Especialistas em paleontologia e meteoritos fazem um relato detalhado do evento catastrófico que provocou mudanças instantâneas em nosso planeta e em sua atmosfera e acabou com cerca da metade de todas as espécies que viviam em nosso planeta.
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Uma semana após o impacto do asteroide, a vegetação em decomposição, a fumaça e o enxofre transformam o planeta em um lugar infernal e fétido
Mercúrio visto pela sonda Messenger (à esquerda) e uma aproximação de como seria visto pelo olho humano (à direita): descoberta pode ser uma janela para entender a composição e evolução do planeta mais próximo do Sol.
NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington
Os meteoritos podem ser a única maneira prática de estudar diretamente a superfície de Mercúrio.
Imagem sobrepondo mais de 100 “bolas de fogo” registradas entre 2016 e 2020: fenômeno é produzido pela passagem de rochas espaciais pela atmosfera da Terra. As que sobrevivem à jornada são denominadas meteoritos e trazem informações importantes sobre as origens do Sistema Solar.
Desert Fireball Network
Meteoritos ricos em água contêm ingredientes essenciais para a vida, mas quase não aparecem nas coleções científicas. Uma pesquisa recente pode explicar o motivo.
Os cones de fragmentação formados pelo impacto em Pilbara: cratera tem idade estimada em cerca de 3,5 bilhões de anos, mais de 1 bilhão de anos mais velha que a anteriormente mais antiga conhecida.
Tim Johnson