Ilustração da colisão de dois buracos negros e das ondas gravitacionais associadas à sua fusão: resultados são compatíveis com o “teorema da área do buraco negro”, ideia proposta Hawking em 1971 que afirma que a área total dos buracos negros não pode diminuir.
LIGO/Caltech/Maggie Chiang para a Fundação Simons.
A detecção da onda gravitacional GW250114, resultado da fusão de dois buracos negros a 1,3 bilhão de anos-luz de distância, é um novo marco na observação do Universo.
Stephen Hawking também estava certo: avanços na qualidade das observações permitiu verificar validade de previsão do cientista britânico sobre a natureza e evolução dos buracos negros.
Carl Knox, OzGrav, Swinburne University of Technology
Primeiro, as ondas gravitacionais provaram que Einstein estava certo sobre a estrutura do Universo. Agora, elas também confirmaram que Stephen Hawking acertou sobre o sobre os buracos negros
O modelo do “Universo espelho”, com o Big Bang no centro: atualmente, a abordagem teórica dominante na Cosmologia combina a Teoria das Cordas e a “inflação cósmica”, prevendo um Cosmos incrivelmente complexo em escalas minúsculas, e completamente caótico em escalas muito grandes.
Neil Turok
Um “universo espelho” pode ser uma explicação mais realista que o multiverso para as características que observamos no nosso Universo
Motores de dobra são uma solução comum na ficção científica para o problema do limite da velocidade da luz, e pesquisa sugere que seu rastro poderia ser detectado como ondas gravitacionais.
BB Design Stock/Shutterstock
Naves espaciais no estilo da ficção científica poderiam criar explosões de ondas gravitacionais dentro do alcance de futuros detectores
Ilustração de um buraco negro supermaciço: observatório de ondas gravitacionais no espaço pode ajudar a identificar nova e ainda desconhecida propriedade comum destes misteriosos objetos além de sua massa, carga e rotação, que os cientistas apelidaram de “cabelo”
NASA/JPL