Articles on Comunicação

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Consequências da tempestade que atingiu a região de Valência, na Espanha, em 2024: em um cenário em constante mudança, seja no clima, na geopolítica ou na tecnologia, os parâmetros de décadas anteriores não servem mais, tampouco o planejamento e a gestão clássicos de crises. Vicente Sargues/Shutterstock

Para lidar com as crises e emergências de hoje, precisamos estar preparados para o impensável

Em um mundo marcado pela incerteza constante e pelo avanço das mudanças climáticas, da inteligência artificial e dos conflitos geopolíticos, os paradigmas do passado já não servem mais para responder às crises
A invasão do Congresso Nacional, em 8 de janeiro de 2023: o sentimento de frustração e falta de pertencimento que estimula esse comportamento é semelhante ao que motiva atitudes misóginas. AP Photo/Eraldo Peres

‘Necessidade de caos’: fenômeno que estimula desinformação política também está relacionado à misoginia

Entender esse processo não é desculpar o comportamento: é reconhecer que, para desarmá-lo, será preciso ir além da verificação de fatos e chegar à raiz do sentimento de exclusão coletiva que o sustenta
Ao deixar de lado normas básicas do jornalismo em favor do patriotismo e da narrativa de “guerra ao terror” imposta pelo governo e movida pelo medo, organizações jornalísticas arquitetaram seu próprio declínio e alimentaram a ascensão da atual “era da desinformação”. Walter Cicchetti/Shutterstock

Como o 11 de Setembro transformou nossa relação com as notícias e lançou as bases para a atual crise de confiança

As redações, em vez de atuarem como órgãos de fiscalização críticos, ecoaram a narrativa do governo Bush
Experimento feito com usuários de redes sociais mostra que mensagens falsas, quando compartilhadas por amigos e parentes próximos, têm altas chances de serem passadas adiante. Foto: Envato.

Quando confiar vira risco: como amigos e familiares ajudam a espalhar notícias falsas nas redes sociais

Experimento feito com usuários de redes sociais mostra que mensagens falsas, quando compartilhadas por amigos e parentes próximos, têm altas chances de serem passadas adiante
Os resultados do levantamento revelaram baixa transparência em praticamente todos os aspectos avaliados: dados incompletos ou ausentes, falhas nas bibliotecas de anúncios, pouca clareza sobre financiamento e segmentação e ausência de padrões que permitam comparações consistentes entre as plataformas. Imagem: Eleven Labs

Estudo revela falta de transparência no modelo de negócio das plataformas digitais

Questão é ainda pior no Brasil, onde o debate regulatório sobre elas permanece incipiente
Estudos de neurociência, psicologia social e comunicação comprovam que o uso do nome próprio faz com que nosso cérebro reaja de forma única, com efeitos que podem transformar radicalmente a interação interpessoal. Aghavni Shahinyan/Shutterstock

O som mais poderoso do mundo: nosso nome

Ouvir alguém pronunciar o nosso próprio nome desencadeia reações neurológicas e psicológicas comprovadas pela Ciência
Imagem ilustrativa de um correpondente estrangeiro em ação numa zona de guerra: profissão que um dia já foi glamourizada e disputada passa por período de esvaziamento e precarização. Jornalistas brasileiros que migraram para o exterior relatam que ganham menos e trabalham mais, num contexto degradante que influencia diretamente a qualidade do que é publicado. Foto gerada por IA, via Envato

Mais guerras, menos correspondentes internacionais: como o posto outrora mais cobiçado do jornalismo se precarizou

Jornalistas brasileiros que migraram para o exterior ganham menos e trabalham mais, num contexto degradante que influencia diretamente a qualidade do que é publicado
Os golfinhos-nariz-de-garrafa são animais sociáveis que usam assobios e cliques para se comunicarem: pesquisa descobriu assobios que servem como assinatura individuais, além de sons compartilhados. Foto: Vallarta Adventures

Estudo de longo prazo nos EUA traz novas revelações sobre a comunicação dos golfinhos

Um banco de dados de sons de uma comunidade de golfinhos selvagens está se revelando um excelente recurso para os pesquisadores que estudam a comunicação dos golfinhos
Prancha de um dos participantes da pesquisa, com símbolos concretos de animais: imagens e símbolos que representam palavras, objetos ou ideias permitem que pessoas com necessidades complexas de comunicação possam expressar desejos, opiniões, sentimentos e participar de interações sociais. Imagem de arquivo pessoal.

