A cor que acreditamos perceber e o efeito fisiológico da luz não são exatamente a mesma coisa: enquanto nosso cérebro decide se algo é azul, verde ou vermelho, outros circuitos tentam responder se é dia ou é noite.
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Enquanto nosso cérebro decide se algo é azul, verde ou vermelho, outros circuitos tentam responder a uma pergunta muito mais básica: é dia ou é noite?
Busca não é só um exercício de observação, mas também de previsão: cérebro tenta adivinhar constantemente onde algo provavelmente está e direciona a atenção de acordo com isso.
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Seu cérebro não está apenas olhando – ele está prevendo. É por isso que você pode ficar olhando fixamente para um objeto e, mesmo assim, não vê-lo
Estudo envolvendo conceito de propriedade corporal mostra que a consciência parece ter acesso contínuo e privilegiado às informações relevantes sobre o que acontece com nosso corpo, contrariando noção de que este é um processo inconsciente.
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A sensação do cérebro de que “este é o meu corpo” está intimamente ligada à consciência – muito mais do que muitas teorias supõem.
A cor é a interação entre um material, a luz e a mente que depende do contexto que é vista: artistas têm uma compreensão inata disso que os cientistas só agora estão começando a entender.
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Cientistas criaram uma experiência universal de cor usando lasers.
O que parecem ser espirais azuis e verdes são, na verdade, da mesma cor: percepção pode variar de acordo com condições como iluminação ou pano de fundo e mesmo entre indivíduos, mas isso não quer dizer que as cores são subjetivas.
Akiyoshi Kitaoka
A cor de um objeto parece diferente sob diferentes tipos de iluminação e contra diferentes fundos para diferentes espectadores. Mas isso não significa que as cores sejam subjetivas.
Cerca de 85% das pessoas já tiveram pelo menos uma experiência de dilatação do tempo, aproximadamente metade em situações de acidente e emergência, mas algumas das mais extremas estão ligadas a substâncias psicodélicas, como o LSD.
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