As sondas Viking foram as primeiras a pousar com sucesso na superfície de Marte e levavam a bordo três experimentos desenhados especificamente para detectar sinais de vida no planeta vermelho.
As missões Viking abriram caminho para futuras missões a Marte e ajudaram os pesquisadores a compreender o clima e a geologia do planeta vermelho.
O rover Curiosity próximo ao local conhecido como Mont Mercou, em Marte: instrumento a bordo do veículo-robô da Nasa detectou moléculas que na Terra estão associadas aos ácidos graxos, que compõem membranas celulares.
NASA/JPL-Caltech/MSSS
Rocha de um suposto antigo leito de lago seco em Marte contém moléculas orgânicas complexas.
Uma vista da região de Utopia Planitia em Marte, que se acredita ser o local de um antigo oceano que cobriu grande parte do hemisfério norte do planeta, e onde estaria a ‘praia’ encontrada pelo veículo-robô chinês Zhurong.
ESA/DLR/FU Berlin
Descoberta indica que a água pode ter permanecido estável em Marte por muito mais tempo do que se pensava.
Ilustração de um lançamento do Space Launch System (SLS): foguete já recebeu bilhões de dólares de investimentos no seu desenvolvimento e cancelamento do projeto pode beneficiar Elon Musk, com impactos no futuro da exploração espacial americana.
NASA/MSFC
O Space Launch System (SLS) é uma parte crucial dos planos dos Estados Unidos para retornar à Lua.
As crateras de Marte são resultado de colisões antigas durante a formação do Sistema Solar. O envio de astronautas para estudar suas características pode ajudar cientistas a entender eventos que ocorreram durante o início da história de Marte.
NASA/JPL-Caltech/Cornell University/Arizona State University via AP
Antes de enviar seres humanos a Marte, a NASA primeiro levará humanos à superfície da Lua para testar sua tecnologia e treinar astronautas.
Close up da rocha apelidada de Cheyava Falls em Marte: sinais relacionados à vida, como veios e pontos esbranquiçados, também podem ter sido formados por processos não biológicos.
NASA/JPL-Caltech
Descoberta entusiasmou os cientistas, mas outras explicações são possíveis.
Um meteorito marciano dominado pelo mineral olivina observado sob luz polarizada cruzada, com cada grão tendo cerca de meio milímetro de diâmetro: estudo de sua composição dá aos geólogos informações sobre o passado vulcânico de Marte e dar pistas de sua potencial habitabilidade passada e futura.
James Day
Essas rochas raras provenientes de Marte existem em alguns tipos diferentes, que podem informar aos geólogos sobre o passado vulcânico do planeta e dar pistas de sua potencial habitabilidade.
O helicóptero Ingenuity em Marte.
NASA/JPL-Caltech/ASU/MSSS