Uma plataforma de petróleo ancorada para manutenção nas águas da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro: modelos de aprendizado de máquina treinados com dados reais e de simulações podem ser validados, testados e têm potencial para transformar a forma como monitoramos e gerenciamos poços de exploração de petróleo.
Foto: Renato Meireles / Envato
Departamento de Engenharia Química e de Materiais da PUC-Rio desenvolve soluções tecnológicas que usam a IA para aumentar a eficiência dos processos, reduzir os custos operacionais e ampliar a segurança das operações em óleo e gás
Marcha na Avenida Paulista, em protesto contra o projeto de Lei 2159/2021, o PL da Devastação: prestes a ser aprovada, nova lei trará retrocessos que poderão deixar o Brasil mais longe da posição de liderança no esforço internacional contra o aquecimento global, e mais perto dos países defensores da manutenção dos combustíveis fósseis.
Foto: Claudio Araujo De Oliveira/Ato Press/Folhapress
Philip Fearnside, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA)
Possível aprovação do projeto de lei que flexibiliza licenciamento ambiental conta com leniência do governo federal por conta do interesse na exploração de petróleo no foz do rio Amazonas
Usinas de carvão e hélices eólicas convivem na paisagem da região de Niederaussem, na Alemanha: embora a redução das emissões de gases de efeito estufa seja o objetivo primário, a sustentabilidade vai além e envolve a minimização do impacto ambiental de todo o ciclo de vida das tecnologias energéticas, que inclui a extração de matérias-primas, operação, descarte e reciclagem.
AP Photo/Michael Probst
A transição energética não se limita à produção; ela depende também de como consumimos e gerenciamos a energia produzida, e como reestruturamos a sociedade para que ela seja mais eficientes e justa em seu uso energético
A Reserva Biológica do Morro dos Seis Lagos, no município de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas: localizada dentro de território indígena, a reserva guarda ricos depósitos de manganês e nióbio, e está sob a mira da exploração mineral na região.
Foto: Lalo de Almeida / Folhapress
Transição para futuro com menos carbono aumenta busca por metais essenciais à energia limpa, como lítio, níquel e cobre, e isso pode acelerar a destruição ambiental em uma das regiões mais vulneráveis do planeta.
Vista do salão principal da Usina Hidrelétrica de Itatinga, que fornece energia para o Porto de Santos e pretende iniciar processo para começar a produzir hidrogênio verde.
Foto: Eduardo Knapp/Folhapress
A rede elétrica nacional oferece uma vantagem estratégica ainda não plenamente reconhecida nas diretrizes atuais
Cena de Duna: Parte 2, produção de US$ 200 milhões que concorreu a seis Oscars este ano, sendo rodada nos deserto próximo de Abu Dhabi: entre os custos de carbono de grandes filmes estão os gastos com centenas de passagens de avião.
Divulgação: Warner
Em média uma grande produção de cinema nos Estados Unidos e na Inglaterra gera cerca de 33 toneladas métricas (Mt) de CO2 equivalente para cada dia de filmagem
Novo SAF, em desenvolvimento por cientistas da UFMG, utiliza nióbio e óleo de palma em sua composição, e possui condições de substituir gasolina, diesel e querosene de aviação, sem necessidade de adaptações na infraestrutura existente.
Reprodução / Instituto Brasileiro de Aviação
Novo SAF (sigla em inglês para Combustível de Aviação Sustentável), em desenvolvimento por cientistas da UFMG, utiliza nióbio e óleo de palma em sua composição, e pode ser capaz de substituir diretamente gasolina, diesel e querosene de aviação
As promessas do recém-empossado presidente dos EUA, Donald Trump, de retirar o país do Acordo de Paris e aumentar a extração de combustíveis fósseis vão contra as medidas necessárias para mitigar as mudanças climáticas.
O chefe climático das Nações Unidas, Simon Stiell, à esquerda, e a assessora climática sênior Joanna MacGregor, ao centro, após a sessão de encerramento da COP29.
Rafiq Maqbool/AP
As expectativas eram baixas para a última cúpula climática da ONU. Mas a especialista em direito climático Jacqueline Peel, que participou das negociações, explica o progresso que foi feito.
Manifestantes em Baku protestam por mais financiamentos e menos empréstimos para iniciativas contra o aquecimento global: Países desenvolvidos não aceitam mecanismos de transferência de renda para ajudar as nações em desenvolvimento a reduzir emissões.
AP Photo/Rafiq Maqbool
Países desenvolvidos não aceitam mecanismos de transferência de renda para ajudar os países em desenvolvimento a reduzir suas emissões e realizar a necessária transição energética para construírem economias de baixas emissões de carbono
Vista aérea de poças de salmoura que evaporam lentamente, deixando para trás lítio e outros minerais, na mina SQM no deserto de San Pedro de Atacama, no norte do Chile, em 18 de abril de 2023: mineração mal feita pode ter graves consequências para a saúde humana e o meio ambiente.
(AP Photo/Rodrigo Abd)
A tentação de justificar a mineração de minerais críticos a todo custo é uma falácia perigosa. Os impactos sociais e ambientais de minerais críticos mal minerados são terríveis
A família de Luiz Carlos e seus filhos na comunidade de Santa Luzia, na Ilha de Marajó: no conceito de transição justa, a tradição extrativista ribeirinha precisa ser contemplada nas mudanças de modelo econômico.
AP Photo/Eraldo Peres
Mudança de fontes de energia e modelo econômico, com novo paradigma de baixa emissão de carbono, não poderá ignorar o legado extrativista e o modo de vida das populações ribeirinhas.
Ribeirinhos na pesca de manejo do pirarucu na terra indígena Deni, no Amazonas: aplicação da bioeconomia da sociodiversidade no local promove a valorização do pescado sem redução da oferta. E já beneficia 1.133 pescadores, que mantém uma população estável de 170 mil pirarucus.
Eduardo Anizelli/Folhapress
Henrique Pereira, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA)
É preciso distinguir o conceito de genérico de bioeconomia do conceito de Economia da Florestam, ou da socibiodiversidade, onde o Brasil tem muito a desenvolver
Turbinas eólicas em construção em parceria com o Senai, no litoral do Rio Grande do Norte: volume de investimentos da Petrobras em baixo carbono subiu de US$ 4,4 bilhões para US$ 11,5 bilhões entre o último quadriênio e o que se inicia agora em 2024.
Divulgação / Senai
O diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da Petrobras faz uma prestação de contas sobre os esforços cada vez maiores da empresa em se tornar uma referência na geração de energia de baixo carbono.
Entardecer no Parque Eólico Neoenergia, no município de Rio do Fogo, no litoral do Rio Grande do Norte: abundância de energia limpa e renovável pode ser a chave para a retomada industrial do Brasil.
Foto: Alex Régis/Folhapress
País teve indústria desidratada nos últimos 20 anos, mas abundância de fontes renováveis pode gerar desenvolvimento sustentável e colocar o Brasil à frente do processo de transição energética mundial.