Ilustração do exoplaneta LHS 1140 b com sua atmosfera rica em hélio: avanços na tecnologia de smartphones têm ajudado a acelerar a miniaturização de câmeras e sensores com baixo peso e consumo de energia, enquanto velas espaciais impulsionadas pela luz começam a sair da campo da ficção científica.
Melissa Weiss/CfA
A miniaturização dos sensores e o desenvolvimento das velas solares para propulsão significa que poderíamos chegar a outras estrelas no período de vida de uma pessoa
A maior parte dos detritos espaciais de origem humana que caem de volta à Terra queima na atmosfera; a Lua, no entanto, não tem uma atmosfera, e assim qualquer detrito espacial — seja natural ou de origem humana — em rota de colisão atingirá sua superfície.
Nasa
À medida que mais e mais missões se dirigem à Lua, um número crescente de peças dos foguetes usados nelas acabará em trajetórias de colisão potencial com ela
O foguete New Glenn, da Blue Origin, explode na plataforma de lançamento em Cabo Canaveral durante teste em 28 de maio de 2026: metano é mais fácil e barato de usar que o usual hidrogênio líquido, mas ainda assim pode causar acidentes.
@JConcilus via AP
Um físico-químico destaca as promessas e os riscos associados ao metano como combustível e explica por que a SpaceX e a Blue Origin o utilizam em seus foguetes superpesados.
Missões futuras poderão coletar amostras de ambientes que possam abrigar vida, como Encélado, uma das a luas de Saturno: orientação espacial de moléculas e diversidade entre formas simples e complexas estão entre as possíveis pistas mais fáceis de obter.
Jason Major, Cassini spacecraft/Flickr
Missões futuras talvez consigam coletar apenas uma pequena amostra danificada, mas uma ferramenta de análise simples poderia ajudar a determinar se o seu conteúdo sugere a presença de vida
Ilustração de uma missão a Marte que utiliza propulsão nuclear: tempos de viagem podem ser reduzidos de mais de seis meses para três ou quatro, além de ampliar janelas de lançamento que dependem das posições relativas da Terra e do planeta vermelho.
Nasa
Tecnologia poderia facilitar o envio tanto de pessoas quanto de cargas ao planeta vermelho.
Ilustração de uma nave espacial, rodeada por plasma alaranjado, ao reentrar na atmosfera terrestre: arrasto aerodinâmico é usado como um freio para desacelerar a nave, que chega na atmosfera a uma velocidade de mais de 40.000 km/h..
Nasa
A reentrada na atmosfera em alta velocidade, hipersônica e com temperaturas extremamente elevadas é o último desafio que a tripulação da Artemis II terá de enfrentar em sua épica missão de 10 dias
A tripulação da missão Artemis II: exploração sustentável da Lua e do espaço profundo é menos uma questão de engenharia e mais uma de alinhamento de incentivos políticos, econômicos, sociais e científicos.
Nasa
A exploração sustentável da Lua continua sendo um desafio para as democracias modernas
Robert Goddard, considerado o “pai” dos foguetes modernos, ao lado de um foguete em 1935: panorama da exploração espacial nos EUA mudou muito ao longo do último século.
Esther Goddard/Hulton Archive/Getty Images
Da Segunda Guerra Mundial à era Apollo, chegando ao programa dos ônibus espaciais e os atuais foguetes desenvolvidos pelo setor privado, panorama da exploração espacial nos EUA mudou radicalmente
Cancelamento da Gateway também levantaria questões mais profundas sobre o futuro do compromisso dos EUA com a cooperação internacional dentro do programa Artemis e seu papel na liderança da exploração do espaço profundo.
Nasa
A Gateway é uma estação planejada para ficar na órbita da Lua, mas será que ele sobreviverá à atual reformulação do programa Artemis, da Nasa?
A missão espacial Shenzhou-20 partiu em abril de 2025: a maneira como a China tem construído sua presença no espaço de forma consistente nas últimas décadas destaca sua proeza tecnológica.
