Em 2022, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky assinou formalmente o pedido de adesão do país à União Europeia apenas 36 horas após a invasão russa. No ano passado, a Ucrânia finalmente foi incluída pela primeira vez nos relatórios formais do Pacote de Alargamento da UE. Ainda assim, a adesão plena permanece incerta.
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O caminho da Ucrânia rumo à UE não será fácil; ao contrário, será politicamente sensível e juridicamente exigente, exigindo reformas profundas, estabilidade institucional e o fim de uma guerra que ainda redefine o destino do país e da própria Europa
Durante a Guerra do Vietnã, os EUA bombardearam e desfolharam vastas áreas de florestas e manguezais protetores.
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As dioxinas nocivas do Agente Laranja, usadas para retirar as folhas das florestas, ainda permanecem no solo. O trabalho de restauração tem sido lento, e a paralisação da USAID pode atrasá-lo ainda mais.
Donald Trump, Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin: sob a lógica da segurança como ativo de negociação, busca por vantagens estratégicas superará compromissos normativos na geopolítica mundial.
AP Photo/Aurelien Morissard (Trump e Zelensky, e Pavel Bednyakov (Putin)
Sob Trump, os EUA reconfiguram a segurança como um ativo negociável, descartando alianças baseadas em valores comuns e adotando uma lógica transacional, baseada na imposição e na força
O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, presenteia o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, com um ícone religioso pintado na tampa de uma caixa de munição.
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Vladimir Putin agora terá que ponderar como manter uma redefinição com os EUA e, ao mesmo tempo, pressionar por mais sucesso militar no campo de batalha.
“Reagan teria odiado isso”, diz o cartaz da ativista em protesto nesta quarta-feira na frente da embaixada estadunidense em Kiev, capital da Ucrânia.
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Personagem até há pouco improvável no conflito, Donald Trump demoliu 80 anos de liderança americana do pós-guerra ao tornar-se aliado da Rússia e de países que os EUA consideravam adversários
Reunião de cúpula do BRICS em Kazan, na Rússia, no ano passado: mais em evidência do que nunca, bloco põe à prova sua capacidade de resistir às pressões externas e reconhecer as diferenças entre seus membros não mais como obstáculos, mas como valores fundamentais para a construção de uma nova ordem mundial marcada pela multipolaridade. Próximo encontro do grupo é em julho, no Brasil.
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Mais em evidência do que nunca, grupo põe à prova sua capacidade de resistir às pressões externas e reconhecer as diferenças entre seus membros como valores fundamentais para a construção de uma nova ordem mundial
Organizações internacionais informam que mais de 6,5 milhões de pessoas fugiram da Ucrânia desde o início da guerra, enquanto 3,5 milhões foram deslocadas. Isso representa um quarto da população total. A economia sofreu uma redução de 30%
Jae C. Hong/AP
O apagamento da nacionalidade ucraniana nos territórios ocupados e a frequente negação do direito da Ucrânia de existir são evidências de que a invasão russa tem sido genocida por natureza.