Articles on COVID-19

Displaying 1 - 20 of 40 articles

Resultado da combinação com imunoterapia é uma espécie de duplo golpe: a vacina coloca o sistema imune em estado de alerta, enquanto a imunoterapia impede que o tumor o iniba novamente, aumentando significativamente a sobrevida dos pacientes, mostra estudo. TY Lim/Shutterstock

Vacinas contra a COVID‑19 ajudam o sistema imune a detectar e combater tumores

Estudo mostrou que os pacientes com câncer que receberam uma vacina de mRNA contra a COVID-19 apresentaram uma sobrevida significativamente maior
Experimentos com camundongos mostram como a proteína Spike pode desencadear uma resposta imunológica capaz de manter a sensibilidade à dor mesmo após o fim da resposta inflamatória. Imagem criada por IA / ChatGPT

Dor pós‑COVID: estudo explica os mecanismos ligados à sequela, que afeta até 40% das pessoas que têm a doença

Experimentos com camundongos mostram que a proteína Spike pode desencadear uma resposta imune capaz de manter uma sensibilidade persistente à dor
Uma vacina contra o câncer só pode ajudar se pacientes estiverem dispostos a tomá-la: falsa narrativa sobre “câncer turbo” se infiltrou na grande mídia, aumentando a probabilidade de que alguns deles recusem terapias com mRNA no futuro. Javier Zayas Photography/Moment via Getty Images

Desinformação sobre vacinas de mRNA pode atrapalhar desenvolvimento de tratamentos revolucionários contra o câncer

Alegações falsas de que as vacinas de mRNA contra a COVID-19 causam câncer poderiam, ironicamente, prejudicar o tratamento do câncer ao comprometer uma ferramenta promissora
Os medicamentos de mRNA oferecem vantagens significativas em relação aos remédios tradicionais, pois são facilmente programáveis e é possível produzir centenas de quilos de mRNA a partir de matrizes de DNA. Christoph Burgstedt/Science Photo Library via Getty Images

Aprovação da primeira vacina de mRNA contra a gripe nos EUA é bom sinal para o aprimoramento dos medicamentos do futuro

O uso da plataforma de mRNA como medicamento tem se mostrado promissor, mas antes que ela possa ir além das vacinas os pesquisadores precisam identificar as doenças certas a serem tratadas
Identificar e compreender novos vírus mais rapidamente pode ajudar a impedir que a próxima pandemia tenha uma vantagem inicial ao se espalhar e fazer uma enorme diferença no número final de vítimas e nos impactos sobre a economia. Xinhua/Alamy

Novo catálogo de vírus revela quais patógenos representam a maior ameaça para a Humanidade

Os cientistas descobrem novos vírus todos os anos. Um catálogo dos mais perigosos pode nos ajudar a identificar a próxima pandemia antes que ela se alastre.
O Sistema de Antecipação de Surtos com Potencial Pandêmico (ÆSOP) usa dados de vendas de medicamentos isentos de prescrição em farmácias para emitir sinais de alerta de surtos antes do aumento das hospitalizações. Imagem: Divulgação / ÆSOP

Sistema que cruza dados do SUS e de farmácias detecta surtos precocemente e ganha tempo contra epidemias

Vigilancia baseada em venda de medicamentos e atendimentos
Covas rasas abertas às pressas no cemitério Vila Formosa, em São Paulo: certamente a imagem mais marcante da massificação de mortes causadas pela Covid-19 no Brasil. Os números mais recentes da OMS mostram que a tragédia foi ainda maior. AP Photo / Andre Penner

Atualização da OMS mostra que mortes por Covid‑19 no Brasil deve superar em muito os 700 mil dos dados oficiais

Negacionismo e máquina de desinformação atuaram em diversos países durante a pandemia, e contribuiram para tornar o Brasil o país com o segundo maior número de mortes por Covid-19
Trabalhadores com equipamentos de proteção na resposta ao recente surto de ebola na República Democrática do Congo: medidas como capacitação e retenção de profissionais de saúde e acesso a vacinas e insumos estão entre as lacunas na prevenção e combate. Photo by Michel Lunanga/Getty Images

Ebola: por que a África e o mundo continuam perigosamente despreparados para a próxima pandemia

Medidas descritas em relatório da OMS sobre a preparação para pandemias globais são de vital importância para o gerenciamento de surtos futuros
O navio holandês MV Hondius, que registrou surto de hantavírus na primeira semana de maio de 2026, com pelo menos três mortes: caso reascende discussões sobre os riscos do confinamento de milhares de pessoas em alto-mar. Imagem: Divulgação / Oceanwide Expeditions

Hantavírus, COVID, norovírus… Por que os navios de cruzeiro são tão suscetíveis a surtos de doenças?

À luz do surto que atingiu o navio holandês MV Hondius, um epidemiologista explica por que os germes se espalham tão facilmente em navios de cruzeiro e como se manter seguro nas férias
Manifestantes contra a vacina confrontam vereadores na Câmara Municipal de Porto Alegre, durante votação do passaporte sanitário, em 2021: padrão de comportamento identificado pela pesquisa sugere que as pessoas não rejeitavam a vacina por avaliarem evidências científicas de forma independente, mas tomavam atitudes com base em intuição e lealdade política. E depois buscavam argumentos para justificá-las. Foto: Elson Sempé Pedroso / CMPA

Estudo analisa como a lealdade política a Bolsonaro afastou brasileiros da vacina contra a COVID

