Estudo indica que seca prolongada pode ter servido de impulso, junto com crescimento populacional e melhorias na tecnologia das canoas e navegação.
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Novas evidências sugerem que uma seca generalizada, que se estendeu por séculos, pode ser parte da resposta.
Estados projetam seu poder de controle migratório muito além de suas fronteiras geográficas, transformando o mar em uma zona difusa de governança onde os direitos dos migrantes ficam permanentemente suspensos.
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Nova dinâmica global de controle migratório cria um limbo jurídico no mar, onde os direitos dos refugiados ficam suspensos
Migrante venezuelana cruza a fronteira com Roraima com um bebê de colo e uma criança: estudo de pesquisadores da Universidade La Coruña, na Espanha, revela como a travessia, os abrigos emergenciais e até a adaptação às cidades brasileiras é mais perigosa para as mulheres, com riscos que envolvem violência sexual, xenofobia e falta de assistência social.
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A convivência forçada com homens desconhecidos no abrigos gera insegurança e violência para muitas venezuelanas que migram para o Brasil pela fronteira com Roraima
Uma imagem impossível: gerado por Inteligência Artificial, este “registro” do que seria uma visita de um pinguim ao habitat de um urso polar, no Ártico, nunca aconteceu e muito provavelmente jamais acontecerá. Barreiras para a expansão geográfica que envolvem o clima, a geografia, limitações evolutivas profundas e padrões comportamentais enraizados restringem a capacidade dessas aves de conquistar novos territórios.
Imagem: Envato Labs
Por serem fiéis aos seus ambientes de origem e pouco flexíveis em termos ecológicos, os pinguins podem enfrentar sérias dificuldades para se adaptar às novas condições climáticas do planeta
Invisíveis: não se sabe exatamente quantos brasileiros estão se mudando neste momento devido às mudanças climáticas atuais, porque não existem sistemas centralizados de registro para monitorá-los.
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Nas últimas duas décadas, pelo menos 8 milhões de brasileiros migraram devido a tempestades, inundações, incêndios florestais, secas ou aumento do nível do mar.
Famílias inteiras de imigrantes - a maioria da Colômbia, Venezuela e Haiti - arriscam suas vidas e perdem todas as suas economias na tentativa de atravessas o estreito rumo aos EUA, guiados por coiotes do principal grupo de narcotraficantes da Colômbia.
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Mais de meio milhão de pessoas fizeram a traiçoeira travessia por terra entre as Américas do Sul e Central em 2023 - muito mais do que em anos anteriores.
Refugiados, alguns deles crianças, em Hargeisa, Somalilândia.
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