Articles on Galáxias

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Ilustração mostra uma etapa da fusão prevista entre nossa galáxia, a Via Láctea, e a vizinha galáxia de Andrômeda, conforme ela se desenrolará ao longo dos próximos bilhões de anos. NASA; ESA; Z. Levay and R. van der Marel, STScI; T. Hallas; and A. Mellinger

‘Arqueólogos’ astronômicos descobrem estrelas na Via Láctea vindas de outra galáxia há 12 bilhões de anos

A Via Láctea contém um registro fóssil das galáxias que absorveu ao longo dos bilhões de anos de sua formação e crescimento
O Universo não é apenas um lugar onde as galáxias existem: ele é um palco dinâmico, onde o ambiente transforma essas gigantes ao longo do tempo. Uma galáxia isolada num campo — região de baixa densidade de matéria — tem uma evolução mais lenta. Já uma que existe em um grupo, mais denso que o campo, tende a perder gás e reduzir ou cessar a formação de estrelas, até mudar de forma. Ficando cada vez mais parecida com as galáxias mais velhas que compõem os aglomerados, onde a densidade é muito maior. Imagem: CTIO/NOIRLab/DOE/NSF/AURA

No palco dinâmico do universo, o ‘ambiente’ influencia no comportamento de cada galáxia

Em regiões mais vazias, predominam galáxias azuis, ricas em gás e com intensa formação estelar. Nas regiões mais densas do Universo, são mais comuns as galáxias vermelhas, mais velhas e com pouca ou nenhuma formação de novas estrelas
Ilustração do Telescópio Espacial James Webb (JWST): observações de galáxias distantes revelam que algumas delas são mais brilhantes do que o esperado, com impactos em nossa compreensão de como o Universo evoluiu e sua idade. Dima Zel / Shutterstock

Galáxias mais antigas se formaram rápido após o Big Bang, colocando em xeque modelos sobre evolução e idade do Universo

Algumas das galáxias mais antigas encontradas pelo JWST são também as mais brilhantes. Isso é um problema para nossas ideias sobre a formação e idade do Universo.

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