Articles on Pesquisas eleitorais

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Duas hipóteses podem explicar essa frieza: a primeira é que nem Lula nem Flávio Bolsonaro estão empolgando os eleitores. A segunda é que a campanha eleitoral migrou para as plataformas digitais, o que diminui o corpo a corpo, reduz o calor das improvisações nos comícios e desestimula o debate de ideias. O eleitor começa a se perguntar se o que vê nas redes é a realidade ou apenas uma seleção dos algoritmos. AP Photo/Silvia Isquierdo e André Penner

Eleições: campanha fria e digital aumenta incerteza sobre resultado das urnas

Cientista político que desenvolveu teoria sobre o presidencialismo de coalizão analisa os difíceis prognósticos para as eleições majoritárias deste ano e os riscos de seus resultados para a governabilidade e a democracia
Ilustração gerada por IA, via Envato Labs

Pela primeira vez, redes sociais superam TV no consumo de informação política e desafiam campanhas

A comunicação política vive um estágio de transição tecnológica. Embora a inflexão para as redes sociais seja uma tendência, a comunicação eleitoral ainda será desafiada a dialogar com o modelo híbrido, no qual o analógico e o digital fazem parte das preferências de um número ainda significativo de brasileiros.
Mesmo quando conduzidas com rigor metodológico, as pesquisas podem falhar em captar com precisão o comportamento do eleitor diante da urna. O ambiente político e social é dinâmico e, muitas vezes, imprevisível, especialmente nos dias que antecedem as eleições.

O quanto se pode confiar nas pesquisas de intenção de voto próximo dos dias de eleição?

Com a crescente pulverização de institutos de pesquisa, multiplicam-se também os erros - inadvertidos ou não - que influenciam negativamente a credibilidade das pesquisas

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