O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu (centro) em reunião com o enviado especial do presidente dos EUA, Donald Trump, para o Oriente Médio, Steve Witkoff (esquerda) e o genro do presidente, Jared Kushner (direita), em Jerusalém, em 9 de outubro.
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Esses tipos de cessar-fogo são acordos altamente coercitivos que permitem que a parte mais poderosa force a parte mais fraca a concordar com o que quiser.
Embora a lei permita que uma guerra continue até que o agressor se renda, ela não legitima a destruição completa do território onde o agressor está lutando. O princípio da proporcionalidade também oferece proteção aos civis. As ações militares devem ser direcionadas às forças estrangeiras que lançaram o ataque, não aos civis.
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Muitas nações concordaram que Israel tinha o direito à autodefesa após os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023. Agora é discutível se essa defesa ainda se mantém 20 meses depois
Palestinos esperam na fila para receber refeições no campo de refugiados de Jabalia, na Cidade de Gaza, Gaza, em 17 de maio de 2025.
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Antes de 7 de outubro de 2023, o sistema alimentar de Gaza já estava em um ponto de ruptura. Agora, 18 meses de guerra e cerco israelense ajudaram a criar as condições para a fome em massa.
A diplomacia brasileira tentou manter uma postura equilibrada no conflito Israel-Hamas, condenando ambos os lados e buscando soluções como a proposta de uma pausa humanitária no Conselho de Segurança da ONU. No entanto, as declarações de Lula geraram uma reação forte da oposição, especialmente entre grupos conservadores e religiosos que defendiam o alinhamento com Israel e minimizavam as mortes de civis palestinos.
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O conflito entre Israel e Hamas expôs as complexidades da política externa brasileira em um cenário de polarização interna, revelando como os alinhamentos ideológicos influenciam até mesmo decisões sobre questões internacionais de grande importância.
Israel sofreu uma grave derrota há três semana e, com razão, recebeu um enorme apoio inicial, mas isso já está desaparecendo.
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A história está repleta de exemplos que mostram por que uma guerra terrestre em Gaza é uma má ideia - mas será que o governo de Netanyahu está ouvindo?
Israel segue bombardeando a Faixa de Gaza, mas elite política e militar continua dividida sobre como seria uma invasão terrestre e quais seriam os objetivos políticos de longo prazo.
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Joe Biden sabe muito bem, com base na história dos EUA do século XXI, como é difícil para um país se livrar de uma invasão terrestre
Soldado se prepara para a guerra ao lado do muro que separa Israel da Faixa de Gaza: na disputa histórica por terras entre os dois lados, as reivindicações territoriais continuam a alimentar as narrativas de vitimização.
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Na disputa histórica por terras entre os dois lados, a violência não dá trégua, e as reivindicações territoriais continuam a alimentar as narrativas de vitimização.
Alimentos da ONU distribuídos aos refugiados, 2009. Muitos habitantes de Gaza dependem da ajuda alimentar, restrita por Israel, há anos.
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Os suprimentos de água, alimentos, energia e combustível foram cortados como retaliação aos ataques do Hamas
Uma criança palestina em meio à destruição no dia 9 de outubro de 2023: Políticos e até mesmo instituições de caridade não se manifestam sobre a falha na proteção das crianças em zonas de guerra.
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O enclave ao lado de Israel foi descrito como a “maior prisão a céu aberto do mundo”. As condições se deterioraram para a população sob um bloqueio de 16 anos.