Eleitores que declararam só votar em Bolsonaro, rejeitando outros candidatos, mesmo os alinhados à direita, apresentaram uma taxa de vacinação de 65%. Entre aqueles dispostos a considerar outras opções dentro do campo conservador, a taxa de vacinação subia para 71%
Cientista política norte-americana destaca como líderes empresariais e grupos comunitários de todo o Brasil se mobilizaram para combater as mensagens antivacinas do governo populista de direita de Jair Bolsonaro na época da pandemia de COVID-19, e ajudar no desenvolvimento e na distribuição de vacinas. Wang Tiancong/Xinhua via Getty Images

As lições da saúde pública brasileira para o mundo, na visão de uma pesquisadora dos EUA*

Um forte sentimento de pertencimento levou empresas e cidadãos a defender o sistema público de saúde do país dos ataques do governo populista de direita de Jair Bolsonaro
Enterros simultâneos e centenas de covas rasas feitas às pressas para os mortos: realidade que se repetiu por todo o Brasil durante a pandemia foi mais branda nos estados que compreenderam melhor a importância da ciência na construção de políticas públicas de prevenção e combate à doenças infectocontagiosas. AP Photo/Andre Penner

Estudo mostra que estados que sofreram mais com a dengue ouviram melhor os cientistas sobre a COVID‑19

Estados que investiram mais contra epidemias anteriores enfrentaram a pandemia de COVID-19 de forma mais consistente e coordenada, orientados por evidências científicas e pela atuação de especialistas em saúde pública
Jovens esperam em fila de doação de ceias de Natal nas ruas de Bucareste, na Romênia, durante a pandemia de Covid-19, no dia 24 de dezembro de 2020. AP Photo/Vadim Ghirda

Desigualdade faz mal à saúde: as pandemias e seus determinantes sociais

Relatório da ONU mostra que cerca de 165 milhões de pessoas foram empurradas para a pobreza no mundo todo entre 2020 e 2023, em razão da pandemia de Covid-19
Desde a ruptura do processo democrático em 2016, o orçamento federal para pesquisa sofreu cortes significativos, afetando laboratórios, bolsas e programas de fomento. Ainda assim, os cientistas brasileiros mantiveram um alto nível de produtividade e relevância internacional, demonstrando a força institucional e a capacidade de mobilização das universidades públicas. SARS CoV/ kjpargeter

A ciência resistiu: o papel das universidades públicas brasileiras na pandemia

Os resultados mostram que mesmo diante de um cenário político e econômico adverso, em 2022, 5,9% de todas as publicações científicas brasileiras trataram da covid-19, proporção superior à média mundial, que foi de 4,8%.
Com um pouco de ajuda, as células imunes podem se tornar potentes destruidoras de tumores, e nova pesquisa indica que a vacina de mRNA contra a COVID-19 pode ajudar elas a reconhecer tumores que escapam da detecção pelas imunoterapias atuais Steve Gschmeissner/Science Photo Library via Getty Images

Vacinas de mRNA contra a COVID‑19 podem deflagrar a próxima revolução no tratamento do câncer

Os pesquisadores descobriram que as vacinas contra a COVID-19 baseadas em mRNA poderiam ajudar pacientes cujos tumores não respondem bem à imunoterapia tradicional.
om 2.500 pacientes que tiveram infarto. Aqueles que receberam a vacina contra influenza apresentaram 41% menos mortes por causas cardiovasculares ,no período de um ano, quando comparados aos não vacinados. Foto: Andy Dean / Envato

Vacinação em dia contra gripe e COVID‑19 diminui em até 40% o risco de infarto e AVC

Estudo com 2.500 pacientes que tiveram infarto mostra que aqueles que receberam a vacina contra influenza apresentaram 41% menos mortes por causas cardiovasculares no período de um ano
cada infecção recebe um valor chamado R0, que indica quantas pessoas provavelmente serão infectadas por uma já infectada: valores de R0 acima de 1 levam a surtos e epidemias. Gelefin/Shutterstock.com

Escala de contágio: quais doenças se espalham mais rápido?

Algumas doenças que se espalham como fogo, mas outras não se disseminam tão rápido.
Centenas de covas rasas aguardando vítimas da Covid num cemitério de São Paulo, em outubro de 2020: em menos de dois anos, pandemia matou mais de 700 mil pessoas no Brasil. Foto: Lalo de Almeida/Folhapress

Politização da morte: pesquisa mostra a marca das fake news sobre COVID‑19

Pesquisadores estudaram as estratégias de combate à fake news de duas agências digitais em mais de 650 checagens durante a primeira onde de covid, em 2020
Pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical da USP: A pandemia de covid-19 mobilizou cientistas no mundo inteiro para entender e combater o novo vírus. Levantamento do Lab-GEOPI, da Unicamp, mostrou que mais de 17 mil estudos, de 512 instituições brasileiras, foram feitos no período. Rubens Cavallari/Folhapress

Prontidão e protagonismo: pesquisadores brasileiros produziram mais de 17 mil estudos durante a pandemia da covid‑19

Análise feita por pesquisadores do Lab-GEOPI da Unicamp constatou o esforço da comunidade científica para compreender os diversos fatores relacionados a covid-19
No Brasil, até 2023 o trabalho de cuidado remunerado mobilizava cerca de 25 milhões de pessoas — o equivalente a um quarto da força de trabalho do país. No núcleo mais íntimo, denso e cotidiano desse mercado — o cuidado doméstico, direto e recorrente — predominam de forma marcante as mulheres negras. Foto: José Carlos Barretta/Folhapress

Como funciona a economia do cuidado: de tarefa natural a trabalho reconhecido e valorizado

Estudo da USP, feito em vários países, levantou como diferentes sociedades organizam a oferta de cuidado remunerado e como a pandemia afetou essa ordem, revelando os contornos de um campo de trabalho vital mas historicamente invisibilizado

Top contributors

More