Pesquisa feita entre pacientes do Rio de Janeiro reuniu pesquisadores com diferentes áreas de expertise e teve a participação também de pesquisadores vivendo com Covid longa. Foram coletados dados de diversos grupos de participantes entre novembro de 2022 e abril de 2024, incluindo pessoas que estiveram internadas por quadro agudo em hospitais do SUS, profissionais do SUS e pessoas que vivem hoje com Covid longa.
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O estudo “Cuidado de saúde à Covid longa: necessidades, barreiras e oportunidades no município do Rio de Janeiro” deixa claro que a condição se constitui em um problema de saúde pública, mas é pouco reconhecido e inadequadamente tratado
A cidade de Wuhan (capital da província de Hubei, China) foi o epicentro da pandemia de COVID-19: mudança de posição da CIA em favor de vazamento de um laboratório local não é baseada em novos fatos ou evidências, e maioria dos cientistas ainda endossa hipótese de origem natural.
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De onde veio o vírus SARS-CoV-2? Três agências de inteligência dos EUA, incluindo a CIA, estão apontando para a possibilidade de um vazamento de um laboratório chinês
Vacinação contra a COVID-19 no Brasil: Artigos sem o correto embasamento científico contribuíram para a propagação de ideias falsas sobre os efeitos colaterais da vacina, o que pode ter afastado uma parcela da população das campanhas de imunização.
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Artigo da Frontiers in Medicine afirma que vacinas aumentam o risco de morte, mas erros graves na metodologia geraram resultados errados e conclusões infundadas, expondo falhas na revisão por pares.
O pesquisador francês Didier Raoult, no auge do prestígio em 2020: seu estudo realizado às pressas e - hoje se sabe - sem a metodologia adequada, repercutiu no mundo inteiro e foi usado como base para que líderes políticos de extrema-direita combatessem o confinamento e minimizassem a gravidade da pandemia.
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Guilherme Nogueira Bittar Celestino, Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP) and Mario Aquino Alves, Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (FGV/EBAPE)
O artigo do pesquisador francês Didier Raoult foi usado como base para que líderes políticos de extrema-direita apoiassem o uso da hidroxicloroquina como política pública, uma vez que o uso dessas drogas seria uma alternativa às medidas de restrição de circulação de pessoas e consequente diminuição da atividade econômica
“Declarem Covid Longa uma emergência nacional”. É o que dizem os cartazes dos manifestantes que estiveram este ano no Congresso dos Estados Unidos para pedir por mais foco na pesquisa e na melhoria do atendimento aos cerca de 23 milhões de pacientes que podem estar sofrendo do problema só naquele país.
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Apesar da atenção cada vez maior dada hoje à Covid longa e doenças crônicas como a síndrome da fadiga, ainda não existem tratamentos validados ou cura, e muitos doentes são deixados sem respostas.
Você acorda com dor de garganta e percebe que está doente. Será que vai ser uma doença de dois dias ou de duas semanas? Veja a seguir como diferenciar essas infecções comuns.
Estudo mostra ser possível utilizar padrões de deslocamento humano para compreender os estágios iniciais da transmissão de uma doença, prever sua rota de espalhamento e, possivelmente, frear sua disseminação antes que ela atinja o potencial pandêmico.
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Modelos baseados em transporte ajudam a entender os estágios iniciais e a dinâmica de espalhamento das doenças infecciosas
Os pesquisadores estão obtendo informações importantes sobre as maneiras pelas quais o vírus SARS-CoV-2 pode levar a sintomas prolongados de COVID.
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Um novo estudo descobriu que os riscos de desenvolver COVID-19 longa diminuíram nos dois primeiros anos da pandemia. No entanto, adultos não vacinados tinham duas vezes mais chances de contrair a COVID-19 longa em comparação com aqueles que foram vacinados.
Estudo com voluntários infectados deliberadamente com o vírus SARS-CoV-2, causador da COVID-19, identificou três grupos distintos de desenvolvimento da doença e ligou isso a suas repostas imunes e terem um gene específico.
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No “ensaio de desafio” humano do estudo, voluntários foram infectados deliberadamente com o vírus SARS-CoV-2, causador da COVID-19
O Diretor de Emergências de Saúde discursa durante a Assemblia Mundial da Saúde: um dos pontos mais controversos do encontro foi a definição do conceito de pandemia, até hoje ausente no Regulamento Sanitário Internacional.