ANDRES MARTINEZ CASARES / EPA Images
A China vem se preparando para essa missão de forma consistente há mais de 20 anos.
O Tesla Roadster de Elon Musk, com a Terra ao fundo: no caso mais conhecido de objetos estranhos enviados ao espaço, bilionário lançou seu carro esportivo em 2018, com um manequim e a música Space Oddity, de David Bowie, tocando no rádio. Hoje, ele está a cerca de 248 milhões de km da Terra.
wikipedia
De templos budistas e cinzas de pessoas e animais a carros, os seres humanos estão enchendo o espaço com objetos de todos os tipos.
A ISS será retirada de órbita em 2030 com uma queda controlada sobre um lugar remoto no Oceano Pacífico: ao longo de quase 25 anos de ocupação contínua, ela foi palco de importantes realizações científicas.
NASA via AP
A Estação Espacial Internacional tem recebido astronautas e viajantes espaciais continuamente há 25 anos.
Na versão artística gerada por IA, uma possível visão do que seria uma pequena usina nuclear na superfície da lua. Embora possa parecer uma corrida repentina, isso não é exatamente uma novidade. A NASA e o Departamento de Energia dos EUA passaram anos desenvolvendo discretamente pequenos sistemas de energia nuclearpara abastecer bases lunares, operações de mineração e habitats de longo prazo.
Reatores nucleares no espaço podem parecer algo saído da ficção científica, mas serão importantes para fornecer energia a missões espaciais de longa duração
O sistema de recuperação de água na ISS é o que há de mais avançado na reciclagem e tratamento de águas residuais, conseguindo recuperar até 98% de toda água usada na estação espacial.
Roscosmos State Space Corporation via AP, File
Sim, os astronautas têm que beber água que antes era urina – mas a urina deles é tratada extensivamente, até ficar mais segura para beber do que águas de algumas torneiras na Terra.
Ilustração dos satélites da constelação SWIFT, com um deles mais longe da Terra do que os outros para ajudar a fornecer alertas mais antecipados sobre eventos climáticos espaciais extremos e potencialmente danosos para a tecnologia no espaço e em solo.
Steve Alvey
À medida que mais satélites são lançados em órbita, as agências espaciais estão estudando como prever eventos climáticos espaciais que possam danificá-los.
Imagem artística retrata plumas térmicas saindo do pólo sul da lua Encélado, de Saturno. Acredita-se que a camada de gelo da lua cubra um oceano global.
Titã é retratada acima, a única lua do Sistema Solar que possui uma atmosfera substancial e um oceano salgado subterrâneo.
“Luas dos Planetas Gigantes” é um dos temas científicos das missões de grande porte do plano Voyage 2050 da ESA.
Ilustração: European Space Agency
Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) foi convidado para desenvolver um simulador avançado que funcionará como um “gêmeo digital” da missão
O rover Curiosity próximo ao local conhecido como Mont Mercou, em Marte: instrumento a bordo do veículo-robô da Nasa detectou moléculas que na Terra estão associadas aos ácidos graxos, que compõem membranas celulares.
NASA/JPL-Caltech/MSSS
Rocha de um suposto antigo leito de lago seco em Marte contém moléculas orgânicas complexas.
Para além do impacto de asteroides e outros perigos vindos do espaço, temor pode se somar à desconfiança sobre governos e instituições e alimentar teorias da conspiração.
klyaksun/Shutterstock
O medo do espaço pode se combinar com a desconfiança sobre governos e instituições, levando-nos a adotar teorias da conspiração.
Ilustração de astronautas na superfície da Lua: acesso e uso exclusivo de recursos essenciais, como o gelo nas crateras dos pólos lunares, podem ser questionados pelos termos dos tratados e acordos atuais.
Nasa
As nações precisarão caminhar com cuidado na exploração da Lua para evitar conflitos.
O chefe da NASA representa a agência perante o Congresso americano e no cenário global enquanto precisam lidar com uma questão recorrente: menos recursos que o necessário para realizar todas as tarefas que lhe são atribuídas.
AP Photo/Patrick Semansky