Pictogramas que dão voz: conheça a comunicação alternativa para pessoas com autismo

Imagens e símbolos que representam palavras, objetos ou ideias permitem que pessoas com necessidades complexas de comunicação possam expressar desejos, opiniões, sentimentos e participar de interações sociais
Alexander Graham Bell retratado usando sua tecnologia telefônica inicial para fazer uma ligação de Nova York para Chicago: enquanto ele fez fortuna, seu rival Elisha Grey, que também tentava desenvolver um dispositivo do tipo, foi relegado a uma nota de rodapé na história. The Print Collector/Heritage Images/Alamy

A história da primeira chamada telefônica: as palavras que mudaram o mundo

Alexander Graham Bell não foi a única pessoa que tentou inventar o telefone. Mas, há 150 anos, ele venceu - por pouco - a corrida, e o resto é história.
Mais do que um denunciador de fake news, o jornalismo de verificação é fundamental nos mecanismos da sociedade de resposta à desinformação, que deve incluir também educação midiática, regulação, responsabilização de plataformas e políticas públicas de comunicação. Imagem: Envato

O potencial do ‘fact‑checking’ para indexar a desinformação

Mais do que um denunciador de fake news, o jornalismo de verificação é fundamental nos mecanismos da sociedade de resposta à desinformação
Experimentos mostraram que as abelhas têm capacidade de fazer cálculos simples e trabalhar com quantidades, deixando aberta a possibilidade der serem usadas em testes da matemática como linguagem universal para nos comunicarmos com eventuais civilizações extraterrestres Scarlett Howard

Abelhas podem ser usadas como modelo de vida alienígena inteligente para desenvolvimento da comunicação interestelar

Humanos e abelhas têm habilidades matemáticas, o que abre caminho para testar a matemática como “linguagem universal”
Montagem da marca Origin publicada na rede social X: mensagem publicitária reorganiza o foco do leitor, levando do sujeito político ao objeto material, em um exemplo de golpe publicitário em tempos de imediatismo

‘Marketing’ em tempo real: do moletom de Maduro ao elevador móvel do Louvre

O marketing em tempo real reenquadra acontecimentos políticos como golpes publicitários. Qual é o papel do humor e da reação dos internautas?
Em nível global, 48% dos usuários com menos de 35 anos consomem notícias por meio de criadores, superando os 41% que recorrem à mídia tradicional. No Brasil, a descentralização da influência é ainda mais acentuada. Com 84% da população conectada à internet e 54% consumindo notícias semanalmente pelas redes sociais, os criadores de conteúdo independentes já superam as marcas jornalísticas tradicionais na atenção regular do público: 33% contra 30%. Imagem gerada por IA, via Envato Labs

Na nova arquitetura da informação, a força crescente dos influenciadores e a queda do jornalismo profissional

Análise feita pela Reuters em 24 países mostra que o impacto dos criadores de conteúdo é menor em países do Norte da Europa e no Japão. Já em mercados de alto impacto, como o Brasil, eles dominam o fluxo informativo
Suspensão do programa do apresentador por tempo indeterminado é mais um dos momentos que ilustram o projeto deliberado e cuidadosamente planejado de destruir qualquer pessoa ou coisa que se oponha ou mesmo questione o governo Trump Richard Shotwell/AP/AAP

Cancelamento de Jimmy Kimmel é o último sinal de que estamos testemunhando o fim da democracia nos EUA

Sob o governo Trump, a repressão generalizada e coordenada da dissidência está destruindo a própria estrutura da vida política e da democracia americanas.
Estrada vicinal cruza região calcinada pelas queimadas no Pantanal, em 2024: discurso predominante na cobertura midiática das mudanças climáticas é marcado por catastrofismo que pode dificultar visão mais crítica por parte do público sobre as causas e consequências do problema. Foto: Lalo de Almeida/Folhapress

Muito além da catástrofe: cobertura midiática das mudanças climáticas precisa ser mais crítica e contextualizada

Levantamento analisou 38 publicações científicas e identificou padrões na cobertura jornalística do tema na América Latina, com destaque para o caso brasileiro
Irene Ravache em ação no filme ‘A memória que me contam’, o segundo em que a atriz interpreta a própria Lucia Murat: em 40 anos de carreira, a diretora assinou 34 obras de ficção e não-ficção, quase todas dedicadas a tornar visíveis as histórias de corpos torturados pela ditadura, pela polícia, pela usurpação de terras, pelo tráfico, pela opressão de classe, idade, gênero e raça. Divulgação / Taiga Filmes

Lucia Murat: cineasta que transformou a própria prisão em filme revisita seu cinema de resistência

Ao longo de mais de 40 anos de carreira, Lucia Murat usou sua câmera para tornar visíveis os invisibilizados, denunciando a ditadura e as desigualdades sociais e de gênero. Mostra sobre sua obra no CCBB tem 34 filmes
Centenas de covas rasas aguardando vítimas da Covid num cemitério de São Paulo, em outubro de 2020: em menos de dois anos, pandemia matou mais de 700 mil pessoas no Brasil. Foto: Lalo de Almeida/Folhapress

Politização da morte: pesquisa mostra a marca das fake news sobre COVID‑19

Pesquisadores estudaram as estratégias de combate à fake news de duas agências digitais em mais de 650 checagens durante a primeira onde de covid, em 2020
Casos como os de Rodrigo Bocardi - demitido da TV Globo por “descumprir normas éticas” - e Jim Acosta - que pediu demissão ao vivo da CNN por discordar do alinhamento da emissora com o governo Trump - são casos distintos mas que chamam a atenção para a transparência editorial, a coragem e a ética no jornalismo. Reprodução de TV

Pesquisa mostra que jornalismo brasileiro ainda faz pouco para ser confiável

Casos como os de Rodrigo Bocardi e Jim Acosta chamam a atenção para transparência editorial, coragem e ética

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