A maior parte dos detritos espaciais de origem humana que caem de volta à Terra queima na atmosfera; a Lua, no entanto, não tem uma atmosfera, e assim qualquer detrito espacial — seja natural ou de origem humana — em rota de colisão atingirá sua superfície.
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À medida que mais e mais missões se dirigem à Lua, um número crescente de peças dos foguetes usados nelas acabará em trajetórias de colisão potencial com ela
O pôr do sol da Terra capturado pela janela da sonda Orion no dia 6 de abril de 2026: a mais icônica imagem gerada pela tripulação da missão Artemis II durante seu sobrevoo da Lua marca o fim de um hiato de mais de 50 anos que refletiu mudanças geopolíticas, novas prioridades econômicas e desafios tecnológicos.
Fonte: NASA
Herdeiras do legado do programa Apollo, as missões Artemis incorporam avanços tecnológicos, cooperação internacional e novos objetivos científicos para promover a expansão da presença humana no espaço
Ilustração de uma nave espacial, rodeada por plasma alaranjado, ao reentrar na atmosfera terrestre: arrasto aerodinâmico é usado como um freio para desacelerar a nave, que chega na atmosfera a uma velocidade de mais de 40.000 km/h..
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A reentrada na atmosfera em alta velocidade, hipersônica e com temperaturas extremamente elevadas é o último desafio que a tripulação da Artemis II terá de enfrentar em sua épica missão de 10 dias
A tripulação da missão Artemis II: exploração sustentável da Lua e do espaço profundo é menos uma questão de engenharia e mais uma de alinhamento de incentivos políticos, econômicos, sociais e científicos.
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A exploração sustentável da Lua continua sendo um desafio para as democracias modernas
Robert Goddard, considerado o “pai” dos foguetes modernos, ao lado de um foguete em 1935: panorama da exploração espacial nos EUA mudou muito ao longo do último século.
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Da Segunda Guerra Mundial à era Apollo, chegando ao programa dos ônibus espaciais e os atuais foguetes desenvolvidos pelo setor privado, panorama da exploração espacial nos EUA mudou radicalmente
Cancelamento da Gateway também levantaria questões mais profundas sobre o futuro do compromisso dos EUA com a cooperação internacional dentro do programa Artemis e seu papel na liderança da exploração do espaço profundo.
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A Gateway é uma estação planejada para ficar na órbita da Lua, mas será que ele sobreviverá à atual reformulação do programa Artemis, da Nasa?
A missão espacial Shenzhou-20 partiu em abril de 2025: a maneira como a China tem construído sua presença no espaço de forma consistente nas últimas décadas destaca sua proeza tecnológica.
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A China vem se preparando para essa missão de forma consistente há mais de 20 anos.
Quanto o ciclo lunar afeta o sono? Embora pesquisas indiquem um impacto modesto, provavelmente muito menos do que o tempo que você passa diante da tela do celular ou da TV à noite.
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O folclore sugere que a Lua cheia tem um forte efeito sobre o sono. Mas a realidade é mais complexa, e hábitos de vida como o uso de telas antes de dormir provavelmente têm um efeito maior.
Na versão artística gerada por IA, uma possível visão do que seria uma pequena usina nuclear na superfície da lua. Embora possa parecer uma corrida repentina, isso não é exatamente uma novidade. A NASA e o Departamento de Energia dos EUA passaram anos desenvolvendo discretamente pequenos sistemas de energia nuclearpara abastecer bases lunares, operações de mineração e habitats de longo prazo.
Reatores nucleares no espaço podem parecer algo saído da ficção científica, mas serão importantes para fornecer energia a missões espaciais de longa duração
O sistema de recuperação de água na ISS é o que há de mais avançado na reciclagem e tratamento de águas residuais, conseguindo recuperar até 98% de toda água usada na estação espacial.
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Sim, os astronautas têm que beber água que antes era urina – mas a urina deles é tratada extensivamente, até ficar mais segura para beber do que águas de algumas torneiras na Terra.
Representação artística de um astronauta na superfície de Marte: com a considerável influência de Elon Musk na Casa Branca, e a indicação do também bilionário Jared Isaacman para dirigir a Nasa, crescem as especulações de que os interesses comerciais da Space X na conquista de Marte vão escantear o projeto Lunar Gateway, já em andamento na agência espacial americana.
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Há especulações de que Donald Trump pode cancelar o foguete Space Launch System, que a Nasa pretendia usar para ir da Lua a Marte
Ilustração de astronautas na superfície da Lua: acesso e uso exclusivo de recursos essenciais, como o gelo nas crateras dos pólos lunares, podem ser questionados pelos termos dos tratados e acordos atuais.
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As nações precisarão caminhar com cuidado na exploração da Lua para evitar conflitos.
As amostras de rocha da superfície lunar são ferramentas importantes para os cientistas que estudam a idade da Lua: nova hipótese sugere que estes “relógios geológicos” foram redefinidos por eventos de aquecimento provocados por forças de maré gravitacional da Terra
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Um evento de aquecimento extremo pode ter interferido nas tentativas dos cientistas de descobrir a idade da Lua por meio da datação de amostras de rochas lunares.
Que país será o primeiro a levar humanos de volta à superfície lunar? Enquanto EUA enfrentam atrasos em seu cronograma, a China avança sem problemas no plano de chegar lá até 2030.
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A Nasa pretende um homem e a primeira mulher à superfície lunar. Embora ainda não tenham sido nomeados, um deles também deverá ser a primeira pessoa de cor a pousar na Lua.
As crateras de Marte são resultado de colisões antigas durante a formação do Sistema Solar. O envio de astronautas para estudar suas características pode ajudar cientistas a entender eventos que ocorreram durante o início da história de Marte.
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Antes de enviar seres humanos a Marte, a NASA primeiro levará humanos à superfície da Lua para testar sua tecnologia e treinar astronautas.
Regulamentação do setor espacial agora pode evitar a proliferação de práticas colonialistas no futuro da exploração espacial.
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O espaço pode ser considerado a fronteira final, mas os EUA também já foram uma fronteira. Como os líderes do setor espacial podem evitar a repetição de práticas colonialistas?
Atividades como a mineração da Lua por recursos estão cada vez mais próximas de virarem realidade, então é preciso buscar maneiras de evitar que provoquemos danos no ambiente lunar e espacial da mesma maneira que fizemos aqui na Terra
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