Pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, da Universidade Federal em reunião, curso em que diferentes epistemologias indígenas vêm contribuindo para novas formas de produzir conhecimento antropológico. Imagem: Divulgação.
Com um contingente de aproximadamente 30 estudantes de mestrado, doutorado e pós-doutorado, Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) é um dos maiores do Brasil com presença indígena, através do Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena (NEAI)
Cacique da aldeia Tekoa Mboy-Ty ministra aula de guarani em Camboinhas, região oceânica de Niterói, no Rio de Janeiro: além da presença marcante na geografia urbana e na cultura cotidiana de cidades do Estado de São Paulo, a língua se espalha pelo Brasil, mostra-se cada vez mais viva e justifica demanda por reconhecimento oficial.
Foto de Rafael Andrade/Folhapress
A relação entre língua e território - que é especialmente marcante no Estado de São Paulo mas também está presente em diversas regiões do Brasil - é um dos argumentos mais fortes para o esforço de reconhecimento patrimonial do guarani
O presidente Lula ao lado de lideranças de diversas etnias durante a assinatura da criação da Universidade Federal Indígena: demanda de décadas dos povos originários, a instituição irá produzir ensino, pesquisa e extensão voltados ao fortalecimento cultural dos povos indígenas, à valorização de suas línguas, à gestão territorial e ambiental de seus territórios e à promoção dos projetos indígenas de bem-viver.
Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República
la irá produzir ensino, pesquisa e extensão voltados ao fortalecimento cultural dos povos indígenas, à valorização de suas línguas, à gestão territorial e ambiental de seus territórios e à promoção dos projetos indígenas de bem-viver.