Articles on Conservação da vida selvagem

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Um leão descansa na savana da região de Maasai Mara, no Quênia: comunidades indígenas e povos da floresta têm sido historicamente culpados pela perda de biodiversidade, com estereótipos que persistem e levaram ao estabelecimento de regulamentações rígidas e muitas vezes punitivas. (AP Photo/Brian Inganga)

Como as reservas de vida selvagem perpetuam o “colonialismo verde” no Quênia

Os preconceitos contra as comunidades indígenas africanas persistem e continuam a moldar as políticas de conservação, o que tem levado à adoção de regras “protetoras” e, muitas vezes, punitivas
Um tubarão-baleia nada no Georgia Aquarium (EUA): populações de várias espécies vêm caindo desde os anos 1970 devido à sobrepesca, perda de habitat e comércio de barbatanas. Zac Wolf/Wikimedia Commons

Tubarões e raias obtêm vitória para sua conservação com novos limites no comércio internacional

Os tubarões têm enfrentado momentos difíceis desde a década de 1970, com a sobrepesca, a perda de habitat e o crescente comércio de barbatanas reduzindo suas populações. O filme “Tubarão” não ajudou.
Uma imagem impossível: gerado por Inteligência Artificial, este “registro” do que seria uma visita de um pinguim ao habitat de um urso polar, no Ártico, nunca aconteceu e muito provavelmente jamais acontecerá. Barreiras para a expansão geográfica que envolvem o clima, a geografia, limitações evolutivas profundas e padrões comportamentais enraizados restringem a capacidade dessas aves de conquistar novos territórios. Imagem: Envato Labs

Por que os pinguins não vivem nem visitam o Hemisfério Norte?

Por serem fiéis aos seus ambientes de origem e pouco flexíveis em termos ecológicos, os pinguins podem enfrentar sérias dificuldades para se adaptar às novas condições climáticas do planeta
Camelos bactrianos domésticos na província de Altai, no oeste da Mongólia. Joel Berger/Wildlife Conservation Society

Atração fatal: Quando animais selvagens ameaçados de extinção tentam se acasalar com parentes domésticos

Conflitos entre pastores e os ancestrais selvagens de seus iaques, camelos e renas são uma séria ameaça tanto para as pessoas quanto para a vida selvagem, escreve um cientista que viu esses confrontos em primeira mão.
A expectativa de vida longa e baixa taxa de reprodução torna os tubarões e arraias de águas profundas tão vulneráveis à exploração excessiva quanto as baleias. Shutterstock/Greg Amptman

Capturados por sua carne e óleo de fígado, tubarões e arraias das profundezas agora enfrentam risco de extinção

A longa expectativa de vida e baixa taxa de reprodução tornam os tubarões e as arraias de águas profundas tão vulneráveis à exploração excessiva quanto as baleias
Leões-marinhos mortos pela gripe aviária são vistos numa praia do Chile em abril de 2023: doença já atinge dezenas de espécies de mamíferos além das aves, e também pode afetar humanos com alta taxa de mortalidade. Patricio Banda/EPA-EFE

A próxima pandemia já chegou para os animais

A gripe aviária está dizimando espécies já ameaçadas pelas mudanças climáticas e pela perda de seus habitats
Aves marinhas, como a pardela, podem se afogar quando ficam emaranhadas em redes de deriva e outros equipamentos de pesca: novo estudo estima risco adicional a grandes predadores marinhos representado por atividade de barcos “fantasma” Roy Lowe, USFWS/Flickr

Tubarões, tartarugas e outras criaturas marinhas enfrentam um risco maior da pesca industrial do que se pensava

Estudo estima a pressão adicional dos navios de pesca “fantasma” e mostra que impacto da sobrepesca e emaranhamento em equipamentos é subestimado
As anacondas verdes são verdadeiros colossos do mundo dos répteis, podendo atingir mais de sete metros de comprimento e pesar mais de 250 quilos: exames genéticos revelaram que espécie mais conhecida na verdade são duas, que divergiram há cerca de 10 milhões de anos. Shutterstock

Descoberta de nova espécie de cobra gigante na Amazônia surpreende cientistas

As anacondas verdes são as cobras mais pesadas do mundo e estão entre as mais longas. É notável que essa espécie oculta tenha passado despercebida até agora
Análise nos anéis de otólitos nos ouvidos dos peixes permite medir a quantidade de energia que eles usaram quando vivos. O aumento da temperatura força as espécies a se adaptarem, mudarem para outro lugar ou morrerem. Dolores M. Harvey/Shutterstock

Pedras nos ouvidos dos peixes marcam o tempo como anéis de árvores. E agora nos ensinam sobre mudanças climáticas

Nova técnica para decodificar os produtos químicos nas pedras nas orelhas dos peixes medem a quantidade de energia que eles usaram quando vivos

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