como fertilizante, e a rejeição à medicina oficial é a erva daninha que brota como resultado.
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A recusa das vacinas não é apenas desinformação, é o sintoma de uma crise de confiança, e a ciência revela como o populismo explora esse medo para minar a saúde pública
Uma vacina contra o câncer só pode ajudar se pacientes estiverem dispostos a tomá-la: falsa narrativa sobre “câncer turbo” se infiltrou na grande mídia, aumentando a probabilidade de que alguns deles recusem terapias com mRNA no futuro.
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Alegações falsas de que as vacinas de mRNA contra a COVID-19 causam câncer poderiam, ironicamente, prejudicar o tratamento do câncer ao comprometer uma ferramenta promissora
Bangladesh vem enfrentando surtos de sarampo desde maio de 2026, com mais de 900 mortes pela doença: enquanto países de baixa renda têm problemas de acesso, em países ricos os surtos estão ligados a questões religiosas e hesitação vacinal devido à desinformação.
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O sarampo está voltando a se espalhar pelo mundo a partir de locais com baixas taxas de cobertura vacinal, onde alguns poucos casos podem rapidamente se transformar em uma epidemia
Os medicamentos de mRNA oferecem vantagens significativas em relação aos remédios tradicionais, pois são facilmente programáveis e é possível produzir centenas de quilos de mRNA a partir de matrizes de DNA.
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O uso da plataforma de mRNA como medicamento tem se mostrado promissor, mas antes que ela possa ir além das vacinas os pesquisadores precisam identificar as doenças certas a serem tratadas
Os hesitantes e contrários à vacinação existem desde que as vacinas surgiram, há mais de 200 anos: grupos antivacinas têm menos restrições quanto aos tipos de histórias que podem contar sobre o desenvolvimento e o impacto das vacinas.
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Reconhecer as histórias por trás das preocupações das pessoas em relação às vacinas pode ajudar os defensores da saúde pública a desenvolver uma abordagem mais inclusiva
Cientista política norte-americana destaca como líderes empresariais e grupos comunitários de todo o Brasil se mobilizaram para combater as mensagens antivacinas do governo populista de direita de Jair Bolsonaro na época da pandemia de COVID-19, e ajudar no desenvolvimento e na distribuição de vacinas.
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Um forte sentimento de pertencimento levou empresas e cidadãos a defender o sistema público de saúde do país dos ataques do governo populista de direita de Jair Bolsonaro
Há uma esperança cautelosa, mas ainda não total. Existem diferenças bem documentadas entre os sistemas imunológicos de ratos e humanos, e resultados promissores em animais frequentemente não se repetem em humanos. O próximo passo crucial serão os estudos controlados de infecção em humanos.
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Uma vacina em spray nasal que mantém o sistema imunológico em alerta máximo permanente – e que um dia poderá proteger contra a gripe, a COVID e futuras pandemias.
Um funcionário usando equipamento de proteção carrega frascos de contra a COVID-19 na Fiocruz: hoje, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) é crucial para o abastecimento de vacinas do Sistema Único de Saúde (SUS).
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Ao investir em pesquisa, formação de profissionais qualificados e inovação tecnológica, o Brasil se blinda contra discursos que descredibilizam o conhecimento científico e constrói um futuro mais seguro e saudável
cada infecção recebe um valor chamado R0, que indica quantas pessoas provavelmente serão infectadas por uma já infectada: valores de R0 acima de 1 levam a surtos e epidemias.
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Os especialistas brasileiros em desinformação Ergon Cugler e Igor Sacramento conversam com o podcast The Conversation Weekly.
Vacinação contra a COVID-19 no Brasil: Artigos sem o correto embasamento científico contribuíram para a propagação de ideias falsas sobre os efeitos colaterais da vacina, o que pode ter afastado uma parcela da população das campanhas de imunização.
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Artigo da Frontiers in Medicine afirma que vacinas aumentam o risco de morte, mas erros graves na metodologia geraram resultados errados e conclusões infundadas, expondo falhas na revisão por pares.
A varíola causa lesões que se assemelham a bolhas cheias de pus, que acabam se transformando em crostas.
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A Organização Mundial da Saúde declarou a mpox uma ameaça global à saúde em 2022 e 2024. Embora a maioria das infecções por mpox seja leve, algumas podem ser fatais, e os casos estão se espalhando na África.
Criança indígena sendo vacinada no Hospital das Clínicas, em São Paulo: Se somarmos todas as mortes de crianças por gripe, pneumonia, meningite, coqueluche, difteria, tétano, hepatite, catapora, sarampo, rubéola que tivemos no Brasil de 20 a 22, a COVID-19 matou mais.
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Renato Kfouri, Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm)
A COVID-19 sozinha vitimou mais crianças em três anos de pandemia no Brasil do que todas as doenças preveníveis com vacinas do calendário infantil juntas.
Um dia, a experimentação animal não será mais indispensável pois teremos desenvolvido um conjunto de métodos alternativos e estratégias que permitirão evitar o uso de animais na pesquisa biomédica. Mas, até lá, tudo deve ser explicado à sociedade de forma rigorosa e transparente.
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Embora o objetivo final da comunidade de pesquisa com relação à experimentação animal seja acabar com ela, é preciso esperar até que isso seja cientificamente possível. Por enquanto, só assim podemos encontrar curas e desenvolver vacinas.
Pesquisador no Laboratório de Tecnologia Imunológica da Fundação Bio-Manguinhos: uso de moléculas de mRNA permitiu o desenvolvimento de uma plataforma poderosa e versátil para produção de novas vacinas e remédios.
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Pandemia de COVID-19 escancarou a desigualdade na distribuição de insumos médicos no mundo, o que levou OMS a lançar iniciativa que teve Bio-Manguinhos/Fiocruz entre selecionados.
Evangélico, de 35 a 44 anos, educação inferior ao ensino médio, pertencente às classes D ou E e simpático ao governo Bolsonaro seria o perfil médio dos brasileiros e brasileiras que mais espalharam notícias falsas sobre a pandemia, segundo estudo que será divulgado em novembro.
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Wladimir Gramacho, Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (FAC/UnB)
Amplo estudo que será divulgado em novembro mostra o perfil médio dos brasileiros que mais espalharam mentiras sobre vacinas durante a pandemia. Antecipamos aqui alguns resultados.
A Calixcoca, vacina criada no Brasil em fase final de estudos, contribui para a redução da compulsão pelo uso de drogas e poderá ser uma importante ferramenta no pacote de tratamentos contra a dependência - que inclui ainda o acompanhamento psiquiátrico, psicológico, de assistência social e ajuda da família.
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A Calixcoca, em fase final de estudos, poderá ser uma importante ferramenta no pacote de tratamentos contra a dependência.
Números e agulhas sempre andando juntos: o uso de modelos matemáticos para estudar a vacinação é uma prática que começa ainda antes da descoberta das primeiras vacinas.
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Professor Associado da Faculdade de Comunicação e Coordenador do Centro de Pesquisa em Comunicação Política e Saúde Pública (CPS), Universidade de Brasília (UnB)