Ilustração de uma estrela gigante vermelha engolindo um planeta: Terra deverá ser destruída neste processo, mas planetas gigantes gasosos mais afastados, como Júpiter e Saturno, podem sobreviver e até “migrar” para regiões mais interiores do Sistema Solar.
James Gitlin/STScI AVL
Nova descoberta revela o que pode acontecer com o Sistema Solar depois que o Sol esgotar seu combustível nuclear e “morrer”
Etapas finais da vida de uma estrela que não explode como supernova, mas implode sob ação da gravidade, formando um buraco negro estelar: se supernovas fracassadas como essa forem comuns, número de buracos negros estelares é muito maior do que o esperado.
NASA, ESA, and P. Jeffries (STScI).
Na galáxia de Andrômeda, uma estrela 13 vezes mais maciça que o Sol desapareceu sem deixar vestígios de seu brilho
Atualização do observatório Super-Kamiokande, no Japão, vai permitir a detecção de neutrinos lançados pela explosão de todas as supernovas ao longo dos últimos 10 bilhões de anos da história do Universo.
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Neutrinos cósmicos, “partículas fantasmas” de antigas explosões estelares, podem ser detectados pela primeira vez este ano.
Ilustração mostra a Parker Solar Probe se aproximando do Sol: medições da sonda da Nasa e outra da Agência Espacial Europeia (ESA) permitiram aos cientistas identificar de onde pode estar vindo a energia que acelera e aquece o vento solar depois que ele sai do Sol.
Steve Gribben/Johns Hopkins APL/NASA via AP
Há anos os cientistas se perguntam qual é a fonte de energia que permite que o vento solar - uma emissão de partículas carregadas do Sol - passe pela Terra a centenas de quilômetros por segundo
Esse grão microscópico é mais antigo que o Sistema Solar, e a análise de sua composição uma janela para entender a evolução das estrelas.
Sachiko Amari
Sachiko Amari, Arts & Sciences at Washington University in St. Louis
A maioria dos grãos pré-solares foi destruída durante a formação do Universo. Mas alguns sobreviveram em meteoritos.
Emissões de períodos longos e polarizadas que variam entre três estados, ou “modos”, não se encaixam em nenhuma das teorias atuais sobre as fontes cosmológicas destes sinais.
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A fonte de ondas de rádio que oscila lentamente e muda com o tempo pode ser uma estrela de nêutrons ou uma anã branca, mas seu comportamento não se encaixa em nenhuma de nossas teorias atuais
Ilustração de uma estrela vaporizando um planeta próximo: pesquisadores analisaram estrelas parecidas com o Sol e descobriram que pelo menos uma em cada 12 delas apresenta traços de metais em suas atmosferas que podem ser “cicatrizes” de planetas e asteroides que foram consumidos por elas
NASA/CXC/M.Weiss