Entre as múltiplas formas de angústia relacionadas ao tempo, aquilo a que chamamos de “cronofobia”, tem entre uma de suas manifestações mais frequentes e estudadas a ansiedade em relação ao envelhecimento.
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Embora o tempo seja uma experiência pessoal, preocupar-se demais com seus estragos, bem como com a incerteza em relação ao futuro, pode nos afetar até biologicamente
Em experimento envolvendo fótons e uma “nuvem” de átomos, algo estranho acontece, e o fóton chega do outro lado tão cedo que parece ter passado um tempo negativo dentro da nuvem, saindo, em média, antes mesmo de entrar.
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Uma partícula de luz pode parecer deixar uma nuvem de átomos antes de entrar nela, como mostra um novo experimento
Os relógios atômicos aproveitam as propriedades dos átomos para gerar “tics” incrivelmente precisos, mas os relógios nucleares podem ser ainda mais estáveis e acurados, abrindo as portas para novas aplicações e descobertas científicas.
Nate Phillips, NIST
Os relógios atômicos já são a base da medição do tempo moderna, mas um relógio nuclear poderia ser ainda mais preciso
A informação, antes tratada como uma ferramenta abstrata usada para rastrear estados ou probabilidades, tem sido cada vez mais reconhecida como uma quantidade física por si só, assim como a matéria ou a radiação, e isso muda totalmente nossa compreensão do Universo.
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Até recentemente os físicos em geral acreditavam que o tempo era uma característica básica do Universo, mas ele pode simplesmente emergir da informação cósmica.
O tempo não é uma ilusão, ao contrário das ilusões de ótica que enganam os seus olhos: não há nada para “enganar”, porque não tem base física.
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O tempo é real ou uma ilusão? A melhor resposta pode “ser nem um, nem outra”: tanto a física quanto a filosofia sugerem que o tempo é uma projeção da mente sobre uma realidade atemporal.
Cerca de 85% das pessoas já tiveram pelo menos uma experiência de dilatação do tempo, aproximadamente metade em situações de acidente e emergência, mas algumas das mais extremas estão ligadas a substâncias psicodélicas, como o LSD.
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Em experiências de dilatação do tempo, o tempo normalmente parece se expandir em muitas ordens de magnitude.
Não há nada nas equações da física que impeça o tempo de fluir na direção contrária da que percebemos, fruto do segundo princípio da termodinâmica, segundo o qual a entropia de um sistema sempre tende a aumentar.
A percepção psicológica do tempo é que ele flui. Supomos que eventos passados já aconteceram, enquanto eventos futuros ainda não aconteceram. Mas não há nada nas equações da física que confirme isso
Chave para desvendar o mistério de como conseguimos entender e comunicar um elemento tão difuso como o tempo com tão pouco esforço está na forma como usamos nossa compreensão do espaço - uma dimensão com a qual interagimos de forma tangível - para conceituar o tempo.
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