Articles on Tubarões

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Ilustração do “Otodus megalodon”: estudo confirma estimativas anteriores de que esses animais que viveram entre 15 milhões e 3,5 milhões de anos atrás poderiam ter mais de 24 metros de comprimento, mais do dobro dos maiores tubarões atuais. Hugo Saláis

Redescoberta de fóssil revela detalhes sobre o lendário tubarão gigante “Megalodon”

Fósseis perdidos às vezes reaparecem mas, em primeiro lugar, como é que esses espécimes somem dos museus e instituições onde deveriam estar a salvo?
Dentes de tubarões jovens são mais finos, com projeções para agarrar presas pequenas e escorregadias, como peixes e lulas, mas depois projeções desaparecem e eles se tornam mais largos, grossos e serrilhados para cortar ossos e carne de mamíferos marinhos, como focas e baleias. Ken Bondy/iNaturalist

Tubarões‑brancos mudam formato de dentes à medida que crescem e envelhecem

Os dentes dos tubarões-brancos não são armas estáticas, mas registros vivos da mudança no estilo de vida e dieta dos animais.
Centenas de barbatanas de tubarão secam ao sol num entreposto pesqueiro em Hong Kong: vendidas a preço de ouro em restaurantes, as sopas de barbatana de tubarão são sinal de status. Depois de obtê-las, os barcos pesqueiros descartam no mar os animais mutilados, e impossibilitados de nadar. Apesar de já haver rigorosa proibição dessa prática em vários países, ela continua ativa em todo o Sudeste Asiático. AP Photo / Kin Cheung, arquivo

Sobreviventes de 400 milhões de anos de mudanças globais, os tubarões talvez não sobrevivam a nós

Especialistas estimam que cerca de 100 milhões de tubarões são abatidos na pesca a cada ano – um massacre ao qual eles simplesmente não conseguem resistir
Um tubarão-baleia nada no Georgia Aquarium (EUA): populações de várias espécies vêm caindo desde os anos 1970 devido à sobrepesca, perda de habitat e comércio de barbatanas. Zac Wolf/Wikimedia Commons

Tubarões e raias obtêm vitória para sua conservação com novos limites no comércio internacional

Os tubarões têm enfrentado momentos difíceis desde a década de 1970, com a sobrepesca, a perda de habitat e o crescente comércio de barbatanas reduzindo suas populações. O filme “Tubarão” não ajudou.
A expectativa de vida longa e baixa taxa de reprodução torna os tubarões e arraias de águas profundas tão vulneráveis à exploração excessiva quanto as baleias. Shutterstock/Greg Amptman

Capturados por sua carne e óleo de fígado, tubarões e arraias das profundezas agora enfrentam risco de extinção

A longa expectativa de vida e baixa taxa de reprodução tornam os tubarões e as arraias de águas profundas tão vulneráveis à exploração excessiva quanto as baleias
A cabeça em forma característica dos tubarões-martelo está apenas se tornando visível nesta imagem de um tubarão-de-pala embrionário. A barra de escala corresponde a 1cm. Steven Byrum and Gareth Fraser, Department of Biology, University of Florida

Raro acesso a embriões de tubarões‑martelo revela os segredos do desenvolvimento único de suas cabeças

Como os tubarões-martelo dão à luz filhotes vivos, estudar seu desenvolvimento embrionário é muito mais complicado do que colher alguns ovos e observá-los se desenvolver em tempo real
O livro “Tubarão”, de 1974, e o filme subsequente de Steven Spielberg, em 1975, cativaram a atenção do público, mas também despertaram o interesse dos cientistas. Reprodução

Há 50 anos, ‘Tubarão’ retratou os animais como monstros, mas também inspirou gerações de pesquisadores

O livro “Tubarão”, de 1974, e o filme subsequente de Steven Spielberg, em 1975, cativaram a atenção do público, mas também despertaram o interesse dos cientistas

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