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Elize Massard da Fonseca, Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP)
Pandemia de Covid demonstrou que muitos países não estavam preparados para crises, ainda que aparentassem possuir meios para enfrentá-las
Desde a morte de Amy Winehouse em 2011, os profissionais aprenderam muito mais sobre o transtorno por uso de álcool.
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A cantora Amy Winehouse morreu devido à toxicidade do álcool em 2011, o mesmo ano em que a Sociedade Americana de Medicina do Vício reconheceu publicamente o vício como um distúrbio cerebral
Com uma bíblia na mão, Silas Malafaia prega ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro, na campanha eleitoral de 2022: o pastor neopentecostal foi uma das principais vozes religiosas na campanha de desinformação que atacou a eficácia das vacinas durante a pandemia de COVID-19 no Brasil.
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A sociedade brasileira tem sido cada vez mais atraída por narrativas religiosas que desqualificam os avanços científicos e buscam curas baseadas na fé
Meninos e meninas em manifestação pró-vacina contra a Covid: histórico de vacinação de pais e mães, seus hábitos de uso da TV e seu apoio a Bolsonaro estão entre as principais causas da hesitação vacinal no caso da Covid-19.
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Wladimir Gramacho, Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (FAC/UnB)
Preferência política e status de vacinação de pais, mães e responsáveis estão entre os principais determinantes
A variante JN.1 tornou-se dominante em todo o mundo, causando grandes ondas de infecções. Veja o que sabemos sobre ela até o momento e por que ela é tão importante.
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A variante JN.1 tornou-se dominante na Austrália e em todo o mundo, causando grandes ondas de infecções. Veja o que sabemos sobre ela até o momento e por que ela é tão importante.
Criança indígena sendo vacinada no Hospital das Clínicas, em São Paulo: Se somarmos todas as mortes de crianças por gripe, pneumonia, meningite, coqueluche, difteria, tétano, hepatite, catapora, sarampo, rubéola que tivemos no Brasil de 20 a 22, a COVID-19 matou mais.
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Renato Kfouri, Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm)
A COVID-19 sozinha vitimou mais crianças em três anos de pandemia no Brasil do que todas as doenças preveníveis com vacinas do calendário infantil juntas.
Criança assustada, pai feliz, profissional de saúde salvando vidas: a imagem que representa a excelência do Programa Nacional de Imunização desde os anos 70 volta a ser bombardeada por fogo amigo. Ideologia ou ignorância?
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Mônica Levi, Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm)
Causou grande espanto entre especialistas em imunização que o Conselho Federal de Medicina (CFM) tenha questionado a vacinação de crianças, ao criar uma pesquisa para avaliar a opinião dos médicos sobre o tema.
Na semana em que o Ministério da Saúde determinou a aplicação de dose extra da vacina bivalente para idosos e grupos de risco diante do surgimento de uma nova variante, o sanitarista Gonzalo Vecina Neto escreve sobre como a baixa procura pela vacinação de reforço é preocupante no Brasil.
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Mais do que ter uma vacina contra as novas subvariantes do vírus SARS-CoV-2, é preciso ampliar a vacinação contra a Covid-19 com a vacina bivalente.
Evangélico, de 35 a 44 anos, educação inferior ao ensino médio, pertencente às classes D ou E e simpático ao governo Bolsonaro seria o perfil médio dos brasileiros e brasileiras que mais espalharam notícias falsas sobre a pandemia, segundo estudo que será divulgado em novembro.
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Wladimir Gramacho, Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (FAC/UnB)
Amplo estudo que será divulgado em novembro mostra o perfil médio dos brasileiros que mais espalharam mentiras sobre vacinas durante a pandemia. Antecipamos aqui alguns resultados.
Karikó e Weissman começaram a trabalhar juntos em 1985.
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Professor Associado da Faculdade de Comunicação e Coordenador do Centro de Pesquisa em Comunicação Política e Saúde Pública (CPS), Universidade de Brasília (UnB)
Presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e Membro da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização do Programa Nacional de Imunizações, Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm)
Presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Eleitorais (Abrapel) e professora do Departamento de Ciência Política, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)