Articles on Fósseis

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Provavelmente da espécie Stupendemys geographicus, o fóssil descoberto em 2025 está em fase de preparação e estudo. O animal é considerado a maior tartaruga de água doce do mundo, que viveu entre 10,8 milhões e 8,5 milhões de anos atrás, durante o período conhecido como Mioceno. Foto: Equipe USP/UFAC/Unicamp

Depoimento especial: o dia em que brasileiros encontraram o fóssil da maior tartaruga de água doce do mundo

Prontos para encontrar fósseis de pequenos animais, equipe não estava preparada para se deparar com a enormidade daquela descoberta: uma tartaruga que deve ter tido cerca de 2 metros de comprimento
O grande crânio de Harbin, da China, foi associado aos denisovanos por meio de análises de DNA e proteínas antigas: ossos da perna atribuídos a dois integrantes da espécie antiga de humanos indicam eles tinham de 1,8 a 1,9 metro, mas Inferir a altura como uma característica da espécie com base em apenas dois indivíduos é precipitado. Fu et al. (2025)

Os denisovanos eram altos em comparação com outros humanos antigos? Devemos ser céticos

Dois ossos da perna de denisovanos encontrados em Taiwan pertenciam a indivíduos altos, mas ainda não podemos generalizar esta inferência para toda a espécie
O fóssil do Tiranossauro rex “Gus” foi escavado em Dakota do Sul, mas ainda não se sabe onde será seu próximo lar: ele agora deve integrar uma coleção particular, sem acesso para cientistas. Matthew Sherman

O que a Ciência perde quando um fóssil se torna um troféu de luxo

Vendido por um preço recorde de mais de US$ 50 milhões (cerca de R$ 256 milhões), “Gus” foi descrito pela casa de leilões Sotheby’s como estando mais de 60% completo
Do tamanho de um pequeno jacaré, o Silescelida acristata viveu há 240 milhões de anos e guarda pistas sobre a origem de grupos de animais que transformariam os ecossistemas terrestres para sempre. Ilustração de Matheus Fernandes

Fóssil de réptil encontrado no Brasil ajuda a entender a origem dos ancestrais de dinossauros e crocodilos

Animal de 240 milhões de anos ajuda a entender uma fase anterior à ascensão dos dinossauros e crocodilos, quando seus parentes próximos ainda estavam experimentando diferentes formas de corpo, postura e locomoção
O esqueleto fossilizado de Lucy em exposição no Museu de História Natural de Abu Dhabi: viagem faz parte de mudança de modelo em que cada vez mais as nações africanas estão assumindo o controle sobre seu patrimônio cultural e científico. Marc McAlester / Natural History Museum Abu Dhabi

Os bastidores de uma nova jornada fantástica de “Lucy”, 3 milhões de anos depois de andar ereta pela África

Mais do que qualquer outro parente ancestral dos humanos modernos, o fóssil de Lucy nos desafia a refletir profundamente sobre o que significa ser humano.
Ilustração do “Otodus megalodon”: estudo confirma estimativas anteriores de que esses animais que viveram entre 15 milhões e 3,5 milhões de anos atrás poderiam ter mais de 24 metros de comprimento, mais do dobro dos maiores tubarões atuais. Hugo Saláis

Redescoberta de fóssil revela detalhes sobre o lendário tubarão gigante “Megalodon”

Fósseis perdidos às vezes reaparecem mas, em primeiro lugar, como é que esses espécimes somem dos museus e instituições onde deveriam estar a salvo?
Um esqueleto de dinossauro Gorgosaurus, o primeiro que foi em leilão na Sotheby’s em Nova Iorque em julho de 2022: de lá para cá, outros fósseis atingiram preços de milhões, mas vendas a particulares ignoram necessidade de acesso público e perpétuo a estes registros da história profunda da Terra. (AP Photo/Julia Nikhinson)

Fósseis são evidências científicas e não devem ser vendidos para colecionadores privados

Fósseis de dinossauros estão sendo vendidos por milhões a colecionadores privados, mas são evidências científicas que precisam estar acessíveis para pesquisa e educação pública.
Reprodução da imagem de um fóssil de actinopterígio: ainda não entendemos muito sobre os primórdios da história evolutiva desse grupo, que se deu entre 400 e 280 milhões de anos atrás. Reprodução

Fósseis encontrados no Brasil revelam raros detalhes da anatomia interna de peixes de 290 milhões de anos

Boa parte do conhecimento paleontológico é derivado de evidências das partes duras de organismos, como ossos, mas o estudo com tecidos moles de peixes de nadadeiras raiadas abrem novas possibilidades
O fóssil falsificado de ‘Tridentinosaurus’, uma espécie de lagarto pré-histórico: o que se pensava ser uma pele carbonizada bem preservada era apenas uma impressão de corpo esculpido em forma de lagarto coberto com tinta preta. Valentina Rossi

Paleontologia moderna continua a desmascarar fósseis falsos, e estudo revela a mais nova fraude

Um fóssil de lagarto que se acreditou ser o mais bem preservado já achado nos Alpes foi coberto com um pele falsa

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