O ministro da Fazenda, Dario Durigan, em visita a Pequim em junho de 2026: principal destino dos investimentos da China no mundo, Brasil agora começará a emitir títulos de sua dívida pública no mercado financeiro chinês.
Divulgação / Ministério da Fazenda
Em 2025, o Brasil se tornou o principal destino dos investimentos chineses no mundo, com aumento de 45% em comparação ao ano anterior
O secretário da Guerra norte-americano, Pete Hegseth, e o vice-chefe de gabinete da Casa Branca, Stephen Miller, posam para uma fotografia com militares e líderes de segurança de países latino-americanos e do Caribe, na Conferência Inaugural das Américas contra os Cartéis, ocorrida nos EUA no começo de março de 2026.
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A nova Estratégia Nacional de Contraterrorismo dos EUA prevê reforço da vigilância de fronteiras e rotas marítimas, cooperação de inteligência, rastreamento financeiro e integração de ações diplomáticas, militares e de segurança para combater tráfico de drogas, armas e pessoas
Lula e Maduro em seu último encontro, na reunião de líderes da América do Sul em Brasília, em 2023: em um ambiente de fragmentação regional e erosão do multilateralismo, uma abordagem bilateral junto à Venezuela e aos Estados Unidos torna-se um caminho promissor.
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Avançar além da condenação retórica exigiria disposição para liderar iniciativas diplomáticas em um contexto regional fragmentado e com poucos países dispostos a criticar os Estados Unidos de forma aberta e sustentada
Manifestantes pró-palestinos protestam em Barcelona, em solidariedade à Flotilha Global Sumud, após os navios terem sido interceptados pela marinha israelense.
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A interceptação da Global Sumud provocou protestos em Barcelona (foto) de onde grande parte dos barcos partiram, e gerou condenações imediatas de vários países, por violações ao Direito Marítimo Internacional
Brasileiros apoiadores da extrema direita no Brasil seguram placas em inglês dando apoio às medidas de Trump que prejudicam o planeta inteiro, inclusive o Brasil, durante um ato de apoio ao ex-presidente do país e de protesto contra o STF, na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, no último domingo.
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Danilo Sorato, Universidade Federal Fluminense (UFF)
A nova estratégia da extrema-direita é usar países aliados no exterior para pressionar e desestabilizar o Brasil, inclusive alardeando que a Eleição de 2026 não será reconhecida pelos EUA
Os líderes do BRICS, da esquerda para a direita: Abiy Ahmed (Etiópia), Abdel Fattah el-Sisi (Egito), Cyril Ramaphosa (África do Sul), Xi Jinping (China), Vladimir Putin (Rússia), Narendra Modi (Índia), Mohamed bin Zayed (Emirados Árabes Unidos), Masoud Pezeshkian (Irã) e Mauro Vieira (Brasil), durante o último encontro de cúpula, na Rússia. Próximo será no Brasil, em junho.
Um histórico completo do grupamento de países que a cada ano ganha mais relevância na economia mundial, e que terá encontro de cúpula este ano no Rio de Janeiro
Agressividade renovada: desde que assumiu, Trump vem anunciando diariamente rajadas de medidas agressivas e unilaterais, tanto em nível nacional quanto internacional, colocando pressão em toda geopolítica mundial rumo a um novo arranjo de esferas de influência.
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Ameaças de tarifas e sanções já emergiram como instrumentos preferenciais dos EUA para o exercício do poder frente a países considerados menores ou menos ameaçadores - como Brasil, México, Colômbia e seus vizinhos
Avião com o filho do presidente, Donald Trump Jr., aterrisa em Nuuk, capital da Groenlândia, no último dia 7 de janeiro: preocupação americana com a ilha cresce na proporção em que aumenta a influência geopolítica da China e da Rússia no corredor estratégico do Ártico.
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Já no primeiro governo Trump, o Departamento de Defesa americano reformulou sua política do Ártico, afirmando que a presença da China e da Rússia na região pode se tornar um corredor para competição estratégica com os Estados Unidos
A presidência brasileira obteve conquistas importantes para a nossa política externa e também para a ordem internacional baseada em regras e cooperação que busca preservar.
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Flavia Loss de Araujo, Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP)
O Brasil conseguiu apoio nos principais temas que propôs: o combate à fome e a necessidade de taxar os super-ricos. As ações concretas dependerão dos esforços de cada país e da correspondente pressão de suas sociedades civis.
O presidente Lula durante a última reunião de chanceleres do G20, na ONU, em setembro. AO lado dele, o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, que assumirá a presidência do grupo a partir de dezembro.
Ricardo Stuckert / Presidência da República
A presidência brasileira do G20 se encerra semana que vem na reunião de cúpula no Rio com resultados limitados, pois outros membros do bloco fazem ouvidos moucos para com o desejo do presidente Lula em liderar o mundo do desenvolvimento
Doutora pelo Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI-USP) e coordenadora da Pós-Graduação em Política e Relações Internacionais, Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP)
Doutorando do Programa Interinstitucional (UNESP/Unicamp/PUC-SP) em Relações Internacionais San tiago Dantas e do Grupo de Estudos de Defesa e Segurança Internacional, Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Doutora e mestre em Relações Internacionais pelo Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e pesquisadora I no Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais, Universidade Estadual Paulista (Unesp)