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Os manguezais têm um papel de destaque tanto na proteção costeira, mitigando os efeitos da subida do mar, como também são muito eficientes em estocar carbono. Foto: Envato

Como atuam os manguezais e seus guardiões na linha de frente do enfrentamento das mudanças climáticas

Os manguezais têm um papel de destaque tanto na proteção costeira, mitigando os efeitos da subida do mar, como também são muito eficientes em estocar carbono
O constante vaivém das embarcações de grande porte e o ruído subaquático dos motores forçam baleias, golfinhos e cardumes inteiros de peixes a alterar as suas rotas naturais de navegação. Apesar do cenário alarmante, o conflito pode ser gerido. A literatura científica é unânime: desviar sutilmente rotas comerciais e reduzir a velocidade das embarcações em habitats críticos são as formas mais eficientes de prevenir atropelamentos letais. Foto: Leonardo Merçon/Projeto Amigos da Jubarte

Quando o oceano logístico atropela o mar biológico: como a economia global ameaça os corredores da vida marinha

Quando os cetáceos e os cardumes abandonam certas áreas devido ao estresse acústico e ao risco de colisão, toda a dinâmica se altera, afetando diretamente as áreas da pesca artesanal brasileira
Pesquisadores Panará em trabalho de campo ao lado de cientistas da Universidade Federal do Pará (UFPA) e outras instituições: unidos, nativos e acadêmicos somam conhecimentos, tecnologias e monitoramento para proteger a biodiversidade e fortalecer a governança do território. Foto: Equipe CI / UFPA

Clima e trabalho: ‘Quem conhece e vive a floresta pode e deve conduzir pesquisa também’

Em mais um artigo em parceria com o Pulitzer Center, um relato de como, na Terra Indígena Panará, nativos e acadêmicos unem conhecimentos, tecnologias e monitoramento científico para proteger a biodiversidade e fortalecer a governança do território
O conhecimento dos indígenas e outros povos originários sobre a natureza nunca esteve escrito em livros: morava no empirismo e na transmissão permanente de conhecimento e experiência dos mais velhos para os mais jovens, num ciclo harmônico e aparentemente eterno. Mas agora, como explicar fenômenos e conceitos cuja manifestação não se vê mais, foi radicalmente alterada ou mesmo tornou-se agressiva? Foto: Heris Rocha/WikiParques

Mudanças climáticas e saúde mental: quando nem os anciãos indígenas e quilombolas conseguem mais entender a natureza

As mudanças climáticas estão alterando os ciclos que orientaram, durante séculos, a vida de povos indígenas e quilombolas no Brasil, afetando o conhecimento ancestral, a segurança alimentar e a saúde mental
Campo de soja avança sobre a floresta nativa, próximo à rodovia Curuá-Una, no Baixo Tapajós, oeste do Pará: estudo realizado pelo autor mostra que o glifosato - herbicida amplamente utilizado nas plantações - produz uma forma lenta de violência química que asfixia pessoas, ecossistemas e modos de vida. Isso força comunidades ribeirinhas a partirem e abre espaço para que a soja avance, causando danos também aos indígenas e quilombolas. Foto: Bruno Kelly

“Expulsão por sufocamento”: avanço da soja e excesso de herbicidas estão desalojando comunidades da Amazônia

Estudo sustenta que o uso do glifosato produz uma forma lenta de violência química que asfixia pessoas, ecossistemas e modos de vida. Essa violência força comunidades ribeirinhas a partirem e abre espaço para que a soja avance.
O cerrado, nativo do centro-sul brasileiro, perde território a olhos vistos para o agronegócio: os índices de desmatamento seguem altos neste bioma, em meio a um discurso preservacionista carregado de contradições, que na prática segue estimulando a produção agropecuária em larga escala, com poucos mecanismos de defesa do ambiente afetado por ela. Foto: Adriano Gambarini / WWF Brasil/ Divulgação

Entre “celeiro do mundo” e “guardião da Amazônia”, Brasil segue sem solucionar seu dilema ambiental

Entre o discurso e a prática, país enfrenta contradições que hoje alimentam a fome, aceleram o desmatamento e corroem nosso futuro climático - exigindo uma revisão urgente do atual padrão produtivo e financiado
As mulheres pescadoras têm muitos e diferentes papéis na pesca, embora ainda pouco visibilizadas e reconhecidas. Ilustração: Carol Gaessler.

Vozes do mar: por que reconhecer as mulheres pescadoras é vital para adaptar nosso litoral à crise climática

A pesca artesanal no Brasil conta com a presença pouco visível porém fundamental das mulheres. Entenda por quê no segundo artigo da parceria do TCB com o Pulitzer Center

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